079 Papos de cona a rever leite

Quando ele voltou a entrar em casa, sentiu logo um fresco aroma a rosas no ar que o deixou inebriado, ela já se tinha arranjado, e estava só de camisa de dormir, por baixo do tecido fino notavam-se com clareza os grossos mamilos arrebitados, que contratavam com o seu ar ausente que o cabelo solto ajudava a esconder. Estava bonita de morrer, e não fosse o respeito por ela estar ali assim, na sala de joelhos, frente à imagem da Senhora, de mãos juntas a desfiar as contas que os seus lábios transformavam num zumbido indesminto, e tinha sido outro problema.
Por isso ele apressou-se para a casa de banho deixando para trás aqueles pensamentos pecaminosos. Que cortesia a dela, já lhe tinha deixado uma bacia de água morna e tudo, e aquele sabonete… um luxo, nunca ele tinha cheirado nada igual. Que bem lhe soube aquele banhito, ele estava todo melado por baixo de quando se tinha esporrado, as cuecas pegavam à pila e os pintelhos estavam todos peganhentos. Deixou-se levar e lavou-se da cabeça aos pés, limpou-se a uma grande tolha macia e seca. Penteou o cabelo com um atrevidissimo risco a meio e aproveitando a embalagem agarrou no frasco de água de colônia verde garrafa do marido dela e perfumou-se. Cheirava-lhe a erva fresca acabada de cortar e pétalas de rosa.
Sentia-se um príncipe, nem lhe apetecia vestir a aquela roupa suja e velha, enrolou a toalha à cintura para no quarto vestir um pijama lavado.
Quando estava a sair da casa de banho a madrinha chamou-o do quarto. A porta estava aberta e ele com vergonha de estar meio despido espreitou só e pediu um bocadinho para ir vestir o pijama, mas ela insistiu para ele entrar. Ela já estava deitada na cama e coberta, e depois dela voltar a pedir para ele ir à beira dela ele lá acedeu, e entrou no quarto dela.

Ela abriu a roupa da cama, os lençóis brancos imaculados, a contrastar com as riscas azul bebé da camisa de dormir. Estava com um ar angelical, calmo e tranquilo. Os longos cabelos quase tapavam a grande almofada. Dos olhos emanava um brilho especial. Da boca suplicante saiu uma tímida língua que lambeu um pouco o lábio superior, e fugiu assim que os dentes de cima apareceram para prender a beiça de baixo e abafar um sorriso.
Não tardou nada até um suspiro lhe ter enchido o peito, onde as grandes mamas, mesmo assim desmaiadas, uma para cada lado do seu corpo deitado, emprestavam à caixa torácica um volume de tirar a respiração.
As mãos dela apareceram como que do nada, a esfregar calmamente as coxas por cima do tecido fino da camisa de dormir, e com a maior naturalidade do mundo, agarrou nele pelo bordado da bainha e levantou-o até ao ventre. As pernas esfregavam-se uma na outra como se massajassem algo ali no meio das coxas, no negro triangulo da perdição.
Entretanto a comichão diluiu-se, e ela abriu um pouco as pernas, mostrando o emaranhado escuro dos pelos púbicos no ninho da rata, e lá no meio uma pequena e sorrateira vulva. As mãos dela não paravam quietas, era como se a sua pele do corpo estivesse em numa aflição sempre a precisar de ser esfregado, como que a aliviar um fogo que não se vê, mas consome a carne e a pele. Neste frenesim não tardaram a encontrar a orgiem do calor, e logo atingiram a zona de penetração. Ela passou os dedos pela cona, e deixou à mostra uma enorme racha bem aberta, rosada e brilhante.
Nisto, com a maior naturalidade do mundo, ela diz-lhe: “Deita-te aqui, e faz-me um filho!”

Ele ficou paralisado sem saber o que fazer, sentiu-se gelado, e envergonhado, deu dois passos para trás, queria fugir dali, mas bateu de costas na comoda.
É inacreditável, aquele gajo que ainda à pouco sonhava acordado em comer a madrinha à força, era só mais um bocadinho e tinha-a fodido contra a parede, nem que fosse preciso violar… estava agora ali frente a ela todo acagaçado, e a fugir.
Dei dois calduços no Preto, e chamei-lhe meia duzia de nomes feios de caguinchas, a borradito de merda, de filho da puta, a paneleiro, tudo o que me veio à cabeça.
«E tu? Cagalhão, se fosses tu o que fazias?» perguntou-me ele.
Já era de noite e estavamos junto à cabine da luz, tinhamos estado a preparar a surpresa para o Ti Coisinho. Eu sentei-me no muro e ele ficou de pé à minha frente, a olhar-me com um ar desafiador, eu saquei de um cigarro era o ultimo do maço. Nisto ele insistiu comigo, dei mais uma passa no cigarro, passei-o a ele, e eu dei-lhe a resposta mais obvia.
Ela já estava pronta era só deixar cair a tolha, montá-la, espetar a piça tesa pela racha fresca acima, bombar até me esporrar todo, e deixar a queles papos de cona a rever leite.

078 “Deita-te aqui, e faz-me um filho!”

#spoileralert
Cenas dos Proximos Capitulos 

Ela abriu a roupa da cama, os lençóis brancos imaculados, a contrastar com as riscas azul bebé da camisa de dormir. Estava com um ar angelical, calmo e tranquilo. Os longos cabelos quase tapavam a grande almofada. Dos olhos emanava um brilho especial. Da boca suplicante saiu uma tímida língua que lambeu um pouco o lábio superior, e fugiu assim que os dentes de cima apareceram para prender a beiça de baixo e abafar um sorriso.
Não tardou nada até um suspiro lhe ter enchido o peito, onde as grandes mamas, mesmo assim desmaiadas, uma para cada lado do seu corpo deitado, emprestavam à caixa torácica um volume de tirar a respiração.
As mãos dela apareceram como que do nada, a esfregar calmamente as coxas por cima do tecido fino da camisa de dormir, e com a maior naturalidade do mundo, agarrou nele pelo bordado da bainha e levantou-o até ao ventre. As pernas esfregavam-se uma na outra como se massajassem algo ali no meio das coxas, no negro triangulo da perdição.
Entretanto a comichão diluiu-se, e ela abriu um pouco as pernas, mostrando o emaranhado escuro dos pelos púbicos no ninho da rata, e lá no meio uma pequena e sorrateira vulva. As mãos dela não paravam quietas, era como se a sua pele do corpo estivesse em numa aflição sempre a precisar de ser esfregado, como que a aliviar um fogo que não se vê, mas consome a carne e a pele. Neste frenesim não tardaram a encontrar a orgiem do calor, e logo atingiram a zona de penetração. Ela passou os dedos pela cona, e deixou à mostra uma enorme racha bem aberta, rosada e brilhante.
Nisto, com a maior naturalidade do mundo, ela diz-lhe: “Deita-te aqui, e faz-me um filho!”

Continua, ou melhor… recomeça brevemente.

077 A gemer e a foder...

No fim de jantar comeram a meias uma laranja sentados na soleira da porta, ela descascava e dava-lhe os gomos à boca, ele só queria era que ela se descascasse toda, e já não faltava tudo. Ao fundo, atrás dos montes o pôr-do-sol abrilhantava a cena, e emprestava ao casal um ar de namoro encantado. De tão juntinhos que estavam, ele quase conseguia sentir a respiração dela que lhe elevava o peito e fazia sobressair ainda mais os peitos, sempre que ela inspirava mais fundo, ele não se poupava em rodeios e aproveitava para dar uma espreitadela ao decote, e deliciar-se com aquela paisagem acidentada.
E o braço maroto, sempre aquele bracinho maroto, assim como quem não quer a coisa, a roçar de lado nas mamas, e a mão, essa mãozinha tonta, a passar despercebida na perna...
Transforma-se o admirador na cousa admirada, porque ela estava admirada.
Como ele estava crescido.
Como ele estava bonito.
Como ele parecia um homem feito.
Passou o tempo todo a gaba-lo, e ele todo contente, lá ia passado o rabo do olho que agora descia mais um pouco até à racha... da bata, que se abria e mostrava um bom bocado de coxa nua, quase, quase até à racha... da cona. A sua mente ia divagando entre os piropos da madrinha e os pensamentos que lhe assaltavam a cabeça, aquele corpo quente ali mesmo ao lado, aquela mulher era todo fogo, e ele começava a arder de tesão, a imaginar aquele pedaço de mau caminho ali juntinho, bem pertinho, tapado só pelo tecido fino da bata.
Aqueles peitos sem soutien, com dois enormes bicos a transparecer, e aquelas coxas grossas, a pele branca a palpitar, mesmo à espera de serem agarradas, com uma mão, seguradas com duas mãos, apalpadas, do joelho para cima, de fora para dentro, de baixo para cima, bem para cima, entre as pernas, até ao entre pernas, até descobrir o segredo.
Bem ali no centro das atenções, no meio das pernas, onde toda a mulher se encontra, onde todo o homem se perde, estavam as duvidas que lhe assaltavam a mente…
Será que está de cuecas.
Será que anda com o pito a arejar.
Será que tem uma grossa pintelheira.
será que tem umas beicinhas delicadas.

Ele parecia estar alucinado, tínhamos perdido completamente a noção do tempo, estávamos no sótão do palheiro da vizinha, e já nem sequer interessava aquilo que nos tinha levado até ali, o que queríamos fazer estava (quase) feito. Aquela ideia “romântica” de nos armarmos em cagões, como o ladrão que volta ao local do crime, nós estávamos ali para nos vingarmos do Ti Coisinho (o tratorista) e da minha vizinha, que armada em prostituta que lhe andava a pagar com o corpo.
Mas, voltando ao cerne desta questão, o que agora interessa é o resto da historia, e o Preto falava, perdido a imaginar, ou encontrado a desabafar.
Caralho! Assim não vamos a lado nenhum. Chamei eu à atenção, afinal o que eu queria saber era se ele tinha feito alguma coisa com ela ou não, se a tinha montado. Mas ele não estava pelos ajustes, se eu queria saber o tal segredo, tinha de saber esperar, e saber escutar.

E, pelos vistos, também lhe aconteceu igual naquele fim de tarde, ela deu por ele de cabeça perdida, ele estava longe, ou melhor perto de mais. Chamou-o à atenção, só que não foi com caralhadas, que ela não é uma filha da puta qualquer. Foi assim com coisas que só os que só os amantes entendem,
Uma lapadinha.
Uns miminhos.
Uma palavra mais doce.
Uns risinhos idiotas.

Nisto, ela disse que se ia arranjar... como? assim, com o sol ainda a despedir-se, num vermelho de fogo ardente, ia assim já para a cama?, tão cedo?, deitar-se com as galinhas? Pois, porque é preciso aproveitar enquanto a noite ainda é uma criança. Então, deu-lhe um beijinho na testa e foi-se.
Ela levantou-se, e ele viu. Sim, ele viu, jura, pelos olhos que a terra há de comer. Viu, um bocadinho da mata negra, uns pelinhos pretos, uns pintelhos, algures entre a barriga da coxa e o triangulo da perdição.
Ele ficou no mesmo sitio, virou-se um pouco, e ficou a vê-la caminhar casa dentro, a admirar-lhe a traseira. Pés descalços, músculos soltos, e aquelas coxas grossas (um sonho), a sustentar aquele rabo, duas nádegas perfeitas, a bambolear acima e abaixo ao sabor dos paçinhos de princesa.
Agora, tudo ardia. Agora, tudo era força. Agora, era a valer, agarrar aquele corpo, apalpar aquele cu todo, aquele grande cagueiro, sentir o que é bom. Encher as mãos com aqueles peitos, sentir os mamilos tremer nas pontas dos dedos. Descer a mão por entre a roupa, sentir a pele macia do ventre e procurar o tesouro. Não! Não a deixar reagir. Não! Não, a deixar escapar, encostá-la à parede, levantar-lhe a bata, passar a mão entre as pernas, sentir a cona a rever. Ela não quer, mas não há volta a trás. Agora é tarde de mais, sua provocadora! Uma mão a agarrá-la pelos cabelos, a forçá-la a vergar-se um pouco, assim a empinar o cu. A outra mão a agarrar na piça, tesa que nem um virote, e espetá-la, assim de uma vez só, pela cona acima, sem dó nem piedade. 
A gemer e a foder...
Nos breves instantes em que ele comeu a madrinha com os olhos, ali assim, ainda sentado no mesmo sito, a sonhar acordado o afilhadinho querido, sentiu-se molhado. Não precisava que lhe trocassem a fralda, o nosso menino das alianças está crescido. Pela primeira vez na vida, sentiu-se esvaziar, sem precisar da habitual assistência manual, sem esgalhar o pessegueiro, com a piça guardada dentro da roupa. 
De repente, ficou cego..., sentiu o jato de leite que lhe brotou dos testículos, inundou o escroto,... viu estrelas..., e esporrou-se todo.

076 Cousas da Dita Dura

Isto passou-se numa celebre segunda-feira, o marido da madrinha ligou a dizer que tinha chegado bem, e deu a grande novidade, a história que abalava a capital, não se percebia bem se a cadeira se tinha arrumado, ou se alguém mais afotio a tinha desarmado, e também não se podia dizer estas coisas assim ao telefone de qualquer maneira, mas o que se constava, e podia nem ser verdade, era que o Senhor Presidente do Conselho tinha caído da cadeira, ai coitadinho…
Mas esta mulher não era cá de coisas, com o esposo fora por duas semanas para ir acabar uma obra em Lisboa a consorte, tinha com sorte, conseguido ficar com o seu querido afilhado em casa para lhe fazer companhia, e foi este que foi levar aquela novidade ao Senhor Abade. Mas só a ele, a mais ninguém, e tinha de ser ao ouvido como um segredo de confissão, porque essas coisas não se podem dizer a qualquer um e assim de qualquer maneira, porque eles andam aí, e as paredes têm ouvidos, cruzes credo.
O rapaz lá foi, e quando chegou à casa paroquial não encontrou ninguém, e ninguém lhe atendeu à porta, não estava lá o Senhor Abade, nem a irmã, nem a empregada. O nosso amigo já estava para desistir quando se lembrou de ir ver se andava alguém a catar pela horta, quando estava a passar ao lado da casa, ouviu uns barulhos estranhos e ficou curioso. Pendurou-se no parapeito da janela, mas como a cortina tapava a visão teve de se ajeitar melhor, ainda conseguiu espreitar um pouco, e até podia jurar que, pelo barulho, e pelo que viu... talvez um cu e dois pares de cuecas pelas canelas (algo assim), que o padre montava numa das mulheres da casa, ou noutra qualquer porque não lhe onde faltar por ali é ditosas comadres com fome. Mas, mais não viu o nosso moço, porque escorregou, caiu, rasgou as calças e esfolou um joelho.
O recado, esse, só foi dado ao fim da tarde, estava o reverendo a sair do café e o adro da igreja já cheio de beatas, prontinhas... para assistir à missa. O Padre ficou aflito com tal noticia, esse segredo de lesa pátria, podia ter muitas interpretações e não podia andar assim por aí a ser dito, era quase tão grave como se dizer que o Padre andava metido com uma mulher.... ironias.

Nisto tive de o mandar calar durante um bocado, pareceu-me ouvir barulho na parte de baixo do Palheiro da Vizinha. Nesse entretanto fiquei a pensar naquela coisa do Senhor Padre Cura, eu a modos que já desconfiava disto, e claro que agora será uma situação para explorar melhor. O Preto aproveitou logo para desconversar, sempre a fugir com o rabo à seringa, começou a falar de politica, pois o dito Presidente e o regime já foram mas que calhar a PVIDE ainda anda por aí, historias, ditos, etc e tal.., mas a mim só me interessa ter a Dita Dura, e uma boa cona à mão, onde a espetar, e malhar até me esporrar. Dei dois calduços no gajo para ele soltar a língua… e após mais uma acalorada troca de galhardetes, ele lá continuou.

Regressou a casa da sua muito querida (e antiga ama de leite) à hora de jantar, ela andava a varrer o pátio, agarrava o cabo com mestria e dançava ao som das poucas folhas que a vassoura empurrava, mas havia ali algo mais de especial, aquele toque de cintura que faz abanar a roupa solta, e saltar o peito e as têtas, o brilho quente dos olhos e um sorriso largo, meio escondido pelo cabelo solto que lhe cobria parte do rosto rechonchudo, emprestava-lhe um ar de garina roliça, capaz de rivalizar com uma qualquer moçoila com dez anos menos.
Parou logo com as limpezas, encostou a vassoura à umbreira da porta, e ficou à espera que o moço entrasse, assim que este entrou, passou-lhe a mão pelas constas enquanto o encaminhava para a mesa e lhe indicava o banco do costume, nesse entretanto ficaram ali parados um pouco enquanto ele lhe contava o segredo do Padreco, o recado da ditadura claro, que as outras Cousas da Dita Dura não são conversas que se tenham com uma respeitada senhora casada. Entretanto ela regressa à mesa e entrega uma malga de sopa ao nosso amigo, que quase se engasgou de imediato com a côdea que já estava a roer, porque assim que ela se debruçou quase lhe caiam as mamas soltas pela esgalha da bata fora, aqueles dois enormes melões, ficaram ali assim ao penduro, encostados um ao outro, no limiar do decote, de fora quase até aos mamilos. Ela apercebendo-se da aflição do seu querido Menino das Alianças, apressou-se logo a ir em seu auxilio, deu-lhe umas palmadinhas nas costas e depois para o sossegar ainda o agarrou um bocadinho pelo peito, coisa que o rapaz tanto apreciou, porque ficou com a cabeça encaixada mesmo no meio daquelas assombrosas têtas.
Entretanto ela voltou para o fogão, as curvas do corpo a rebolar na mesma medida em que debaixo da mesa a pila grande ia crescendo, ficando maior na medida do tesão, do preto que, confessa, naquela hora só lhe apetecia, levantar-se e puxar pela ponta do laço da fita da bata, e ver que segredos escondia aquele corpo da sua querida madrinha.

075 Meia Fodinha.

Uma broma, só podia, aquele Preto estava a brincar comigo, eu estava incrédulo. Que ele me dissesse que andou por lá a espreitar a madrinha e a bater umas pivias à custa disso, até dou de barato, que a tenha apanhado (desprevenida) com as têtas ao léu na casa de banho, até admito que possa ter sido, agora quanto ao resto… até me custou a digerir.
Parou tudo.
Estou com o meu amigo, no palheiro da vizinha, a aprontar mais uma, e em grande.
Esqueço tudo, e ouço-o cada vez com mais atenção, faço perguntas, satisfaço a minha curiosidade, e ao mesmo tempo tento tirar a limpo, e ele disse que não me escondeu nada.
Agora rebobinando, e ordenando as ideias do gajo, é assim:
Pelo que a madrinha lhe contou porque ele não se recorda (claro), quando ele nasceu a mãe por infelicidade não o conseguiu amamentar, arranjou então como ama de leite uma amiga da família, que embora fosse nova, dava leite como se fosse uma vaca. O bebé não estranhou e
a miúda cuidou dele nos primeiros anos de vida. Enquanto os pais dele estavam no campo ela ficava a cuidar da casa e a tratar do menino.
Está então explicado como é que ele já lhe tinha visto as mamas.
Ela dava-lhe de mamar, então ele já lhe tinha mamado nas têtas, e até as as apalpou, muito bem e muitas vezes, mas isso nem é considerado apalpar, porque quando sé é bébé não há intenção e ainda reina a Inocência. A história parecia simples se não fosse o resto.
Então é assim, como ela era uma rapariga casta para evitar confusões e semvergonhices, ela cuidava dele sempre sozinha, mesmo quando estava alguém em casa ela fechava a porta do quarto para ficar à vontade. Tratou sempre do afilhado como se de um filho se tratasse, foi e ainda é como uma segunda mãe para ele, a mãe até costuma dizer que a madrinha é mais que mãe dele, e que lhe está eternamente grata por tudo.
Tratando-se uma rapariga solteira e ainda sem namorado, ela confessa que se sentiu logo atraída pelo facto de… poder tratar dele, porque lhe causava muita curiosidade, e que aproveitava sempre para lhe mexer quando lhe trocava a fralda. Sempre que lhe dava de mamar ensinava-o a meter as mãozinhas no seio e a chupar bem no biquinho. E no fim, por vezes (à noite na cama), sentia-se tão quente e excitada nesses momentos que até tinha de meter a mão pela saia acima para esfregar o grelo, e consolar a pita.
Um belo dia o menino ficou com febre, foi uma doença para ela que foi com ele ao médico que até a tratou como se ela fosse a verdadeira mãe do menino.
Quando chegou a casa com ele deu-lhe banho e entes de o vestir teve de lhe pôr um supositório,...

Espero que o caro leitor não fique indignado com esta paragem na narrativa, poque agora é que a porca torce o rabo, não é por falta de vontade de lhe contar o resto e aqui relatar algumas das aventuras que o preto me narrou acerca da sua infância com a sua madrinha, mas… O certo é que não posso.
Esta parte da história pertence ao Preto, e por isso, depois de nestes últimos dias termos “debatido” a questão, tenho de me render e respeitar a vontade dele só publicar o que ele me autoriza.

Assim sendo resta-me dizer que meia duzia de anos depois destes factos ele foi menino das alianças no casamento da madrinha, e que ela já estava casada há mais de uma década e ainda sem filhos, quando a história reatar…

074 Aroma a Cona Madura

Impressionante, nem nos mais estropiados sonhos alguma vez iria imaginar aquilo.
Estive com o preto no palheiro da vizinha… Sim! Lá mesmo e porque não, o ladrão volta sempre ao local do crime, e se eu cometi furto ao roubar a roupa ao velho, o que o chulo armado em proxeneta fez também pode ser considerado lenocínio.
Mas deixemos de parte as discussões que eu tive com o meu colega e passemos ao cerne da questão, o palheiro era o local ideal para o que tinhamos a fazer, eu e as minhas maquinações e claro tudo aquilo que ele tinha para me contar… Simplesmente fantástico.
A história dele reza assim,
Há alguns anos atrás o padrinho do preto foi acabar uma obra para Lisboa e só vinha a casa de quinze em quinze dias ao fim de semana, assim e durante algum tempo, ele esteve a fazer companhia à madrinha para ela não ficar sozinha em casa. Nunca ninguém lhe deu uma cabal explicação para aquilo, mas estaria algures entre os ciumes do marido e o medo que ele tinha que ela lhe pusesse os cornos.
Ainda agora a mulher não é nada de se deitar fora, ou melhor era de deitar (na cama) e foder, e o preto não resistiu a deitar o olho às coxas, chegar-se às mamas (para lhe sentir o volume), e claro a expressão máxima do punheteiro profissional, espreitar pelo buraco da fechadura quando ela ia mudar de roupa para deitar. Era de esporrar e babar-se por mais.
Um autentico regabofe, uma noite viu pela frincha da porta da casa de banho, ela a levantar a camisa de dormir, a baixar as cuecas até às canelas e a mijar de alto, com o esguicho forte a jorrar da mata negra entre as pernas, e perdeu a conta a quantas bateu pela noite fora, cuecas, calças de pijama e lençóis cheiinhos de manchas. Acordou na manhã seguinte com ela a dar-lhe um beijo de bom dia e a dizer que só tinha vindo ver se ele estava bem e que ainda era cedo e podia ficar na cama mais um bocado enquanto ela ia acomodar o gado, tudo bem e nada melhor do que acordar assim a olhar decote adentro para aquele peito sem soutien e ver aquelas têtas ao dependuro com um dos mamilos quase de fora e a pedir para ser chupado.
Ele esporrou-se todo mal alisou o pau, e foi logo de seguida à casa de banho para fazer o xixi da manhã. Quando voltava do quarto de banho, viu em cima da cama dela (ainda por fazer) a camisa de dormir, entrou, agarrou na camisa e cheirou-a aquele cheiro a mulher madura enibriou-o, e deixou-lhe a pila de pé no mesmo instante. Baixou os truçes e as calças de pijama, e esfregou a camisa entre as pernas, era macia como uma rosa, suave como veludo e estava quente como um forninho.
Nisto viu em cima da cama algo que o deixou ainda mais perdido, umas cuecas, umas cuecas, umas cuecas de mulher brancas e com umas florzinhas vermelhas desbotadas, umas cuecas usadas abertas e com o selinho para cima. Agarrou nelas e sentiu-as humidas. Sinal evidente de muito grelo coçado, restos da noite de uma mulher carente que sozinha na cama se consola como pode.
Ele agarrou nelas, cheirou-as e sentiu o aroma morno a sumo de pita, era a essência de uma cona requintada, já que esta decididamente não cheirava a bacalhau. Sentiu a pila a escorrer, passou o tecido pela cabeça para juntar os dois fluidos. Num impulso, voltou a pôr as cuecas abertas com o tecido de dentro para cima, e pôs-se em cima delas, motou-as, foi como se estivesse a ir ao pito à madrinha, esfregou a piça bem lá no meio, e em menos de nada voltou a agarrar nas cuecas e veio-se bem enchendo de leitinho o selo das cuecas.
Voltou para a cama e até já sentia a pila dormente, mas só conseguia pensar nos segredos que se escondiam entre as pernas da madrinha, aquela penugem negra em forma de triangulo diziam uns, com uma peluda até ao umbigo diziam outros, e a tal racha, seria assim uma cona toda aberta e de beiças grandes como a das putas da Revista Gina ou assim uma pitinha toda lambida como uma boquinha atravessada como o das Damas no baralho de cartas do manco…
O preto despertou desta letargia com a madrinha a chamá-lo, ele nem se tinha apercebido do regresso dela, a aflição de ter o mastro em pé e se ter de levantar passou logo, porque com a aflição ela murchou logo…
Do que se passou a seguir faltam algumas memórias, porque ele não faz a menor ideia do que ela lhe pediu ou do que lhe falou e do que lhe disse, mas sabe que lhe respondeu do quarto e do corredor. Só se lembra de entrar na casa de banho e ter ficado de queixo caído, e totalmente esgazeado ao ver a madrinha, ali de pé com as mamas ao léu e com as cuecas brancas de florzinhas vermelhas desbotadas vestidas… Assim aquele molherão que veio ter com ele à porta e lhe disse:
«Não faças essa cara de bezerro desmamado, porque já as viste, e já as mamaste tantas vezes.»

Continua…

073 O Ladrão e O Coninhas

Quando acabei de lhe contar a minha versão, a verdadeira, da puta da minha vizinha andar lá pelo palheiro a pagar ao Ti Coisinho os serviços com o corpo, ali assim a dar-lhe o pito. Ele ficou incrédulo. Ria-se, ria-se, e insistia que não se acreditava em mim… Então fiz-lhe uma proposta, o que é que ele me estava disposto a dar em troca da prova de que eu não estava a mentir?
Estavamos nestes entretantos, algures entre a proposta, o rádio toca fitas novo que o meu pai tinha comprado na Espanha, e umas cassetes do cantinflas, quando a minha querida mãezinha desata aos berros à porta da cozinha. Era o costume, queria que eu lhe fosse tirar os botins (são apertados, pronto). Para me armar, em frente ao meu amigo, respondi-lhe na mesma moeda, três berros secos «já vou, caralho!», e em voz baixa só para o meu colega ouvir, injuriei a minha progenitora e a cona que se rasgou para me deitar ao mundo. Fiz-la esperar.
Quando chegamos à porta da cozinha, salta no ar uma filha da puta de uma estalada, direitinha a mim, bem assente, mas como era o Preto que ia na frente, e a minha mãe não viu causa das fitas plásticas que tem na frente da porta, que foi ele quem apanhou, mesmo em cheio.
Ficou ali o pobre coitado, a sangrar, agarrado ao nariz, a minha mãe desfez-se me desculpas, e chorava como uma Madalena arrependida, agarrou-se a ele, encostou-lhe a cabeça ao peito (ou melhor aos peitos) e num ar maternal afagou-lhe a cabeça, eu não sabia se havia de rir ou de chorar. Ao outro até parecia que a dor lhe tinha passado instantaneamente, quer dizer no instante em que ele enfiou a cara pelo decote adentro, mesmo no meio das têtas da vaca, ali assim bem equilibrado.
Ai o caralho!
Nem faltava mais nada!
Ou melhor não faltou mesmo, porque eu não deixei e ele não fez mais nada, se eu não punha a mão ele até era bem capaz até de lhe apalpar as mamas, ou espetar a boca até chegar aos mamilos e ficar ali todo consolado a chupar e a mamar.
Nem estive com meias medidas, agarrei-lhe por um braço, levei-o até ao tanque e efiei-lhe as fuças na água, a minha mãe ria-se como como uma perdida da minha cena de ciumes.
Entretanto, enquanto o aleijado foi à cozinha limpar a cara, eu fiquei no alpendre a tirar as galochas à minha mãe. A cena do costume (ou quase), eu ajoelho-me e ela senta-se no banco de pedra, ergue uma perna, e em jeito de desafio inclina assim o joelho para fora, a mostrar aquelas coxas todas. Não é que a  desenvergonhada me estava só de bata! Quer dizer, ou quase, vendo melhor também tinha vestido soutien, e cuecas, mas nada de saia, nem blusa nem camisola.
Ainda por cima anda-me à semana com cuecas de domingo, onde é que já se vui! Aquelas brancas de seda, rendadas na frente, a ver-se os pintenhos quase todos. Isto lembrou-me logo que aquela mata anda a precisar de ser aparada, mais isto lembra-me que aquela pita é bem capaz de andar a precisar de manutenção, e eu nem me importava nada de lhe mudar o óleo. Caralhos me foda… eu já não molho o bico à tanto tempo, e esta carroçaria toda aqui em casa a enferrujar.
Estava perdido nestes pensamentos, e com a piça já a medrar, quando apanho um daqueles chapadões invisíveis, desviei a vista do sorriso maroto da minha mãe, e esbarrei no sorriso matreiro do Preto que me apreciava por de trás das fitas da porta da cozinha.
Disfarcei o melhor que pude, a plia murchou logo, dei uma pressa na mamãe, e cavei com o Preto dali. Pelo caminho fomos procurando um entendimento, sempre a esconder aqui e ali, para ninguém notar onde íamos. Por fim selamos um acordo com uma cuspidela na palma e um aperto de mão.
Descemos umas leiras, e fomos até à mina da quinta, abri a porta enferrujada e entrei lá dentro sozinho, quando voltei trazia pela mão, os meus troféus, os botins, as calças, e as cuecas do velhote. O Preto estava incrédulo e começou logo a remexer em tudo, encontrou nos bolsos, meio maço de suave, e um isqueiro, um luxo. Sentamos por ali no muro, e fumamos logo um cada um.
Não me imiscui de me gabar logo ao Preto de que tinha escondido tudo muito bem, mas ele ainda me chamou de burro, disse que eu não devia ter era apostado com ele, já que, havia de ter havido por ali muito boa gente à procura daquilo, e até podiam ter encontrado.
Ele estava era fodido por ter perdido a aposta, mas até era verdade.
Se diziam que o fulano se tinha borrado todo, ali estava a prova de que não era isso que tinha acontecido, ainda por cima aqueles remendos no cu das calças não deixam enganar, são mesmo as calças dele.
Contudo, o cabrão do Preto estava convencido, ou melhor, queria era furtar-se à aposta, se eu tivesse perdido, tinha de o ter deixado ver a minha mãe na casa de banho, pelo buraco da fechadura, foi a imposição dele. Como a mim não me interessava nada disso, até porque a mãe dele... pronto, quer dizer, já lhe vi a rata (só não lhe disse). Obriguei-o então a contar um tal segredo cabeludo, que pelos vistos (até) é verdade, mas que ele nunca contou a ninguém.
Saimos dali e eu indiquei o caminho ao Preto, continuamos em direcção à casa da vizinha, com as coisas do outro gajo num manado. Nisto, eu parei e num gesto dramático apontei para o muro de pedra. Agaixei-me e fui inspecionando pedra a pedra, à procura do que queria, nas minhas costas o outro fartava-se de rabujar, com medo de ser apanhado com as coisas do velho na não. Nisto encontrei o que procurava, e com um gesto teatral tirei uma pedra velha do muro, enfiei a mão e saquei lá do fundo as chaves da ignição do tractor.
Afinal a avaria do tractor, tinha sido outra… eu tinha roubado a chave!

«espeta-ma no cu, só um bocadinho»

Andei uns dias fugido, ou melhor, a tentar passar despercebido, foi casa, escola, casa, sempre de orelhas afinadas, e com a matraca bem fechada. Até que o Preto vei ter comigo cá a casa, estava com medo que eu andasse doente. Trazia a mochila cheia de livros de estudo, e lá pelo meio, as revistas porno que eu lhe tinha emprestado, e pediu-me que as trocasse por outras.
A conversa não tinha grande pretexto, e eu não estava com disposição para tagarelisse, embora estivesse cheio de curiosidade, por saber o que se dizia, e não resisti a fazer algumas perguntas. Sobre o Ti Coisinho e coisa e tal, o acidente de tractor, a minha vizinha… e não é que o cabrão é danado de desconfiado, foi logo dizendo que ali havia rato, claro até havia mas era rata.
Então ele disse-me que o que se dizia, era que o tratorista tinha tido um acidente, se tinha despistado com o tractor, e que no meio da aflição se tinha borrado todo, e por isso o tiveram de levar para casa embrulhado numa serapilheira.
E o tractor? queria eu saber. Tinha ficado ali todo o fim de semana e só o tinham tirado de lá na quinta-feira, mas porquê. Bem, o que se sabia era que o motor de arranque tinha avariado quando o homem se despistou, e foi preciso mandar vir peças de Lisboa para o arranjar.
Ah, que história bonita, quase me mijei de rir com a paródia, e resolvi contar a história verdadeira ao Preto, e propus ao meu amigo selar a questão com um pacto de silencio, um pacto de punhetas.
Ele foi até à janela do quarto olhou lá para fora, foi até à porta do quarto abriu e espreitou, voltou a fecha-la, até parecia que estava com medo que alguém estivesse a espreitar. A minha mãe andava no campo, e não entrava em casa de galochas nem as tirava sozinha, ficava sempre à porta a berrar à espera que eu lá fosse, pelo que estavamos à vontade.
Em jeito de desafio abri em cima da cama duas revistas porno que ele ainda não tinha visto, uma delas era uma preciosidade unica, uma revista holandesa gay.
Ele limitou-se a abrir as calças em sinal de consentimento, eu fiz o mesmo, pusemos as pilas ao léu e começamos a desfolhar as revistas, ele estava fascinado com as cenas dos paneleiros, e ficou logo de pau feito. Pacto é pacto pelo que agarramos logo na piroca um do outro, e começamos a esgalhar, ele tinha o pau teso como o caralho, eu já tinha feiro o mesmo com outros, mas nunca tinha apanhado um caralho deste calibre. A conversa ia andado em volta do que viamos na revista, mas numa coisa estavamos de acordo, tocar ao bicho um ao outro não tinha mal, mão era por isso que iamos passar a ser rabetas.
Estavamos a rebentar de tesão e nisto à laia de provocação, eu levantei-o baixei-lhe o resto das cuecas e sentei-lhe o rabo no meu colo, o Preto nem sequer pestanejou, nem disse nada, ele só arfava, para não o amedrontar eu disse-lhe que aquilo era só na brincadeira, enquanto deslisava a piça à procura do olho do cu, só para o provocar. Ele ajeitou-se e a minha coisa ficou ali bem encaixada no rego, mas não satisfeito com isto ele levantou-se um pouco e com as mãos abriu as bochechas do cu e pediu-me «espeta-ma no cu, só um bocadinho». A minha piça estava toda a escorrer, aquilo não era o que eu queria, mas o certo é que eu já não como cona há mais de uma semana, e a fome já aperta.
Com os dedos enrolados na cabeça da piça e sempre a apalpar lá lhe procurei pelo redondo, meti lá só um bocadinho o mindinho todo melado, ele estremeceu todo e soltou um guinchino, eu tirei e tentei lá meter a piça, ele gemeu, baixou o rabo e quando eu senti pressão na cabeça da piça ele levantou-se num pulo agarrado ao cu.
Eu disse-lhe para pararmos, mas ele insistiu que queria tentar outra vez, o pau dele estava erecto e apontava como uma seta para o tecto, ele sentou-se em cima da minha piroca de novo e ela escorregou e foi ter à beira dos colhões dele. Abracei-o e com uma mão agarrei a piça e recomeçei a alizá-la, com a outra fui à procura da minha mas antes disso apalhei-lhe os tomates, apertei-lhe as bolas que estavam tão cheias, que até pareciam ir estourar, nisto a piça dele rebentou e ele esporrou-se todo num jato de leite tão forte que me sujou o espelho do guarda fatos. Eu estava também quase a vir-me, nisto ele sai de cima de mim, ajoelha-se na minha frente, agarra a piroca e abocanha-ma toda de uma vez, eu nunca tinha sentido dada assim. Um broxe, o meu primeiro broche, escreve-se broxe ou broche?, bem não interessa, o que importa é que foi muito bom, ele chupou-me poucas vezes e eu esvaziei-me logo todo para dentro da boca dele. Tive um orgasmo tão grade como já não me lembrava, tanto que até fiquei cego, até parecia que os timtins tinham ficado complrtamente vazios, e só me recordo de o ver ainda na minha frente de joelhos a rir-se, e com o leitinho a escorrer pelas beiças fora.

071 A Namorada Virgem, «Cuidadinho, que é a minha primeira vez a sério!»

Andei a inventar e foi no que deu, asneira, e das grandes!
Mas agora não havia nada a fazer se não fugir a sete pés, e para maior castigo tive de me esconder no covil da cadela, vi pela janela que a filha andava por ali e entrei cozinha a dentro, ela quase soltou um grito, mas eu lá improvisei, arranquei-lhe um beijo na boca, ela sabia deliciosamente a morangos silvestres, depois disse-lhe que estava com sede e coisa e tal, e os livros que ela tinha em cima da mesa deram-me o alibi ideal.
Quando a mãe entrou pela porta a dentro com aquele ar de danada, a miúda continuou a lavar a loiça e a tagarelar comigo acerca da geometria descritiva, as rectas, os pontos e as duvidas para o exame, e coisa e tal. Passados uns instantes de apreensão a fera rosnou, ui que medo, só faltou babar-se, ou não, se calhar lá por baixo da saia estava com a barba babada e com a boca da cona a escorrer langonha.
Não foi muito mau, fomos feitos cachorrinhos recambiados para o quarto estudar. Melhor ainda se não disse nada, é porque não desconfiou de nada. Quem ficou desconfiada, e não foi pouco foi a filha.
Ainda me atirei a ela com uns beijinhos e umas caricias das boas, por todo o lado, mas qual quê, ela foi logo espreitar para a janela, e ameaçou chamar pela mãe, tive de me chibar todo.
Prontos, não sei o que me passou pela cabeça, mas roubar o trator ao Ti Coisinho, foi de mestre, ele estava ali assim mesmo a pedir-las, motor a trabalhar ao ralenti, freze levantada e tudo, foi só monta-lo e andar. O que eu não contava era que ele tivesse uma buzina de pé mesmo ao lado do travão, atrapalhei-me, enfiei uma roda num rego, deixei o motor ir abaixo, e fugi dali a sete pés.
Ela riu-se que nem uma perdida com a minha maluquice, e até tive direito a umas lapadinhas de malandrice e um grande beijo de língua. Aproveitei-me logo do linguado e fui apalpando terreno, das costas aos montes dos seios, e sempre para baixo até chegar entrepernas ao mato, como não tive resistência, deixei-me cair para cima da cama com ela por baixo.
Desapertei-lhe os botões do decote soltei uma maminha e trinquei o biquinho, ela largou um gritinho e eu fiz o mesmo à outra.
O meu pau já acusava o tesão, e aquele cabacinho estava à minha espera, levantei o vestido até chegar às cuecas, por cima do tecido a minha mão alisava bem o mato e sentia a greta aberta. Voltei a beija-la na boca, ela abraçou-me com força, e chupou-me a língua tanto que até parecia que a ia comer. Foi um xoxo de tirar a respiração, e mais outro, e outro, estava-mos no meio da cama os dois, ela deitada de costas e pernas abertas e eu por cima bem no meio dela, com o meu pau dentro das calças a zurrar-se toda na xoxota dela.
Lá fora a agitação continuava, ouviam-se vozes e berros ao longe, agora já não me arrependo de nada do que fiz, nem mesmo daquilo que não disse à miúda, claro que ela não podia saber que a mãe andava feita puta a pagar com o corpo ao Ti Coisinho, e que por vingança eu além do trator, lhe tinha roubado as calças, as cucas e as galochas, que ele tinha deixado caídas na entrada do palheiro.
Aquilo era demais, ajeitei-me e saquei a piroca para fora, ela passou-lhe a mão e apontou-a ao meio das pernas, mesmo por cima das cuecas dela aquilo era uma excitação de morrer. Pedi-lhe para a deixar penetrar, ela disse-me que não, que não queria perder a já virgindade, eu ia martelando mesmo assim, e sentia a minha piça a babar-se toda, e lá fui insistindo.
Pus a mão por dentro das cuecas dela, senti os pintelhos e a greta bem oleadinha, aquela pitinha a esterar era um luxo, afastei a cueca dela para o lado e esfreguei a cabeça da piça na coninha, ela gemeu baixinho, e afastou-me, eu sai de cima dela mas fiquei ali de joelhos em cima da cama ao lado dela.
Rapidamente ela baixou as cuecas, e à pressa ainda as deixou a meio da canela de uma das pernas, voltei para o meio das pernas dela, era uma visão magnifica, aquela carinha laroca de tetinhas redondinhas a sair do decote, um par de coxas bem branquinhas e no meio o triangulho negro da perdição, um palmo mais acima o meu pau apontava para o tecto e aquela coninha rosada pronta a estrear ali à espera.
Baixei-me suavemente para cima dela, e com jogo de cintura fui procurando o caminho da felicidade, em menos de nada, estava à porta dela. Ternamente a minha cabecinha pediu licença, e senti quando lhe afastei os lábios da vagina um pouquinho, ela gemeu e soltou um gritinho. Sentia medo, e pediu para tirar, eu recuei, mas voltei a insistir devagarinho, e fiquei ali um bocadinho a esfregar a cabeça da piça naquelas beiças gostosas.
Ela estava romântica bem romântica e nós estávamos os dois ali enrolados em beijos gostosos, por baixo e por cima, a minha pila bababa-se nas beicinhas da periquita dela enquanto ela me chupava feverosamente a língua. Com a cintura dei-lhe uma estocada maior, ela guinchou, fechou as pernas, e fez cara de má. «Cuidadinho, que é a minha primeira vez a sério!», diz-me ela, foi o sinal verde para a poder foder.
Voltei a apontar ao meio das pernas, e preparei-me para lhe tirar os três, ela estava bem fechada, e apertada, gemia, soltava gritinhos, e apertava as pernas sempre que a tentava penetrar.
Era uma questão de tempo, até lhe tirar o selinho...
Era uma questão de tempo,... até um berro nos arrancar da transa, ela quase me atirou da cama a baixo, pôs-se de pé num pulo, arranjou o decote do vestido e foi à janela.
O que a puta da mãe lhe disse não sei, fiquei completamente perdido. Só me lembro de ela com um grande sorriso, me atirar com o pé as cuecas que ainda tinha penduradas na canela, e depois saiu logo pelo quarto fora a correr descalça.
A minha namorada é virgem, e eu continuo à procura da oportunidade perdia.
Esporrei-me em cima das cuecas da miúda e enquanto limpava a nhanha só pensava em vingar-me da sogra.

070 Sexo ao Vivo, no Palheiro da Vizinha

Nunca mais vou dizer que não preciso de estudar, e ponto final.
Estou todo derretidinho, em vez de ter passado a tarde agarrado ao lápis ou a lamber a ponta do dedo para virar as páginas, a mãe mandou-me sachar e passei a tarde de enchada na mão a cuspir para o pau… Portanto a partir de agora, vai haver sempre fichas, pontos, testes, exames, orais, broches e fodas que tais, não tenho de andar por aí a dar conta do canastro!
Se ainda ao menos tivesse por lá caçado alguma incauta, mas nem nada, nem uma para eu molhar o bico ou sequer lavar os olhinhos. Esteve um dia tórrido e andei por lá sozinho, a meio da tarde fui até ao ribeiro, tirei a roupa toda e dei uns mergulhos todo nu, a água estava gelada e soube pela vida, no fim, agarrei na garrafa que estava de molho a refrescar e encostei-me a uma latada.
Cortei umas rodelas de chouriça com a naifa, que morfei junto com umas côdeas de broa, e empurrei com uns goles de tintol fresquinho. Agora o sol o sol já não fazia suar, estava-se bem ali, o ribeiro corria calmo, em cima do carvalho uma pega grasnava, e ao longe o roncar pachorrento dum motor embalava a minha preguiça, deixei-me escorregar, fiquei estendido ao comprido na erva e tirei uma sesta… muito bom mesmo.
Quando acordei estava sequinho, e teso, olhei assustado para todos os lados mas aquilo continuava deserto, fui-me vestindo mas como continuava de pau feito, aproveitei para tirar a barriga de misérias. Agarrei no pau e bati uma boa punheta, estava mesmo a precisar, deixei uma boa esporradela de langonha branca em cima das folhas da parreira.
Quando vinha de regresso a casa dei com o trator do Ti Coisinho parado na leira de baixo da quinta dos vizinhos, mas não havia por ali ninguém, o que era curioso já que o motor estava a trabalhar. Nisto vi a minha vizinha pela horta a olhar em volta com uma andamento suspeito. Para coisas estranhas estou cá eu, e como aquela senhora já me habituou a boas surpresas, escondi as minha tralhas atrás de uma sebe e parti à aventura.
Mas o que mais me intrigava era por onde andava o tratorista, não havia muito por onde procurar e isso era o que me intrigava, a casa da quinta ficava para o outro lado e ali perto não havia muito onde ir, o que ainda era mais esquisito era que o camelo nunca saía de cima do trator, nem quando vai à tasca, basta dar duas buzinadelas para lhe virem logo trazer uma fresquinha. Até já ouvi dizer que uma vez foi às meninas e que a aviou em cima do volante.
Podia o pobre coitado também ter sido acometido de uma vontade súbita de arrear o calhau, ou mudar a água às azeitonas, mas onde há fumo há fogo.
Fui cheirando com cuidado, devagar, até poder espreitar de um lado e de outro pelas frinchas, pois é só podia ser lá, no: Palheiro da Vizinha.
Lindo, muito lindo, a puta estava lá de saia arregaçada, das galochas para cima saiam umas coxas grossas à mostra coroadas por um cagueiro que é um regado, e do decote pendiam-lhe as têtas que assim soltas e ao penduro ainda pareciam bem maiores, àqueles bicos grandes só lhe faltava pingar leite para rivalizar com o ubre da vaca que mugia ao lado.
Até era de comer e chorar por mais, não estivesse ela já a gemer, apoiada nas tábuas da estrebaria a apanhar no pito por trás, bem no pito digo eu porque até podia ser no cu. O cão até parecia que não sabia foder, se calhar a barriga não deixava, e estava tão esgazeado que nem devia ver nada à frente, a cadela estava com ar de frete.
Pois então é assim que a vaca paga os serviços ao boi, com o corpo! Ela até tem uma pita gostosa, mas não sei se o pagamento compensa, e mais espantado fiquei quando vi a piça ao velhote, ou melhor pila porque aquela coisinha só devia estar a fazer cocegas nas beiças da cona.
Aqueles dois estavam a pedi-las.

Continua… claro, e como sempre, não perdem pela demora!