016 Leite

Os meus joelhos não sentiam o chão frio, o meu corpo não sentia o cansaço do dia, a minha piça parecia mais tesa que nunca e os meus olhos deambulavam entre o magnifico par de mamas que incrivelmente saia daquele decote, e a abertura de pernas da donzela que ostentava umas incríveis coxas que tinham ao meio aquele ninho que me fazia salivar de prazer, a cona!
Mas era tudo um jogo e eu tinha de cumprir com as regras dela, e ela queria era ouvir mais, saber mais pormenores, que lhe contasse tudo o que tinha visto no filme porno, de volta ao meu sitio e não me fazendo rogado lá continuei, até inventei diálogos do filme que eu só podia imaginar, porque os actores parecia que falavam com uma batata quente na boca e não se entendia nada, mas ela entendia-me bem, tão bem que quis ficar mais à vontade para poder perceber melhor.
Qual cachorrinho seguia-a sem hesitar, o relógio de parede marcava o compasso do tempo num clap-clap aborrecido eram quase 2 da manhã, seguimos por um corredor pequeno, entramos num quarto, já nada importava, o manso do marido dela que ficara a roncar no pátio, a minha mãe (se calhar) aflita em casa, nada que não fosse sexo, foda, cona ou mamas. O que se seguiu foi muito rápido e quando dei por mim, meio sozinho meio ajudado, já estava nuzinho, tal qual saí da cona da minha mãe, deitado na cama com a donzela, um para cada lado, mas com uma e sempre a mesma condição: mão lhe podia tocar, mesmo agora que ela tinha tirado a camisa de dormir.
Tudo o que ela queria saber agora era como se fazia, por mais difícil que fosse íamos encenar uma cena do filme, como se fosse possível pensei eu, naquele jogo ela já devia jogar nos seniores e eu ainda andava nos infantis, mas pronto, primeiro os preliminares:
beijos, apalpões e chupar as têtas, tudo a fingir e à distancia, que tortura...
uma mamada na minha piça, ora aí estava algo que ela parecia desconhecer, e durante algum tempo ficou ali a dois dedos da minha gaita a ouvir e como que a observar sem sequer lhe tocar;
agora era a minha vez de me meter no meio das pernas dela e simular que lhe passava o corredor a pano, cheguei a minha cara o mais que pude da cona dela, até ela me travar a cabeça com a mão, estiquei a lingua o mais que pude numa tentativa de chegar ás beiças da cona, e lá fiz os gestos e voltei a fazer, nunca tinha observado uma cona tão perto...
Quando terminei, ela não se fez rogada e enfiou os dedos na cona para se consolar um pouco mais, eu delirava ao observar aquilo qual menino bem mandado, mas mortinho por partir a loiça toda, qual o meu espanto quando ela me pediu para repetir a cena, e lá fui eu de novo fazer de conta que lhe fazia um minete, na minha frente a racha bem aberta e a escorrer, e eu lá fazia de conta que lhe dava umas lambidelas, quando sem contar ela decide quebrar o gelo, e empurra-me a cara contra a cona, aquele lambe-me a sério soube-me pela vida, quase que me vim quando esbarrei com a língua na cona, eu não estava preparado para aquilo e sentir o calor o veludo e o sabor a vagina pela primeira vez é indiscritivel.
A seguir tudo se precipitou, ela quis provar o meu pau e enfiou-o todo na boca, o broche foi curto e estranho mas valeu a pena, mas havia mais coisas a experimentar, e eu ataquei logo aquelas mamas que receberam uns bons apalpões e uns quantos bem merecidos chupões, mas o que eu mais desejava era ir-lhe ao pito, ela não queria, mas não me parou como das outras vezes e eu enfiei-lhe a piça entre as pernas, e enterrei-a bem na cona, a caverna estava quente e húmida, era macia e larga, eu fazia o vai e vem enquanto escorria suor, ela agarrada a mim só me pedia que parasse, mas apertava-me contra ela com quantas forças conseguia, e eu parei: porque me esporrei todo dentro da cona dela, e ela também se veio logo e gritou alto e bom som a plenos pulmões pelo filho da puta do marido, o manso nunca a tinha feito vir-se, depois confessou-me que só conseguia de vez em quando atingir o orgasmo quando se consolava sozinha.

Sem comentários:

Enviar um comentário