007 Perder os três

Tal como escrevi à altura no meu diário eu sentia-me um garanhão, todas estas novidades deixavam-me em estado quase febril todas as oportunidades eram boas para esgalhar o pessegueiro, até que a tragédia aconteceu. Estava eu na casa de banho a tomar banho e com o pirilau meio teso, quando a minha mãe entrou, eu não podia fazer nada, até porque era habitual ela ajudar-me, ainda tentei esconder mas era tarde de mais ela tinha visto, pior ainda ela debruçou-se sobre mim e eu fiquem com uma visão clara para as suas mamas, e fiquei todo teso. Além do mais a minha mãe deu com um problema, eu tinha o pirilau todo inflamado na ponta, eu ainda era virgem e não tinha rompido os três. Seguindo o conselho da minha mãe o melhor era resolver a questão já, embora envergonhado lá comecei a tocar ao bicho no banho, incitado por ela que me ia pondo água por cima do pirilau teso, não sortia efeito, ela mandou-me fazer com mais força, mas doía, esfreguei sabonete mas não adiantou. Então a minha mãe deve ter achado que eu precisava de um pouco mais de estimulo e começou a tirar a roupa, aquelas mamas que eu bem conhecia tapadas, vistas assim eram umas brutas têtas, e quando ela ficou só de cuecas a visão fez-me rebentar de tesão, as cuecas eram finas e apertadas, e estavam enfiadas na racha da cona deixando de cada lado dois papinhos, era de delirar, e ela também as tirou, aquela cona era um espectáculo, não era uma rata no ninho como a da vizinha, nem deslambida como a racha da avó, mas aproximava-se da vagina da Gina da revista. Ficamos os dois no banho apertados na banheira, frente a frente, eu todo teso, ela de cocaras sem saber o que fazer, mandou-me continuar a tocar ao bicho, eu só me queixava que doía muito, ela pegou no meu pirilau e começou ela, encostei-me para trás e deixei, esqueci a dor. Mas continuava sem romper e cada vez mais vermelho, até que a minha mãe parou e começou a acariciar a cona, primeiro devagar e depois enfiava os dedos com voracidade, cheio de tesão voltei a pegar no pirilau, e esgalhei com força, senti dor e prazer misturado, e saiu sangue e esporrei (se calhar pela primeira vez), e fiquei a olhar para o meu pirilau que agora era uma piça, enquanto a minha mãe se vinha à minha frente. Tudo terminou, ela mandou-me arregaça-la bem e lava-la em condições e recomendou-me que para não colar de vez em quando repetisse o exercicio, nem era preciso dizer.

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