010 de volta a casa da avó

Na escola escutava os meus colegas a dizer que tinham visto algo entre o tornozelo e o joelho da fulana de tal que tinham visto outra em biquíni na revista de domingo do jornal, que era um tesão que íam para a casa de banho tocar ao bicho e davam esporradelas enormes, e eu concordava, eram uns amadores de punhetas. Por diversas vezes saí das aulas coladinho à minha coleguinha vizinha e íamos directos ao palheiro, trocar uns beijos, uns quantos apalões e ensaiávamos fodas que, nem eu, nem ela ainda tinha-mos jeito, acababa sempre por me esporrar e ela até já dava uns toques de vez em quando tocar-me ao bicho.
Mas do que eu estava mais à espera era do fim-de-semana em casa da minha avó, que finalmente chegou, e lá fui eu todo contente (para variar), a caminho corria, saltava e sentia a piça meia tesa a saltar no meio das pernas, quando bati à porta da minha avó, a porta abriu-se e era a minha tia, perdi o tesão todo. Ela até era boa, de corpinho bem feito, umas têtas gostozas e um quadril de respeito e bem vistas as coisas até dava para alegrar o ambiente, e assim fiquei na expectativa de que ela se fosse embora, fomos jantar os três, eu, ela e a minha avó e só aí percebi que a conversa estava azeda, algo estava mal. A minha tia estava muito zangada com o marido e desfiava à mãe um rol interminável de queixas, desde que era um porcalhão e malandro até que não ia à missa, estava a tentar culpar a mãe de algo, até que esta a mandou para a puta que a pariu, o troco não se fez esperar e a filha mandou-a logo pró caralho que a foda, ao que a mãe respondeu que ainda se aguentava bem, e que até tinha a escrita em dia. A conversa foi amansando ao ritmo dos copos de vinho que esvaziavam, eu era ali um mero espectador esquecido, no meio de tamanha confusão já não sentia era tesão nenhum, e para meu espanto e tristeza a minha tia também ia lá dormir aquela noite, eu estava fodido.
Meteram-se entretanto as duas na cozinha a cochichar e pediram para eu esperar na sala, carregado de curiosidade tentei espreitar, pois sabia que elas deveriam estar a mudar de roupa para ir dormir, não vi nada mas escutei a mais uma queixa da minha tia de que não apanhava no pito à um quelhão de tempo, entretanto saíram as duas já prontas a vir dormir, eu também já tinha vestido o pijama, a minha avó vestia a camisa de dormir preta fina justinha e ao lado da filha estava um tesão, porque a minha tia vestia uma camisa de dormir grossa, largona, com os botões todos abotoados até ao pescoço e tão cumprida que quase zurrava no chão. A discussão seguinte centrou-se onde dormir, para mim estava tudo bem desde que eu ficasse com a minha avó, mas eu não era tido nem achado nesta conversa, em que as duas lutavam pelo pior lugar onde dormir, o divã velho do sofá da sala, lá venceu a minha avó que assim ficava no divã a dormir, e perdi também eu que fui reencaminhado para a cama com a minha tia.
Deitamo-nos eu completamente envergonhado e cagado de medo de ficar com tesão e a minha tia que não me ligava a ponta de um corno, mais uma vez optei por ficar na pontinha da cama, não fosse crescer-me o pirilau, que por esta altura estava todo murcho e encolhido como o dono. Eu estava a tentar dormir e rebolei um pouco e embarrei na minha tia, fiquei logo todo acagaçado e pedi desculpa, não fazia ideia que ela estivesse tão perto, ela até soltou um risinho e disse que não era nada, também não conseguia dormir e a culpa era do cabrão do marido, o que ele lhe estava a fazer não se fazia a mulher nenhuma, eu não puxei conversa nem sabia como fazê-lo, mas fiquei mais à vontade, a tia mexia-se e eu até me deixei ficar para sentir as mamas dela embarrar em mim, e ela lá ia falando e repetindo argumentos. Até que ficamos mais juntinhos, eu não estava com tesão mas estava a gostar de ser roçado por ela, e ela só algum tempo depois é que se apercebeu do que se passava, eu estava na pontinha da cama e ela quase em cima de mim, pediu-me desculpa afastou-se para o meio da cama e puxou-me atrás dela, e voltou a pedir desculpa pelo que fez, mo meio da confusão aproveitei e deixei ficar as mãos nas mamas dela, não apalpei mas era bom, ela afastou-as para se mexer outra vez e só então deu por ela. Acendeu a luz do quarto na pêra e ficou a olhar para mim... eu estava todo acagaçado e isso notava-se, ela pediu para eu ficar tranquilo que não era nada e que não estava zangada comigo, perguntou-me se eu tinha gostado, e eu fiz-me despercebido, mas ela não notou a ingenuidade falsa, e disse que eu podia mexer-lhe nas mamas, a puta estava carente e eu cheio de medo, mas carregado de vontade de apalpar aquelas têtas, lá fui mexendo aos pouquinhos, ela estava sem soutien por baixo da camisa e conseguia sentir-lhe os mamilos. O tesão esta a voltar, quando ela perguntou se eu as queria ver, e ainda sem resposta começou a desabotoar a camisa, não se via muito além do rego que fica entre as mamas, mas já era alguma coisa, então ela deixou-me apalpa-las directamente, meti a mão pelo decote da camisa e saltei de tesão fui apalpando até que ela meteu uma de fora, mesmo na minha frente, sem mais nada pediu que a mamasse, agarrei-me a ela e não me fiz rogado, fui chupando e seguindo o que ela me dizia, mais assim, menos assado, e não tardou nada a ter a outra têta na minha frente para me consolar a minha piça já latejava de tesão, e por mais que fugisse a minha tia acabou por descobrir, foi à procura e fico espantada com o que apalpou. Saltou para cima de mim e escarrachou-se em cima da minha piça, aquelas duas têtas agora ao dependuro na minha frente eram um sonho, ela voltou a desmontar-me e tirou me as calças de pijama e passou a mão pela minha piça, votou a montar-me e cavalgava como se estivesse a foder, mas de camisa e cuecas eu nem lhe sentia a cona, entretanto ela voltou a procurar-me pela piça, levantou a camisa e fiquei a sentir-lhe a racha à distancia das cuecas, mas também não durou muito tempo, ela levantou-se na cama e tirou as cuecas, vi então pela primeira vez aquela rata assanhada, uma racha comprida rodeada de uma mata de pintelhos pretos, sentou-se em mim e agora roçava a cona na minha piça freneticamente, eu estava todo encharcado e ela também, até que se cansou e enfiou a piça na cona, eu nunca tinha sentido nada igual, ela parece que me comia a piça com aquela caverna quente e encharcada, e assim a piça a entrar toda de uma vez, foi um sonho, ela guinchava alto e bom som (sem vergonha da mãe que a essa hora já teria acordado), enquanto cavalgava ela tirou a camisa e ficou nua... aquela mulher era um espectáculo, entretanto não aguentei mais e esporrei-me todo dentro da cona dela, foi a primeira vez que berrei enquanto me vinha.

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