012 a Beata

Depois de almoço, quando eu pensei que ia continuar todo o dia a foder a minha avó, ela disse-me que tinha de ir lavar roupa e para eu deixar as minhas ideias para a noite porque estava à espera de uma amiga. Assim sendo e não havendo melhor opção deixei-me ficar pela sala a estudar, com a minha piroquinha em descanso. Estava eu bem entretido a divertir-me com as enrabadelas da matemática, quando ouço vozes, fui logo à janela espreitar e, não é que a amiga da minha avó era a puta da beata, ó puta que pariu! Não me apetecia mesmo nada aturar as duas a rezar, o resto da tarde, estava mesmo fodido. A minha avó convidou a amiga a entrar e a sentar-se no sofá, enquanto terminava de lavar a roupita.
Eu até já conhecia a beata, mas nada nela me chamava a atenção, sempre me pareceu mais uma velha, mas agora, ali, depois de tanto tesão e bem vistas as coisas, até que nem parecia tanto assim, ali sentada no sofá... era ou não era, caralho, era de certeza, ela levantou a saia para deixar a perna ver-se até um pouco acima do joelho, eu já não estudava nada, olhava para o livro e olhava para o joelho, e quando dei conta, já estava a falar com ela, e nem sei sobre o quê?! Ela ajeitava-se e voltava-se a ajeitar, até que deixou uma generosa parte da coxa ao léu, ora seriam uns 3 talvez 4 dedos de pele bem branquinha, mas tratando-se daquela rata de sacristia era quase tanto como ela dar a rata. Estava  eu perdido no meio destes pensamentos quando ela acometida de uns súbitos calores resolve desabotoar o casaco de malha e deixa bem ao léu um generoso decote a rebentar com um par de generosas mamas.
A minha piça já não me cabia nas calças, e eu nem sabia onde me meter, a minha primeira ideia foi logo ir fechar-me no quarto e bater uma bela punheta, mas a conversa fina dela levou-me para o sofá, e eu estava tão tolinho que me sentei bem, bem, coladinho a ela, de beicinho feito no belo par de têtas. Era de mais e eu já não aguentava, e ela também não, ela mexia-se e remexia-se e fazia questão de fazer roçar as têtas em mim, e eu o pobre garoto estava perdido de tesão, não demorou muito até que ela levantasse mais um bocado da saia, e deixasse bem à vista as aquelas coxas redondinhas de pele bem firme, e foi a mão dela que encaminhou a minha para o calor daquelas pernas, a mesma mão que me abriu o fecho das calças e tirou de dentro das cuecas o meu mastro. A partir daqui tudo se precipitou e só me lembro de estar muito consolado com a cabeça no colo dela a mamar naquelas têtas incríveis, e que boas que eram..., mas eu queria mais, e apalpei-lhe a cona, ou melhor esfreguei a mão naquelas cuecas de cetim macio e tão gostoso, aquela greta mesmo por cima das cuecas ardia e suava, era ali que o padre se consolava. A puta da beata bem devia de estar habituada naquelas andanças e não esteve com meias medidas, levantou-se, apoiou-se na beira do sofá, arregaçou a saia até à cintura e baixou as cuecas até meio das coxas, e à frente dos meus olhos abria-se o buraco do cu, logo seguido por uma linha de pintelhos que se perdia entre as pernas da beata, foi para lá que apontei o meu pau teso, que se enterrou na caverna bem lubrificada da rata de sacristia, era uma delicia aquela cona, e a puta da beata sabia mexer-se bem, ela gemia e dizia “fode-me”, pedia “dá-lhe com força”, ela estava toda tola, e os gritos dela deram lugar a uma ladainha repetida até à exaustão, a cabrona já só pedia “esporra-te lá dentro”, e então registo pela primeira vez o orgasmo de uma mulher, a puta quando se veio comeu-me a piça toda e eu brindei-a com o merecido leitinho.
A atrapalhação tomou conta de nós logo de seguida, e foi por um triz que a minha avó não nos apanhou..., mas ela sabia-a toda!

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