015 cevada ou leite?

O ambiente era estranho, a donzela fez as honras da casa e apresentou-se, claro que mesmo ela não sendo do meu lugar eu conhecia a família dela afamada pelas suas terras, juntamente com o meu entusiasmo o meu ego crescia, ou melhor já não tinha mais por onde crescer e insistia em tentar saltar pelas calças fora. Com a donzela sentada do outro lado da mesa a minha atenção concentrava-se naquilo que o meu campo de visão alcançava, as mamas dela encadeavam-me como faróis luzentes, distraidamente eu ia tirando umas bolachas Maria do pratinho que empurrava com a cevada que estava borna como a conversa.
Algo falhava e eu cada vez mais sentia que não conseguia levar a carta a Garcia, sentia-me fodido, e queria era fudê-la, reduzido à minha insignificância lá ia assentindo ao que ela dizia, a minha piroca murcha agora chorava porque sentia que aquilo não ia dar em nada,  mas afinal o que é que fazia eu ali?
Bem, vinha do cinema..., pimba, meti o pé na poça, pela expressão dela, a donzela não era burra e era certo e sabido que sabia bem quais eram os filmes que passavam no cinema às sextas-feiras, ou quase, depois de ter sido apanhado em falso, fiquei estupefacto com tanta inconveniência, pois num instante ela passou da glória de parecer saber tudo à curiosidade de quem com vergonha nem sabia quase nada, eram filmes pornográficos e ponto final.
Não foi fácil para uma donzela como ela sair do casulo, a conversa foi parar ali e ela estava coberta de curiosidade em saber mais, mas depois de alguns rodeios o monstro levantou-se, foi até à porta trancou-a por dentro, não fosse o marido acordar, voltou a sentar-se e estabeleceu as regras do jogo, ela queria saber tudo, eu contava ela podia perguntar, podia-mos falar, mas não podia-mos sair do sitio, sentados um de cada lado da mesa, pareceu-me suficiente muito embora estivesse louco por pedir algumas contra-partidas como por exemplo ver-lhe as mamas ou um bocado das coxas.
A conversa começou ao nível de sussurro, era quase ao estilo confessionário de cabeças baixas separadas pelo metro e vinte de mesa, a minha primeira dificuldade foi começar, eu apesar de estar todo empolgado não estava à vontade para lhe contar as porcarias do filme pornográfico, e comecei a falar da sala e das pessoas, mas não era isso que ela queria ouvir, o que ela queria era mesmo conversa pesada e porca, hard core, uma coisa que eu não lhe soube traduzir.
Falei-lhe da primeira cena do filme, mas fui muito vago e a donzela não gostou, e disse logo que se fosse assim, até as mulheres podiam ver, e comecei a falar da segunda cena com mais detalhe, o problema é que o meu pau estava a achar interessante o que eu dizia e eu já não aguentava mais, instintivamente e por baixo da mesa comecei a esfrega-lo por cima das calças, a donzela apercebeu-se e deu-me razão, não era fácil se não estivessemos um pouco mais à vontade, mudança nas regras de jogo podia-mos brincar um pouco, mas sozinhos, e ela podia espreitar e eu não.
Mesmo em desvantagem eu sentia-me feliz, de piça na mão a bater uma bela punheta, eu já falava mais alto e desinibido, a donzela acompanhava-me no prazer e de onde eu estava via o braço dela apontado ao meio das pernas a fazer alguns movimentos dissimulados, Continuei a minha narrativa aproximando cada vez mais aquilo que dizia da realidade do filme, estava-mos os dois completamente a arfar, e eu entusiasmado pedi-lhe mais uma vez que cedesse um pouquinho, e o meu pedido foi alcançado, com uma calma incrível, a minha donzela desapertou os botões da camisa deixou ao léu os ombros e tirou daquele decote uma a uma aquelas magnificas e grandes têtas com umas aureolas bem rosadinhas e bicos grossos e salientes, eu fui ao céu, e só  voltei quando ela me pediu que contasse mais, e tintim por tintim.
Lá continuei a contar, cada vez mais excitado, até inventando e misturando algumas partes e ela estava cada vez mais excitada, e passada a surpresa das mamas, o meu pensamento estava agora na mão dela e o que ela estava a fazer com ela na cona, o meu desplante foi tanto que parei de contar e pedi para ver, e ao cabo de alguma insistência a minha prece foi ouvida.
Mas para fazer valer a minha penitencia eu tinha de ir a partir do meu sitio até à beira dela de joelhos. Não me fiz rogado, lá fui, e só parei quando ela me ordenou, hipnotizado com a visão focada entre as coxas dela, com a camisa toda subida eu só via a mão dela enfiada entre as coxas a masturbar a cona, nem sequer tive de pedir, passados alguns momentos, ela retirou a mão, abriu as pernas de par em par, e á minha frente no culminar de uma pintelheira negra estava uma pachacha de beiças finas a abrir-se, eu de joelhos e piroca tesa na mão só pedia para que o jogo continuasse.

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