014 que filme

Seguia pela estrada e sentia-me o maior macho do mundo, ao ritmo que caminhava a piça baloiçava dentro das calças, o tesão do filme pornográfico entusiasmou-me tanto que estava capaz de sacar da bejarda fora e seguir caminho a tocar ao bicho, sentia-me imparável.
A noite ia longa e o caminho era escuro como bréu, aqui e ali ao longe uma luz distante de uma casa isolada, e à minha frente apareceu vindo do nada, ou melhor do escuro, um bêbado muito bêbado, o cagaço foi tanto que quase me mijei pelas pernas abaixo, o tesão foi-se logo todo e ainda senti a piça a escorrer e a molhar-me as cuecas. O filho da puta nem se segurava das canetas, tentava falar, enrolava a língua e cuspia qualquer coisa que eu não entendia, armado em cagão agarrei no gajo e tentei pôr-lo de pé mas quê, à volta era tudo matos e eu nem sequer tinha onde o deixar, ao fim de algum tempo junto com o bafo que tresandava a aguardente lá consegui perceber que ele queria: que o levasse a casa, armado em bom samaritano lá resolvi ajudar o pobre diabo, e carreguei com ele estrada fora.
Se muito me estranhou que a casa dele fosse já ali como ele dizia, mais me admirou que ele soubesse encontrar o caminho para casa de tão bêbado que estava, a cada passo que eu dava mais me arrependia do que fizera, e então quando ao chegar ao portão da quinta ouvi um cão a correr enquanto latia desalmadamente, quase me borrei todo, o certo é que quando o bicho ainda longe farejou o bafo do dono, deu meia volta e nem mais piou.
À porta da casa uma silhueta saltava à vista, ela praguejava e não foi dificil de perceber que era a mulher dele, pela forma como o insultava, o manso nem chuz nem muz, e eu, outro manso que nem tugia nem mugia, tudo o que eu queria era agora entregar a encomenda e pôr-me no cavanço, com cagufa de que atrás do monstro que debitava asneiredo copiosamente estivesse um qualquer rabo de vassoura escondido, e que ainda sobra-se para mim. Mas eis que se fez luz, e mesmo assim não me atervi a levantar os olhos do chão, a fera mandou-me pôr a prenda num banco que estava do lado de fora da porta de casa, este mal se sentou caiu logo ao cumprido na madeira, nem me dei ao trabalho de o compor. Pedi desculpa à senhora por ter-la incomodado, quando se não ela também me pede desculpa pelos modos, só depois de me ouvir falar é que notou que eu não era mais um dos companheiros de copos do marido.
Só então ganhei coragem para levantar os olhos, e fiquei pasmado com a donzela que tinha à minha frente e o que me saltou logo à vista foram aquelas formas, aquele par de mamas que ameaçava a todo o momento rebentar com a camisa de dormir, fiquei encadeado por aqueles faróis que sobressaiam por baixo da camisa de dormir. Para meu espanto ela convidou-me a entrar e tomar uma cevada, aceitei de imediato com uma qualquer expressão que me saiu a gaguejar, e quando me preparava para entrar ela apagou a luz do pátio e pela contraluz, tive uma visão assombrosa, por uma fracção de segundo consegui distinguir uma incrível abertura de pernas, só de imaginar aquela cona a minha piça acordou de novo. Tentei disfarçar o embaraço e entrei em casa atrás dela, ficando a admirar o rabo, aquele cu bem torneado pela camisinha justa.

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