019 os grelos da jornaleira

Eu não percebia nada de nabos, muito menos de grelos, o que eu queria mesmo era comer o grelo dela, mas pelo menos a conversa dava para eu lhe apreciar as têtas que quase saltavam da blusa sempre que ela se baixava para dar mais uma cavadela. Para arranjar um pretexto e ficar por ali a controlar mais um bocado ofereci-me para ajudar-la e lá estive a cavar uns reguitos, sempre de olho naquele rego que eu não enxergava debaixo da saia.
A tarde ia passando, o tralhado o suor e o calor já convidavam a uma pausa, e assim ela convidou-me para beber um golo e comer uma côdea, no fresco debaixo da ramada estava um saquito amarrado de onde ela tirou um bocado de  broa que partiu em dois, mas antes de mais nada puxou por uma guita e tirou do ribeiro um pequeno garrafão de onde nos apressamos a beber pelo gargalo uns bons tragos de maduro, por sorte, já que nem me tinha dado ao trabalho de escolher a posição fiquei bem de frente e agora via entre as pernas dela o meu suor recompensado.
À minha frente de saia bem subida e sentada de perninhas à chinês, a jornaleira continuava muito bem disposta, e eu muito mais, conversávamos e riamos, enquanto eu me deliciava a apreciar no meio das coxas dela a renda branca que deixava antever o triangulo dos pintelhos e mais abaixo a racha da cona aberta com as cuecas a enfiarem-se nas beiças carnudas, mas eu nem disfarçava, tanto que ela notou. Fiquei muito embaraçado e pedi-lhe desculpas, mas ela mandou-me ficar à vontade, e até me deu o garrafão para eu beber mais um gole de vinho e sossegar, e se eu estava mal pior fiquei quando ela me perguntou se o fecho das calças estava relaxado ou se eu gostava de o abrir para alisar o que andava lá dentro, só então notei que a posição em que eu estava deixava notar o meu pau teso a querer saltar pelas cuecas fora porque a verguilha andava aberta.
A tarde estava quente, eu sentia a cara a arder e as minhas bochechas deveriam estar vermelhas que nem pimentos, mas não deve ter sido essa a razão que levou a que a jornaleira desapertasse uns quantos botões da blusa, e deixasse à mostra uma boa parte das mamas que lá estavam soltas sem soutien. Por instinto levei a mão ao pau, à piça, estava completamente excitado e só me apetecia aliviar, e se assim pensei, mesmo por cima da roupa assim o fiz e alisei o pau. A jornaleira gostou tanto que me brindou com o resto da blusa desapertada e aquelas ricas mamas de aureolas grandes e bicos grossos bem à mostra.
Com um olhar lascivo fui quase hipnotizado e cheguei-me a ela que me deitou no colo dela, qual bebé estava pronto para mamar nas têtas, e não me fiz rogado, com a mão livre fui apalpando enquanto mamava compulsivamente, e quando dei por mim já ela tinha o meu caralho na mão e acariciava-o numa punheta de sonho, entretanto fui ageitando o corpo até conseguir o meu objectivo, e a custo lá cheguei com a outra mão à cona dela, carnuda, quente e humida, mesmo por cima das cuecas, das têtas da vaca já escorria leite e eu aproveitei bem para apalpar e mamar.
Quando já não aguentava mais atirei-me às cuecas dela, queria ver, apalpar e comer aquela cona, e ela queria que eu lhe comesse o grelo, baixou as cuecas até às galochas e ficou à ninha frente com as pernas entreabertas e o grelo pronto a ser lambido, e fiquei apalermado quando ela me agarrou pelos cabelos e me enfiou a cara na esgalha, pelo meio dos gemidos foi ditando instruções, do “enfia a língua na racha”, ao “beija-me essas beiças”, passando pelo “chupa bem esse grelo” ela foi grunhindo até se sentir consolada e explodiiu de tesão quando se veio num orgasmo de gritos que fez voar uns quantos melros que por ali estavam.
Com a mesma força que se veio ela agarrou-me e levantou-me ficamos os dois de pé, ela de costas para mim, pernas abertas e cu epinado, não precisou de dizer nada nem dar instruções, tratei logo de lhe enfiar a piça na cona por trás, aquela caverna humida e ainda latejava de tesão. A minha piroca não tardou nada a inundá-la com leitinho, ficamos ali os dois agarradinhos ainda por uns instantes até que tirei a piça e vi pela primeira vez a minha esporra a escorrer pelas pernas abaixo de uma puta.

2 comentários:

  1. muito boa história continue!

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  2. Do melhor que tenho lido até agora desde o 1º relato continue por favor e adorava ter seu contacto msn ou e-nail para trocar ideias e experiencias o meu em Hotmail é work.3d aguardo , mais uma vez muito bom e continue

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