013 sexta-feira 13

Sexta-feira 13 foi dia de bom augúrio para mim, pela primeira vez fui ao cinema à noite, a semana tinha decorrido de feição, tinha juntado os cobres necessários para o bilhete e a minha querida mãezinha expressou um ar de indiferença quando lhe pedi para ir ao cinema, e os mimos que me fez de seguida fizeram-me lembrar os momentos gostosos que passamos juntos.
Na escola, mais do mesmo, eu escapava-me sempre aos campeonatos de punheta porque queria guardar a minha seiva para os momentos especiais com a minha querida vizinha, saiamos da escola sempre juntos e íamos directos ao palheiro, ainda não fodiamos (a sério) era certo, mas as nossas brincadeiras eram cada vez mais empolgantes, eu acababa sempre bem mugido e ela com as cuecas e cona bem esporrados.
Finalmente chegou o asneado dia, preparei-me a preceito e lá fui eu armado em rapazola, cagão, para o cinema, o gajo da bilheteira ainda expressou um certo trejeito, mas nem hesitou quando viu a nota e deixou-me entrar, em cartaz estava: “Heidi e Marco” (a minha mãe também tinha visto), mas à sexta-feira à noite as sessões eram outras, e o filme porno tinha um nome difícil de ler, provavelmente alemão.
Quando entrei para a sala já tinha perdido o tesão quase todo, depois da coragem que tinha acumulado nos últimos dias, os últimos momentos e o receio impensado de ser reconhecido falaram mais alto, esgueirei-me logo para um canto e apressei-me a sentar todo encolhido para que ninguém reparasse em mim, se isto chegasse aos ouvidos do meu pai estava fodido apanhava um arraial de porrada que não me mexia durante para aí uma semana.
Foi um desespero até as luzes se apagarem para o filme começar, a sala estava longe de estar cheia, e as pessoas que tinham entrado fizeram questão de se separar, um ou dois por fila no máximo, azar que na minha fila ficou um gajo a 3 cadeiras de mim. A fita lá começou, num linguajar estranho e sem legendas, aliás elas nem falavam muito, berravam e gemiam que se fartavam, para mim aquilo era um autentico manual de instruções, eu já me tinha aventurado em algumas fodinhas, mas daí até saber fazer aquilo tudo... faltava isto, saber o que se podia fazer, beijar, chupar têtas, lamber conas, ser lambido, ser mamado, espetar a piça pela cona a cima, à e espeta-la no cu, e eu que sempre ouvia dizer que as enrabadelas doiam, e estas putas apanhavam no cu, como se fosse a racha. Algures durante o filme estava eu com a minha piça completamente tesa e a escorrer dentro das calças quando, me apercebo que não era só eu, aliás o gajo que estava na minha fila tinha tirado a piroca para fora e tocava ao bicho com a maior naturalidade do mundo, o filho da puta tinha um piçalho grande como o caralho, e pouco se importou quando se esporrou todo num jato como os do filme que foi parar algures em cima da roupa dele.
Outra cena mais e era tudo novidade para mim, dois gajos em caricias e depois a foder, um deles se não era virgem parecia porque estava dificil da piça lhe entar pelo cu acima e ele gritava e gemia muito, mas depois com enormes piças errababam-se um ao outro, espetavam a piroca no cu um do outro, até se esporrarem juntos.
Acabou o filme e eu já não aguentava o tesão da piça dentro das calças, devo-me ter até esporrado nas cuecas porque me sentia todo molhado, estava para sair da sala quando voltei a ouvir gemidos, na tela já não passava a fita e as luzes estavam acesas a metade, epreitei melhor e vi mais ao fundo um ajuntamento, acerquei-me para ver o que se passado e fiquei pasmado, a minha vizinha bêbada estava sentada no colo de um cabrão qualquer, de saia arregaçada e cuecas nos tornozelos, cavalgava e apanhava no pito toda consolada, à volta deles meia dúzia de gajos a bater punhetas enquanto assistiam ao espectáculo.
Não fiquei para ver o fim, precipitei-me para a saída e enfiei-me na casa de banho, na casinha do lado alguém estava tão tolinho como eu, ouvia-se nitidamente enquanto ele esfregava a piroca e quando parou deu um uivo que por certo se ouvia na rua, eu não me fiz rogado e também aliviei os meus coelhões num esguicho incrível, ainda tive de me limpar bem, as minhas cuecas estavam todas cheias de langonha.
Fiz-me ao caminho de regresso a casa, o caminho era longo, a noite escura, mas eu sentia-me um homem.

1 comentário:

  1. Gosto muito destes contos, escreva mais e do mesmo genero, tente escrever um que envolva sexo de galochas, assim uma coisa mais rural, bom trabalho continue !

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