020 a cegueira das punhetas

Já não fudia à mais de uma semana, a vida tinha regressado à rotina das punhetas, por mais que tentasse não conseguia nada, a minha colega fugiu uma ou outra vez comigo até ao palheiro mas não deixou que as coisas passassem duns apalpões, na escola até fui uma vez ao campeonato de esporradelas mas o mais que consegui foi que a caixa de óculos me batesse uma e até fiquei todo envergonhado porque nem consegui pôr a piça de pé em condições nem saiu lá muito leite, o campeão das punhetas era o tarado, sempre com o pau de pé e com uma esguichadela de palmo, em casa o treino dele devia ser tê-la murcha a carregar os colhões para o dia seguinte.
De balde procurei por ratas mais ou menos obvias, à cata de qualquer pintelho, mas a sorte não me bafejava, e ainda estava longe, tão longe o almejado fim-de-semana sexual com a minha querida avózinha. Tentei as mais diversas técnicas andei a espreitar por aqui e por ali, mas o mais que consegui foi espiar uma cadela de mamas caídas a trocar de roupa, enfim entregava a sorte da minha piça à vontade da minha mão a alisar e às esporradelas solitárias.
Foi assim que acordei a meio da ultima noite, com a piroca totalmente varada e já a rever nhanha, era de mais e eu já não suportava o tesão, estava a sonhar com a minha mãezinha quando despertei, mais um pouco e estava a comer-lhe a cona só faltava enfiar-lhe a piça pela pintelheira adentro. Precisava mesmo de me aliviar.
As punhetas deixavam-me cego, rebolei uma e outra vez na cama, sentia a piça completamente tesa a zorrar nos lençóis, aquela ideia que não me abandonava estava a deixar-me louco, era agora ou nunca, levantei-me da cama decidido, não podia era ir assim, nu como estada, vesti qualquer coisa e lá fui eu pé ante pé, sai ao corredor e entrei no quarto da minha mãe.

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