024 pela puta da cona acima

Andava muito coxo, distraído com as putas e as conas que me escapavam quase sempre, já quase não jogava à bola, sai do campo todo rebentado, e todo fudido com a vergonha que passei, foram fifias atrás de fifias, falhei dois golos, e dei tanta sarrafada que no fim do treino o manco me mandou dar mais três voltas ao campo.
Quando cheguei a casa a mãezinha estava à porta de casa à minha espera, com uma cara de caso que me deixou logo de pé atrás, mal entrei no pátio fiquei intrigado, e mil e uma ideias me passaram logo pela caximoina, será que ela descobriu as minhas brincadeiras? será que ela descobriu que ainda esta manhã lhe enchi de leitinho as cuecas dela?, pior será que ela desconfia que me enfiei noutro dia na cama dela e que a esporrei toda?, ai, ai, para disfarçar fui direito à torneira passar água na cara, por certo estava mais vermelho que um pimento.... “Foi do futebol” desculpei-me..., mas ela não estava para conversas, e foi direta ao assunto.
Tudo menos isto, um recado urgente e confidencial para a prima dela, fiquei logo capaz de lhe enfiar o caralho do recado pela puta da cona acima. Passada a aflição e a surpresa, armei-me em bem comportadinho e não perdi tempo, para cortar caminho meti-me pelos campos adentro. A minha piça acusou logo o toque e perguntou logo pela jornaleira, fiz um desvio pela horta, pelo lameiro, mas grelos de grilo, ou melhor grilos havia e grila também, a minha e bem tesa. Parei entre um silvado e uma latada para me aliviar, e fui surpreendido por um barulho de passos e folhas, pus-me à cuca, a puta da vaca vinha pelo carreiro adiante, mas não vinha sozinha a minha vizinha vinha a exotá-la com uma verga, mesmo já tendo visto algumas vezes aquela cona consegui mesmo assim ficar ainda com mais tesão, a piça já fazia um belo alto no calções.
Ali escondido a vê-las passar, bem me apetecia fazer uma maldade à vaca de duas pernas, só não me ocorria o quê, passou-me uma maluqueira pela cabeça, desatei a correr e fiz-lhe uma bela placagem... ela pumba caiu redonda no chão, fiz uma cena de todo o tamanho, pedi mil e uma desculpas, calquei-lhe uma ponta da saia e ajudei-a a levantar-se, a segurança soltou-se e ela ficou com a saia aos pés e toda descomposta de pintelheira ao léu, não me fiz esquisito ajoelhei-me e fui logo prestável ajuda-la a levantar a saia. Aquela puta deve andar sempre sem cuecas e com a cona a arejar, com uma beiças daquele tamanho deve dar um gozo do caralho fudê-la. Eu estava mesmo desajeitado e deixei cair a saia de novo, de proposito, aquele cheiro a cona deixou-me maluco, estava quase a vir-me todo quando levei uma puta duma estalada, que me deixou os queixos todos a abanar, ali fiquei de cocaras já sem vontade nenhuma a ouvi-la rabujar enquanto se afastava. Vá lá valeu a pena!

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