002 no palheiro da vizinha


Da famosa revista Gina, agora nem sinais, fora repartida pelos amigos, tal qual um troféu de guerra, pela ordem de importância foram distribuídas as melhores páginas, sendo que o dono gabando-se que podia sorripiar mais umas quantas, não ficou com nada, e eu também não. O tesão era uma coisa nova, mas precisava de ser alimentada, andava agora eu à cata de todo e qualquer pedacinho de decote, ou até de uma qualquer réstia de perna descuidada que me entusiasmasse. As coisas estavam difíceis e eu começava a ficar até já desesperado, com a falta de entusiasmo, até que um dia estava bem entretido num dos meus passatempos favoritos: atirar pedrinhas ao regato, quando me apercebi que andava por ali na horta a minha vizinha, fui-me aproximando sorrateiramente, quando ela levanta um pouco a saia (olha a minha sorte), abaixa-se e começa a mijar, bem não se via nada… ou melhor via-se muito, ela levantou-se e fiquei preso a uma duvida, as cuecas?, e não tinha ela casinha em casa?, seguindo a vontade do meu tesão, fui despercebidamente atrás da mulher, que muito cambaleante entrou para o palheiro, tratei logo de espreitar por todas as frestas, que bem conhecia de tanto ali jogar ás escondidas, e só depois de ter dado duas voltas completas ao casebre é que dei com ela, estava deitada na palha muito quieta.
Empertigado com a situação resolvi espreitar de mais perto, esgueirei-me e entrei por um sitio que só eu conhecia, depois de me ter posto à espreita de mais perto, fiquei sem duvidas ela dormia (e ás vezes até roncava), passou a tensão, podia agora dedicar-me a observar melhor, as formas das mamas espalmavam-se porque ela estava deitada, mas notavam-se bem (eram grandes), as pernas só se viam um pouco abaixo do joelho, aquela saia era grande, e metia-me confusão, contudo o meu tesão estava ao máximo, abri a breguilha saquei do pirilau e esfreguei um pouco, que bem que sabia, cheio de medo de ser apanhado, voltei a meter dentro. Escondi-me melhor e analisei com calma, não se ouvia vivalma além do pontual roncar da mulher, quem podia vir agora ali? feitas bem as contas: ninguém, ou se não ela não se punha para ali a dormir tão descansada, sujeita a ser apanhada e levar um arraial de porrada do marido, então podia valer a pena arriscar e chegar um pouco mais perto para ver melhor.
Assim foi, mais cheio de tesão do que de coragem fui-me aproximando de gatas, comecei logo por ficar cativado por aquelas mamas que pareciam fazer rebentar com os botões da blusa, e aquelas pontas que se notavam, era de mais, capaz de me fazer esquecer a Gina de vez, ganhei coragem e cheguei mais perto, queria tocar nela, mas estava completamente acagaçado. Aquele sono intrigava-me, para mim só os Mexicanos é que dormiam a cesta, eis que mais um ronco e eu sinto aquele bafo a vinho e aguardente que lhe sai das entranhas, fez-se luz, resolvi então abana-la um pouco para ver se acordava, levantei-me e preparei-me para correr se tal acontecesse, abanei-a 3, 4, 5 vezes e nada. Voltei a pôr-me de gatas abeira dela, sentia-me agora eu bêbado de tesão, passei a medo uma mão pelas mamas, e a outra, e as duas, e era bom, aquela blusa estava a fazer-me confusão eu dei o meu primeiro apalpão mas não vi, e ela nem sequer usava soutien nem nada, e as cuecas, não me saía da cabeça, será que tinha?, mas tirei os olhos das pernas e voltei à blusa, pensei: dois botõezitos a menos e a vista seria outra, mal toquei no primeiro ele parecia que tinha uma mola e logo saltou, e o quarto e o quinto também saíram com facilidade, e que belo par de mamas que eu tinha agora ali à minha frente, e pensar eu que já tive de mamar numas daquelas e que nem sequer lhes dava valor. O roncar compassado continuava, e dentro das minhas calças eu sentia agora algo de novo, o meu pirilau parecia querer estourar. A hora era de tesão, e eu apalmei e voltei a apalpar, senti-lhe os bicos e até fiz como tinha visto na revista, fui chupar um bocadinho, e repeti, e senti que já tinha as minhas cuecas molhadas.
Agora era pegar ou largar, aproveitar a oportunidade ou fugir já a correr, as chances não eram muitas, e voltei a equacionar, com a blusa tinha sido fácil, mas aquela saia nem parecia ter ponta por onde pegar, para mim era algo de novo. Passei a mão pela parte das pernas à mostra, era bom, mas era muito pouco, levantei a saia e espreitei o que pude, mas não vi nada, quando de súbito a mulher se virou completamente e ficou de barriga para o ar, agora ela ressonava que nem uma vaca, passado o meu susto veio o meu espanto, a minha sorte tinha mudado, ela estava agora com as pernas um pouco mais abertas, e até a saia me parecia agora mais larga, e tinha agora uma ponta. Sem hesitações peguei na ponta da saia, que escondia mais tecido, eu ainda não estava habituado a estas coisas das mulheres, puxei e encontrei outra ponta, abri as pontas da saia até deixar as pernas à mostra, estava a caminho da rata e mais nada me importava, a não ser que estivesse tapada pelas cuecas, embalado pelo roncar, puxei até a saia se soltar, e rasgou em algum sítio que eu ouvi, e vi o que cria. Não trazia cuecas a cona estava ao léu. A desilusão foi total, tinha visto na revista uma apresentação muito lindinha, mas isto aqui parecia mais um ninho de ratos que uma rata, mas que porra! Fiquei sem ponta de tesão.
Mas não desisti, queria ver melhor, era a minha oportunidade única, e até estava a correr bem, abri-lhe as pernas ainda mais, e vi melhor, aquele monte de tufos de cabelo escondia algo e já se via uma aberturazinha, e tinha de ser, abri-lhe as pernas uma para cada lado, e vi a racha, coberta de pelos por todo o lado, tocar-lhe era o ultimo desafio, passei os dedos cuidadosamente pela fresta e senti que estava húmida, enfiei o dedo um pouco era quente, e… foi ali assim mesmo com o pirilau guardado e quieto que me vim pela primeira vez, era bom fui ao céu e voltei. Olhei cuidadosamente mais uma vez para ficar com o retrato, deixei a bêbada como estava (ela que se desemedasse), e saí dali para fora a correr a sete pés, era o miúdo mais feliz da terra.

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