008 todo dorido

Andei o resto do dia todo dorido, aquilo doía e ardia, e ainda por cima o tesão não passava, à noite fui-me deitar cheio de vontade de esgalhar e mal me vi debaixo dos lençóis não perdi tempo. Estava eu tão bem entretido a divertir-me que nem dei por ela, a minha mãe entrou de mansinho (ou não) no quarto e estava sentada na cama a olhar para mim, fiquei todo atrapalhado, desculpei-me a dizer que me ainda me doia (o que até era verdade), mas foi pior a emenda que o soneto, porque ela quis ver, e viu-a toda molhada, eu ainda não me tinha esporrado, mas não faltava muito. Esteve a observa-la qual medica especialista, e puta da gaita estava inflamada, tal qual ela me disse, mas não sabia se eu fazia bem ou mal estar a atiça-la, o poir é que eu estava a rebentar de tesão, e a minha mãe ali de camisa de dormir não melhorava a situação, os meus olhos também observavam, iam das tetas para as pernas dela e voltavam, e quando ela se baixou para ver melhor, e eu lhe vi as mamas sem soutien, pela abertura da camisa, rebentei, esporrei-me quase na cara dela. Eu fiquei todo aflito, não sabia onde me meter, devia até estar a tremer, e isso notava-se, ela tentou sossegar-me, fez-me carinhos e acabou por se deitar a meu lado. No meio de tudo aquilo não tardou muito para a minha piça voltar a acordar, e não tardou muito a ela lhe passar a mão, e eu aproveitei para passar a mão nas tetas dela, para surpresa minha ela abriu mais uns botões para eu o fazer directo, e foi então que as chupei, era bom, não cabia em mim de tesão, e tentei esfregar-lhe a racha que não me saia da memória, custou primeiro foi por cima da camisa, depois lá consegui só por cima das cuecas, era rechonchuda e aquelas duas beiças cheiinhas deixaram-me tolinho. Estava tudo a correr bem até que ela me afastou, quase murchei, ela começou a mexer-se e tirou fora as cuecas, não quis fazer mais nada a não ser monta-la, e assim fiz, ela devia ter tanto ou mais tesão que eu, porque gemia e arfava baixinho. Já não havia dor que me contivesse, tentei penetra-la, mas faltava-me o jeito, e teve de ser ela a apontar a piça à greta, entrei um pouco e senti-me logo num outro mundo, ela só gemia e pedia para enterrar, e para falar verdade, eu nem sabia como fazer, foi ela que mais uma vez deu todos os jeitos, me agarrou e finalmente me enterrou dentro daquela caverna húmida e aveludada, em pouco tempo esporrei-me dentro dela, que deve ter adorado. Tal como chegou, também quase não dava por ela ir embora, mas ainda bem me lembro do que ela fez, apertou os botões da camisa, e vestiu as cuecas, ao pô-las no sitio passou a mão entre as pernas e repuxou-as bem para ficarem bem enterradas na cona encharcada, deixou cair a camisa e vi então uma cena repetida, voltou a passar a mão entre as pernas por cima da camisa como quem esfrega só um pouco, também tinha visto a minha avó fazer o mesmo mas sem cuecas, tal mãe tal filha, grandes vacas.

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