003 casa da avó, 1

Andei toda a semana empolgado com a experiência com a vizinha bêbeda, mas era a minha vez de ir ficar o fim-de-semana a casa da minha avó que vivia sozinha, e assim não podia expiar a minha vizinha. A contragosto lá fui eu no fim de jantar para casa da velha, quando lá cheguei vesti o pijama e fui ver a Dona Xepa, uma novela brasileira que era de mais, estava eu deitado no chão a olhar para a TV a preto e branco quando a minha avó passou para a cama pelo único sitio possível, por cima de mim, e até hoje guardo aquele flash nos meus olhos, ao olhar para cima vi a rata da velha, ui, eu volto com o filme atrás, a minha avó vestia uma camisa de dormir preta fina, e estava sem cuecas, e eu vi-lhe a racha com algumas preguinhas e que quase não tinha pelos e um bocado dos pelos do ninho da rata, ela deitou-se e eu fiquei petrificado, depois de respirar um pouco inventei uma desculpa e fugi para a cozinha com o meu pirilau a querer saltar do sitio. Sentei-me e esfreguei-o um pouco, ele merecia, mas havia algo que me continuava a preocupar: eu tinha de dormir na mesma cama da velha. Deitei-me na pontinha da cama e assim fiquei até ao final da novela, antes de apagar a luz a minha avó foi ao penico, levantou a camisa e sem qualquer pudor ou muito distraída, mijou mesmo viradinha para mim, e eu ali, teso outra vez a ver ainda melhor aquela cona, agora de cócoras e com as pernas escarrachadas a racha abriu-se e jorrou... e eu vim-me, mesmo quase petrificado, no fim ela pegou num paninho molhado e esfregou na racha e depois ainda limpou-se entre as pernas com uma toalhinha, e eu estava outra vez todo teso. Assim que ela se deitou virei-me de costas, mas não consegui dormir.

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