021 algures entre o cu e a cona

Como quem não quer a coisa, como um filho que tem saudades duns mimos, deitei-me ao lado dela, era só agarrar-me a ela um bocadinho, pensava eu para me enganar, por dentro o meu corpo tremia num misto de medo e excitação, e agarrei-me à minha mãe. Comecei por apalpar terreno, um braço por cima da barriga, e com atenção à respiração não fosse ela acordar, fiz o braço subir até ao tronco, e mais um pouco enfiei-o por baixo do dela para lhe chegar a uma das têtas. Por cima da camisa de dormir a minha mão em concha estava suavemente a sentir a curvatura e um dos bicos da mama que foi ficando duro, como o meu pau que de tão duro até doía, aventurei-me a apertá-la um pouco, e assim estive algum tempo, estava no céu, já não havia medo, só tesão e a minha piça que quase saltava pelas ceroulas fora.
Um desejo de ir mais longe apoderou-se de mim, enquanto uma mão consolava o meu pau, a outra foi descendo até à cintura, e mais abaixo até às coxas, até encontrar a pele nua da perna, daí voltou a subir, agora por dentro da camisa de dormir, e só parou quando chegou às malditas cuecas. Deixei a mão deslizar até ficar entre as pernas dela, voltei a tremer de medo, parei com tudo, e deixei-me estar uns momentos a escutar a respiração dela, e continuei, tentei apalpar-lhe a rata mas tive de me quedar só pelos pêlos, ela estava deitada de lado e as pernas fechadas não davam para mais, entusiasmado fiz o que não devia, virei-a de barriga para cima, ela despertou, e para meu espanto coçou-se toda, fiquei gelado de medo quando senti os braços dela de um lado para outro enquanto ela passou as mãos pelas têtas, e depois cocçou a cona, para se virar novamente de lado, e desta vez levou-me junto, eu estava todo cagado de medo, contudo ela parecia estar confortável e continuava a dormir com aquela respiração certinha.
Voltei a ganhar coragem, até porque a minha piça não tinha desarmado e continuava bem tesa, e tentei de novo apalpar-lhe a cona, como não consegui, subi por dentro da camisa e apalpei-lhe as têtas uma de cada vez, uns montes suaves e deliciosos com os bicos bem duros.
Precisava de me aliviar, desapertei o cordão das ceroulas e tirei a minha piça para fora, ela estava completamente lambuzada, fiquei de lado e fui acariciando a piça enquanto com a outra mão subia a camisa de dormir dela para lhe apalpar o cu, tinha eu acabado de conseguir disfarçadamente alcançar o meu objectivo quando a minha mãezinha empinou o cu e o encostou á minha piça tesa, desta vez não me assustei tanto, mas esperei um pouco para confirmar que ela continuava a dormir. Voltei a apalpar-lhe as mamas mais destemidamente, enquanto lhe esfregava o pau no cu por cima das cuecas, estava nas minhas quintas, quando ela se mexeu de novo, voltou a coçar a cona como quem coça os colhões e para meu espanto, remexeu-se até baixar um pouco as cuecas e voltou a empinar-se, e por mais que me espantasse continuava a dormir, eu é que não me fiz rogado e muito embora soubesse que aquela oferta não era para mim, não havia duvidas que o meu pai a tinha bem ensinada, contudo a minha falta de geito e o meu tesão não me deixaram ir muito longe, não consegui acertar com a piça em nenhum buraco e logo logo me esporrei ali algures entre o cu e a cona.

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