011 de volta a casa da avó, a manhã seguinte

Acordei com um enorme alvoroço no quarto, a minha avó tinha trazido uma bacia de agua e a minha tia arrancava pela cabeça a camisa de dormir, eu que ainda estava no quentinho da cama fiquei logo teso, a minha tiasinha virada para mim com aquelas têtas todas boas a abanar e os meus olhos a saltar de lá para a pintelheira, um espéctaculo, que or dentro dos lençóis a minha mão comprovava enquanto alisava a minha piça toda tesa... a minha tia baixou-se e foi lavar a cona na baçia, e eu não me fiz de esquesito e fui para a beirinha da cama espreitar, e para meu espanto mal me mexi elas duas fizeram logo sinal para eu fazer silencio, alguma coisa se passava, mas eu nem estava aí para isso, o meu interesse estava agora centrado na minha tia que de pernas escarrachadas em cima da bacia ensaboava as beicas da cona e a lavava bem a preceito, e enquanto ela se limpava ainda passei mais uma vez os olhos por aquelas mamas com aureolas largas e de bicos bem levantados. Estava eu bem tranquilo na minha contemplação quando estourou a confusão do lado de fora da porta comecei a ouvir a voz inconfundível do meu tio Brasileiro, nunca percebi como é que uma portuguesa tão gostosa como a minha tia foi casar com um cafageste daqueles. Mais à pressa ela começou a vestir-se enfiando primeiro as cuecas puxando-as bem de forma a notarem-se bem aqueles papos de cona  bem gostos. Do lado de fora da porta chegavam os berros do meu tio, perdi logo o tesão. Entretanto a minha tia saiu para a sala fechou a porta atrás dela, a minha avó percipitou-se para a porta e encostou logo o ouvido à porta (sogra que é sogra tem de ouvir o que o genro diz), eu não me fiz de esquesito e fui atrás, só que fiquei a espreitar pelo buraco da fechadura, até porque os berros dele eram bem audiveis. Foi esta a minha primeira lição de liguagem de sacanagem Brasileira, ele xingou ela de kenga disse que ela andava dando bunda e xoxota pró vizinho, ela dizia que não, e assim estiveram até que ele pediu a ela que para provar que era mintira pra lhe fazer um boquete. Ela não esteve com meias medidas, foi-lhe às calças e tirou para fora a piroca (o pinto) que ficou logo espetado, era a primeira vez que eu via uma cena daquelas, sexo ao vivo... ele estava todo tolo e ela sabia-a toda, em vez de o mamar bateu-lhe uma punheta e de vez em quando fazia de conta que ia lá com a boca, o filho da puta como estava todo tolo veio-se logo e nem deu por ela... terminada a cena, olho para traz e vejo a minha avó que arriava a saia e baixava as cuecas para dar uma mijinha no penico. Dquela cona escarrachada onde já faltavam muitos pintelhos jorrava um xixizinho que naquela altura quase me fez jorrar leitinho... sem sequer tocar ao bicho, eu estava completamente teso e fiz a piroca saltar do pijama, eu já não aguentava mais. Do penico a minha avó passou para a bacia ao lado lavou a cona meia apressada, arrancou as cuecas das canelas, deitou-se na cama de saia arregaçada e pita arreganhada, como quem diz consola-te. Atirei-me sem pensar em mais nada, fiz pontaria ao pito, e desta vez não falhei, enterrei a piça naquela caverna humida e esporrei-me dentro da cona da minha avó em menos de nada.

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