017 sábado 14... o inicio

Estou eufórico, e sinto-me o maior garanhão do mundo, no entanto está tudo fudido, a minha mãe pôs-me de castigo e por isso estou enfiado em casa a estudar, como não encontrei melhor forma de me entreter, e o que eu mais queria era andar por aí a espreitar conas e a fudê-las, resolvi pegar num caderno e passar a escrito todos estes ultimos acontecimentos para mais tarde poder recordar.
Esta noite cheguei a casa já a madrugada estava a acabar e o dia quase a nascer, a minha mãe estava aflitíssima e reparou que eu cheguei de ter andado na boemia, outra coisa não seria de esperar, ela queria tudo por tudo saber onde que eu tinha estado e o que tinha estado a fazer, ainda estive tentado em contar meia verdade, vá lá dizer-lhe que tinha ido ver um filme pornográfico, mas ela ia fazer muitas perguntas e por certo ficaria muito mais zangada, mas isso também não explicaria tudo, como as horas que eu passei na quinta da boazona nos preliminares e a foder, entretanto eu já estava a apanhar uns valentes tabefes e estava mesmo. Acabei por ir para a cama todo amassado e dormi logo que nem um ratinho, nem deu tempo para sonhar com ratinhas, e já a gata assanhada da minha mãe me estava a atirar da cama para fora, o castigo começava.
A primeira coisa que me calhou foi varrer o pátio, a seguir limpar e lavar os corrais, a seguir ao almoço limpar e arrumar a loiça, e até ao jantar estudar, nada de sair de casa. Seja como for, não fiquei parado, à bocado ela foi tomar banho, e eu não perdi a oportunidade de a ir espreitar, nem foi muito dificil porque ela não fechou a porta do quarto completamente e eu pela frincha vi-a a tirar a roupa e fiquei na esquina a espreitar quando ela passou do quarto para a casa de banho sem cuecas e só de soutien, mesmo assim só lhe vi o cagueiro, mas fiquei logo teso só de imaginar aquela cona ao léu e de ver aquele rego do cu, depois fui logo a correr espreitar pela fechadura da porta da casa de banho, mas de pouco importa dizer que lhe vi uns quantos pintelhos e os bicos das mamas.
Abri o fecho das calças arranquei a piroca tesa para fora, e resolvi voltar para a sala quando reparei que no chão do quarto estavam esquecidas (ou não) as cuecas dela, agarrei nelas e senti logo o perfume a cona que elas largavam, instalei-me no sofá de calças e slipes arriados, e enquanto ouvia na casa de banho a água a correr deliciei-me a bater uma bela segóvia, a imaginar estar a mamar as têtas da minha mãezinha e a comer-lhe o pito, enrolei as cuecas dela na piça e o meu tesão estava ao máximo, enquanto a punhetava sentia o tecido macio a acariciar-me a piça, gostei e gozei, esporrei-me todo bem no meio das cuecas naquele sitinho onde a cona passa o dia a zorrar...

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