085 A puta manhosa

Era o fim do mundo, se tivesse ali um buraco enfiava-me nele, eu tinha acabado de copular com a minha mãe e estavamos prestes a ser descobertos pelo me pai.
Mas nem consegui pensar muito mais que isto, porque qual ladra, ela esquivou-se da minha cama, pela porta fora. Logo de seguida, ouvi o autoclismo e antes que tudo fosse por água abaixo ela apareceu à porta da casa de banho, a oferecer um gole de água fresca ao queridinho... com tanta ternura, com tanto amor, que quase se derretia toda, ele recusou, mas ficou com o olhar colado nela. Não admira, quando ela se virou, para irem os dois para o quarto tinha o decote da camisa de dormir completamente desabotoado e escancarado, com as têtas quase a saltar fora.
A cadela tinha improvisado muito bem, até o copo de água, que tinha de ter ido buscar à cozinha, e que me fazia confusão porque não tinha dado tempo, quando o foi pousar em cima da mesa da sala, já depois dele ter passado para o quarto, não pousou nada. Eu bem vi, ela tinha as duas mãos juntas frente à barriga como se lá houvesse um copo, mas não havia, grande artista! Pois… ele quase não bebe água, e ela anda sempre a chamar à atenção, por isso é que sofre tanto dos rins.
A raposa tem sete manhas, e a mulher tem a manha de sete raposas. Bom, afianço que esta cadela tem as manhas de uma alcateia inteira.
Mas voltemos ao que interessa, restava saber, se corria tudo bem no quarto deles, a madrugada ia alta, mas mesmo assim abri a janela, e saltei lá para fora para poder espreitar pela janela deles. A noite estava fria, arrepiei-me todo, e notei que ainda sentia a pila toda melada, colada ao pijama, soltei-a do tecido, foi uma sensação muito agradável.
No quarto, a minha mãezinha estava já deitada na cama, com a camisa para baixo e as pernas bem esticadas, cruzadas uma em cima da outra, nuas do meio das coxas para baixo, do peito saltavam-lhe os peitos quase até aos mamilos pelo decote fora, com os braços para cima e as mãos atrás da nuca a levantar a cabeça, o corpo todo meio de lado. Era numa posição deveras sensual e apetecível. Mesmo depois de bem satisfeito, voltei a sentir imediatamente uma erecção.
Quem também apreciava bem a cena era o meu pai, que no meio de uns quantos piropos, e caralhadas, foi tirando o pijama. Estava com uma erecção de louvar, com as veias salientes a rabiscarem pele escura do pénis, com um gesto teatral meteu a mão ao falo e espetou para fora a glande bem cabeçuda e vermelha. Nisto, atirou-se para cima da cama, e quando foi pôr a mão em cima dela bem na direção do triangulo de Venus, ela agarrou nela e encarregou-a de cuidar de uma das mamas. Afastando-a assim da zona de perigo. Foi tudo tão rápido que ela ainda deveria estar toda encharcada por baixo.
Mas estava difícil, o que ele queria era consolar-se a sério, montou-a, xingou-a, mas ela mesmo assim não desarmou. Continuou ali de pernas cruzadas. Mas ele não estava para brincadeiras, e meio a sério meio a brincar deu-lhe um berro, “se não vai a bem, vai a mal,... eu gosto é das dificeis”. Instantes depois já estava encavalitado no meio das pernas da puta.
A minha mãe cedeu, e com um golpe de rins ele enfiou-se todo lá dentro, ela suspirou e até parecia ir desfalecer quando ele a penetrou. Os braços e as mãos dela estavam agora abandonados ao lado do corpo, e a cabeça de lado, mostrava um ar aterrorizado. Ele salava em cima dela, acima e abaixo com o fulgor de um qualquer jovem de dezoito anos, parecia um menino. E no meio de mais uns quantos impropérios lá foi dizendo, “nunca te comi tão boa”..., “esta cona está melhor que nunca”..., “estás mesmo boa, e bem oleadinha”...
Era inacreditável, eu via agora a minha mãe que instantes antes estava completamente aterrorizada, num estado de quase euforia.
Nem aquele sexo quente me aquecia, estava na hora de voltar para a cama… ou não?! Ele não pode fazer isso!

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Até já!

084 Orgasmo de mulher

E ela não estava ali para festinhas, queria era apanhar no pito, agarrou-me no pau, e guiou-o até ao meio das coxas, e eu fui atrás, estava bruta a puta.

Subi para cima dela, e senti-lhe o corpo quente por baixo da camisa de dormir, toda ela ardia de tesão e fome de piça. Eu também andava a precisar de uma foda a sério, embora já soubesse à partida da regra que ela me tinha imposto: o filho não se podia vir dentro da pita da mãe. Mas isso não importa para nada, o que contava era encaixar-me no meio das coxas dela e penetrá-la. O que até não foi difícil, com a vontade que ela estava, eu assim montado e bem posicionado, senti o mangalho a deslizar caverna a dentro que foi um mimo. E o que ela gemeu quando o sentiu entrar, eu até tive medo que ela acordasse o velho, mas ela conteve-se.

Como é boa aquela cona, e como se mexe bem a puta, assim com as pernas arqueadas e com as coxas um pouco levantadas, ficamos encaixados um no outro, eu a bombar com a pica e ela a comer-me todo, aquela xoxa parecia uma boca a mamar na gaita.

Ela é mesmo boa na cama, o meu pai é um filho da puta cheio de sorte.

Os gemidos eram agora mais altos, eu até parei para ver se ela se acalmava, mas a unica coisa que ganhei foi uma valente lapada no rabo, ui… que ela estava má, queria mais pediu-me ao ouvido, e eu continuei, voltei a dar-lhe com força, ela gemeu tanto que eu tive de lhe tapar a boca, agora é que ela se contorcia toda por baixo de mim, aquele corpo mexia-se todo, até parece que ia explodir. Aquela caverna estava quente e humida, eu não sei de onde saia tanta nhanha mas sentia tudo melado lá por baixo. Eu estava a rebentar já não aguentava muito mais sem ejacular, tirei a piça fora, e senti-me logo todo agarrado, aquilo parecia um vulcão, tão depressa eu tirei o pau de dento da rata, tão depressa ela se livrou da minha mão a tapar-lhe a boca. Agarrou-me todo, espetou a cintura toda para cima à procura da da piça e enfiou-a outra vez pela pita a dentro, ao mesmo tempo murmurou-me ao ouvido, “esporra-te todo lá dentro”. Acto continuo, senti aquele esguicho todo a funcionar, com uma pressão tão grande que parecia sentir o leite a sair dos testiculos, ao mesmo tempo ela contorceu-se ainda mais, arfou, apertou as coxas, gemeu, a vulva parecia que estava com espasmos e que me chupava o membro todo como que a querer beber mais leitinho, senti-a fazer ainda mais força, ergueu o corpo, e quando dei por mim estava outra vez a tapar-lhe a boca para lhe abafar os gritos.

Foi a primeira vez que senti o orgasmo de uma mulher.

Quando a desmontei, numa fração de segundo tudo mudou, o quarto escuro estava agora tenuemente iluminado, a porta do quarto estava aberta, e a luz da casa de banho acesa. Vi nos olhos dela uma expressão de horror… o meu pai estava acordado e tinha saído da cama, e, devia ter notado que ela não estava lá. Nós tinhamos acabado de fazer sexo um enorme sentimento de culpa e pecado inundou-me profundamente.

083 Tirar o atraso à madama e esvaziar os colhões

Voltei para casa a correr e consegui chegar ao mesmo tempo que o meu pai. Tinha ouvido o camião ao longe, o motor a roncar, as mudanças a engrenar, curva após curva, travão, acelerador, embraiagem, caixa, buzinadela… corri, saltei o ribeiro, e a sebe por trás da casa da vizinha, atirei-me de cima da leira, e mal o camião parou e o travão fez a ultima descarga de ar, lá estava eu a abrir-lhe a porta. O homem estava uma lástima, roupa imunda, barba de três dias, e olhos encovados, um aspecto miserável. Tinha chegado da Alsácia cá em menos de dia e meio, pediram-lhe muito para vir “a correr” a carga era urgente, e esboçou o primeiro sorriso, enquanto pousava a malga da sopa, tinham-lhe dado uma gorjeta de cinco contos. Agora até já parecia outro depois de um bom banho e uma refeição leve, fumava mais um cigarro enquanto a minha mãe lhe contava as ultimas novidades, cusquices como ele gostava de lhe chamar, quando soube do que sucedera à aleivosa da cunhada da prima, ele nem fez caso.

“À puta que a pariu!”, foi a única coisa que disse, e logo de seguida mandou a patroa apressar-se com a loiça, e que eu fosse acomodar o gado que já se fazia tarde, que é como quem diz, despachem-se que eu quero é ir para a cama tirar o atraso à madama e esvaziar os colhões.

Dito e feito, ele devia estar mesmo desesperado, não admira, a vir assim tão depressa nem deve ter tido tempo para parar na casa da luz vermelha em Valladolid, foi mais esse que poupou, pelo menos umas quinhentas pesetas, dizem que lá as putas são caras.

Ainda andava eu a desfazer-lhe os sacos à procura do costume, de alguma revista porno nova ou de um maço de tabaco esquecido, quando ouço discussão e berros vindos do quarto. Fui logo ver o que se passava. Ele estava de rastos e se calhar nem queria nada, ou até queria, mas estava de tal forma que nem conseguia por a pila de pé, e ela estava toda empertigada porque estava com o pito aos saltos, basicamente devia de andar por aí. Contudo ela, mulher, não queria querer que fosse só cansaço, e estava a acusá-lo de ter andado a mijar fora do penico, por isso é que chegou a casa sem fome para lhe “comer o pito”.

Dito isto, deitou-se de costas para ele, e apagou a luz do candeeiro, eu voltei para o meu quarto pela janela, dava muito jeito aquela folga na cortina, assim de noite podia sempre assistir a tudo, melhor que no cinema, se bem que desta vez a cena fodeu-se e não deu foda. Eu aproveitei a embalagem e também fui dormir.

Estava ainda no primeiro sono, ou por aí muito ensonado, quando me senti empurrado na cama. Ainda bêbado de sono, ia perguntar qualquer coisa como, “o que se passa”, quando ela me tapou a boca, e sussurrou ao meu ouvido, “estou desesperada”. A minha mão saiu logo disparada ao meio das coxas dela, aquela cona de pinhtelhos aparadinhos é um mimo, meti um dedo na greta, estava macia e humida, subi mais um pocado escorregando pelo ventre acima até lhe encontrar as mamas. Estava a precisar daquilo, e queria experimentar chupar até sair leite, aqueles bicos estavam grossos e duros, subi-lhe a camisa de dormir até conseguir enfiar a cabeça e chegar com a boca a um dos mamilos. Era o desespero, o meu que chupava avidamente, e o dela que me agarrava com força bem colado ao corpo dela, lá em baixo a minha piça crescia, precisava de entrar em ação.

“Muda”, pediu ela num gemido baixinho, ainda não tinha saído leitinho, mas eu fui mamar na outra, umas têtas grandes como aquelas tinham de dar muito leite. Eu tinha dado tudo para acender a luz e lhe ver aquele corpo todo bom ali assim à minha mercê, mas, nem sabia bem como tudo estava a acontecer, era um risco ela vir assim ao meu quarto no meio da noite, ainda por cima com o meu pai em casa, será que ao menos ela tinha fechado a porta, e se ele acordasse, mas estes meus receios duraram pouco, o que eu queria mesmo naquele momento era chupar. E chupei, cada vez com mais força, até ela me arrancar a boca da chucha puxando-me pelas orelhas… e não saiu leitinho, mas foi muito bom.
 

Senti naquele momento o meu coração pesado, dos confins das minhas lembranças de infância, não sei porquê, acordou um segredo só meu e há muito esquecido. Uma coisa que nada tem a ver com remorsos, daquele que poderia sentir por andar a comer a cona à própria progenitora. Uma coisa esquecida, de outros tempos em que eu ainda não entendia as coisas como agora. Parece que naquele momento tudo parou, estava eu ali prontinho para molhar o bico na boceta da minha mãe e fico assim por um instante atormentado por um problema de consciência. Esta duvida que eu carrego desde miúdo, depois de ter escutado mais uma, de tantas, conversas atrás da porta, que parece chegou a hora de esclarecer, mas o momento não é agora… que se foda, vou mas é montá-la.

082 Fodeu-a, esporrou-a e fez-lhe um filho.

O preto, estava ali à minha frente, branco como a cal, acabou por confessar que queria ter alterado a historia um bocado porque se envergonhava de como tudo tinha acontecido, mas não conseguiu mentir. Era mau de mais, mesmo depois de já ter ido à inspeção, e de lá ter ganho a invejável acunha de preto, quando na fila do exame médico o doutor o batizou de pila de preto em alusão ao tamanho do membro, e de se ter andado por aí a gabar-se a meio mundo de já ter entalado o escroto na virilha, e quiçá senhor de uma boa direita por milhentas punhetas bem batidas e esporradas, este gajo ainda era virgem da silva. Custa a querer mas devia ser verdade.
Pelos vistos, que eu agora até já desconfio de (quase) tudo, disse-me ele, que depois não custou nada, que ela lhe agarrou no pau teso e esfregou a cabeça da pica no meio das beiças da cona até ela ficar bem untada, e que até foi fácil, foi só empurrar para dentro e que só sentiu uma dorzita. Ou melhor não foi nada assim, mas ele acabou por não me contar a verdade.
Contudo deixemos os entretantos e passemos aos finalmentes, à segunda ou terceira tentativa ele lá conseguiu consumar a cópula com a madrinha, que é como quem diz fodeu-a, esporrou-a e fez-lhe um filho, ou melhor uma linda filhinha, que é como quem diz uma rica afilhada pois então. Embora não se deva tomar como dado assente que foi à primeira que a engravidou, porque depois de lhe apanhar o jeito (diz que) aquilo foi um ver se te avias, foi foder até ficar com bolhas nos joelhos, bem e disso ficou prova visível.
Na manhã seguinte ao primeiro coito, o amigo acorda sozinho na cama dela, a lembrar-se vagamente de que ainda há pouco tempo lhe tinha estado a dar cacete. Mas com a estranha sensação de que alguma coisa estava mal. E se o marido dela chegasse e o visse ali?!
Foi imediatamente varrido por uma enorme aflição que o fez saltar da cama, ainda por cima chamou e procurou pela madrinha mas… ela não estava em casa, o que o fez ficar ainda mais aflito. Foi à casa de banho e lavou-se por baixo para apagar os vestígios do crime, depois olhou para o relógio e como ainda era cedo, vestiu o pijama e foi deitar-se na cama dele que ainda estava feita, para disfarçar a coisa.
Ela regressou a casa pouco depois, anunciando a sua chegada como da primavera se tratasse, cantarolava A Desfolhada, estava radiante. Foi ter com ele ao quarto, e até pareceu nem estranhar que ele estivesse de volta ao quarto dele. Estava eufórica. Tinha ido à missa das seis, ele nem sequer fazia ideia que havia uma missa assim tão cedo. Precisava de falar com o padre, tinha de esclarecer com ele aquela questão delicada do Salazar ter caído da cadeira. Enquanto lhe ia falando dessas coisas, e dizendo que já sabia o que é que tinha de perguntar ao marido quando ele ligasse outra vez, foi abrindo a cama, e pondo a mão por baixo da roupa até encontrar o pau. Estava murcho, mas ela pareceu não fazer questão. Não se calou nem um segundo, ia dizendo que era o fim, que agora era de vez, que a ditadura ia acabar, e foi desapertando a blusa até ficar com o soutien à mostra, e então a dita ficou dura mesmo. Nisto ela desapertou um botão na frente do para mamas e saltaram de imediato aquelas duas enormes têtas por ali fora. Quase que ele apanhava com elas nas trombas, era bom era, ficava logo a chopar naqueles mamilos grossos que era um mimo, era até sair leite.
A madrinha estava imparável, baixou-lhe as calças de pijama e sentiu o pulso ao bastão, estava no ponto. Saltou para cima dele ainda com a saia vestida, escachou-se, e ele sentiu-lhe as coxas frias a acomodarem-se em cima da ferramenta quente. Ela foi-se posicionando e ele foi sentindo os pêlos da rata a roçarem na glande, a puta andava sem cuecas. Ela estava imparável, e ia traulitando “corpo de linho, lábios de mosto”, enquanto se contorcia toda e fazia encaixar a a tocha ardente na entrada da caverna fresca.
E ficou ali assim só a mexer-se devagarinho como que a saborear. Finalmente estava calada, da boca dela só saía um enorme sorriso rasgado. Se ele pudesse ter visto a raxa naquele momento tinha notado sorria da mesma maneira para o falo. Nisto ela voltou à melodia, “meu corpo lindo, meu fogo posto”, e não havia a menor duvida, era mesmo... nisto deixou-se cair enterrando a piça pela cona adentro, enquanto gritava a plenos pulmões “quem faz um filho, fá-lo por gosto”.

081 doidinho por lhe comer o pito

Com a ternura de uma mãe chegou-se a ele de mansinho ajeitou o seio, espetou o biquinho, e cuidadosamente chegou-lho à boca. Ele armou-se em esquisito e limitou-se a dar uns pequenos beijinhos no mamilo, ela não se deu por vencida e espetou-lho pelas beiças a dentro. Ele chupou um pouco, e ela até tremeu, e ele continuou a chupar devagarinho e aos poucos foi perdendo a vergonha, levou as mãos à têta afagou a pele macia, e chupou ainda com mais força. Ela passou-lhe o braço por cima do corpo, abraçou-o e afagou-lhe a pele macia das costas com a sua mão forte. Agora era ele que tremia todo, ou melhor quase todo, porque a piça estava tesa completamente varada. Por mais que se esforçasse não conseguia recordar-se do tempo em que em bebé mamava assim, mas era bom primeiro estranhasse o sabor daquele leitinho, mas depois sabe bem, deixa na boca um gostinho a pecado. E apalpou uma e outra, e mamou numa e noutra, até sentir o céu da boca estranho, quando parou os bicos das têtas tinham perdido o seu aspecto duro e rosadinho, e pareciam mais como uns chupetões de vermelho vivo. Da boca dela saía um sorriso resplandecente.
Nesse entretanto ela levou a mão ao pau teso e atirou-se a ele aos baijos… ao Preto, claro!
Primeiro num chocho, um beijo na boca à brasileira, assim tipo novela, e depois num beijo de língua até ficarem sem folego. Ele confessa que esses beijos até lhe metiam nojo, mas depois de ter experimentado essa vez, já tinha repetido, e até ensinado a muitas meninas. E é bem verdade, elas estão sempre avidas por fazer o mesmo que as atrizes brasileiras.

Nem era difícil imaginar a madrinha dele em tais preparos, ela deixa sempre todos a olhar para ela, tem assim um quê de roliça, sempre que vai à loja ou ao café, é ver os homens a comentar do cagueiro, às coxas, do cabelo às têtas. As mulheres essas roem-se de inveja, aquilo é sempre uma dor de cotovelo de meter bicho.
Estavamos a ter aquela conversa no adro da igreja, fomos para ali, ver se alguém se apercebia da nossa brincadeira, mas já tinha escurecido e quem por ali passava parecia não dar por nada, ìa ser uma surpresa e tanto para todos, em especial para o Ti Coisinho, e já agora para a puta da minha vizinha. Fomos andando, e eu com pressa de ver o fim da historia, mas a curiosidade era mais que muita e agira que ele resolveu soltar a língua o melhor é aproveitar.

Nisto ela pediu-lhe e ele foi-se pondo em cima dela, o pau a roçar no meio das coxas enquanto ela ia aproveitando para o por à vontade. Sempre a falar com ele, a errolá-lo na cantiga dela assim como quem não quer a coisa para perceber se ele estava à altura da coisa. Ele nem precisava de muito incentivo já estava em cima dela e só faltava mesmo era espetar-lhe a piça pela cona acima. E experiência ele tinha, pelo menos de boca, disse-lhe que sim claro que já tinha fodido antes, que sabia como se fazia… que estava pronto… estava doidinho por lhe comer o pito.
Então ela disse-lhe que a fizesse mulher, abriu as coxas, ele enfiou-se no meio das pernas dela, fez pontaria à piça que estava mais que tesa e apontou-a à cona. Não acertou com a racha, e foi à procura dela com a mão, num equilibro cada vez mais dificil, lá encontrou os pintelhos, uma mata de respeito, com dois enormes montes rechonchudos, e no meio o vale da perdição, uma gruta quente, e macia. Estava humida, parecia que tinha sido untada com manteiga quente, enquanto apalpava os dedos escorregavam e iam se enfiando pela rata a dentro. Ela ria-se se calhar com a cara ou a atitude dele, ele atrapalhou-se e não apalpou mais porque caiu para cima dela, que o agarrou e beijou, mais umas quantas vezes.
Ele não esmoreceu, nem o pirilau dele, porque enquanto ela o agarraga ele ia se mexendo e sentia o caralho cada vez mais perto da pacharreca. E voltou à carga. Fez pontaria de novo e desta vez mais certeira. Começou por zorrar a cabeça no meio das beiças, aquilo era só nhanha por todo o lado.
Empurrou… mas não muito, sentiu uma dor enorme na cabeça da piça, tentou esconder, mas não conseguiu. Quando deu por ele estava de joelhos entre as pernas dela agarrado à pila. A donzela honrada estava apoiada nos cotovelos numa atitude curiosa, com um ar casto, sorriso matreiro e olhar virginal a olhar para o puto virgem.

080 Ora Foda-se!

Ora Foda-se! Grande cagarolas me saiu aquele malandro, pelos vistos só lhe faltou mijar-se e borrar-se todo ali. Então, ele, tentou fugir do quarto, foi bater com as costas na comoda e deixou cair a toalha ao chão. Pior sinal de rendição, foi ele ter posto as mãos na frente da pilinha murcha.
Valeu ao “menino” a fome da marinha, que saltou logo da cama para o acalmar. Abraçou-o e afagou-lhe as costas e a cabeça… ele não mo disse mas se calhar até chorou.  
Nisto ela lá o convenceu a deitar-se na cama, assim nuinho conforme veio ao mundo, nada de novo para a sua ex-ama de leite, farta de lhe mudar as fraldas e de lhe mexer na pilinha, isto quando ela era bem mais pequenina, mas mesmo assim era um bebé com uma pila de respeito. Ela para ficar de igual para igual com ele, cruzou os braços na frente do corpo, foi puxando aos poucos pela camisa de dormir até ficar com as coxas nuas e conseguir agarrar na na bainha com ambas as mãos, e puxou-a para cima.
O tecido foi deslizando pelo corpo fora deixando a pele nua à vista, as albas e grossas coxas, o triangulo de Vênus, meio escondido meio à mostra, esculpido e trabalhado em finos pelos negros. O ventre coroado pelo pequeníssimo buraco do umbigo. E continuou a erguer os braços puxando tecido, até lhe tapar a cabeça e começar a desvendar os seus generosos seios, que aos poucos e poucos iam subido ficando assim totalmente empinados. Os mamilos grandes, grossos, e muito erectos coroados por umas singelas aureolas rosa escuro faziam adivinhar que mais abaixo haveria um vulcão aberto a arder de tesão.
Um tremor de excitação percorreu por um momento o corpo do Preto, algures entre o embaraço da madrinha que se tentava desembaraçar dos botões do decote da camisa, até que a atirou ao chão sem dó nem piedade. Aquele breve instante, em que ela ficou cega pelo tecido da camisa e ele por um segundo se sentiu longe dos olhares dela, a vergonha se transformou-se em calor, o seu corpo relaxou, e o menino sentiu-se cada vez mais rapaz.
E finalmente os seus sentidos fizeram-no perceber o homem que era, quando ela se deitou ao seu lado na cama e ficaram ambos cobertos pelos mesmos lençóis.

Para ele aquela não ia ser a primeira experiência com uma mulher, na altura ele já fumava e já tinha ido às putas, uma vez. Até àquele dia, ele considerava-se um homem feito. Bem, até aquele dia, porque só ali tomou a consciência de que se calhar nem era tanto assim e tinha chegado a altura de dar o salto. Uma coisa era ter pago quinhentos paus por um serviço mal feito.
Fodeu, ou melhor, fodeu-se, numa rameira que atrás dum pinheiro no meio do mato se empinou para lhe dar o pito Ele nem sequer chegou a perceber se tinha espetado a piroca na mata, se a tinha enfiado em algum buraco, ou coisa alguma. Lembra-se perfeitamente da velha, uma mulher da vida, ter subido a saia até à cintura, baixado as cuecas para o meio das coxas, depois virou-lhe o rabo, empinou-se com os as mãos apoiadas num pinheiro e ele apontou a piça tesa ao meio das pernas abaixo do olho do cu, e pouco depois estava todo esporrado, sem sequer lhe ter visto a cona, sem sequer lhe ter visto as têtas, sem sequer lhe ter tocado, a não ser com a ponta da gaita, e sabe-se lá onde.
Lembra-se perfeitamente, e há-de recordar-se para o resto da vida, do arraial de porrada que o pai lhe deu quando descobriu que ele o tinha roubado, pior, teve de confessar para que tinha sido aquele dinheiro todo, e o velho ficou possesso, quando descobriu que o filho tinha ido à mesma puta que o pai costumava ir, e que ela lhe tinha levado muito mais caro.
Lembro-me perfeitamente, de nessa altura ele ter andado bastante tempo sem jogar à bola connosco, pudera, diz ele que apanhou uma carga de porrada de caixão à cova, e que teve de dormir quase um mês de rabo para o ar por causa das dores e das verrugas do cinto que ficaram marcadas nas costas.
Lembramo-nos perfeitamente, de ele um dia ter aparecido no café de papo feito, a gabar-se, que tinha ido às meninas, e que aquilo é que era bom, e de cigarro nas beiças, entre em café e um bagaço ia-se gabando dos seus feitos de macho latino, que aquilo tinha sido um forrobodó numa casa de primeira, uma putinha quase a estriar, com umas mamas que era uma delicia, de cona lambida, greta apertadinha, e que a tinha deixado a escorrer duas vezes sem tirar fora.

Mas agora era diferente, ele estava ali com uma mulher de verdade, para fazer tudo de verdade, para fazer tudo como devia ser. Sentia o o tesão a chegar, a pila a crescer, a erguer-se no seu mastro e a transformar-se em piça.
As palavras dela eram meigas, simples incentivos, que acompanhavam os carinhos que as mãos dela iam descrevendo na sua face.
Não havia ali nada de mal, fazia ela perceber.
Ela era uma mulher casada, mas o marido estava longe, a trabalhar na capital, para sustentar a casa.
Ela era uma mulher carente, como todas as mulheres, que precisam de apanhar no pito todos os dias para se sentirem bem.
Ela queria mais, queria que a piça dele ficasse bem tesa para poderem fazer amor juntos, ali na cama de casal, ela queria por os cornos ao marido, queria que ele o seu bebé adotivo, o seu afilhado, o seu menino das alianças, se tornasse no seu amante, a montasse, a esporrasse, e lhe fizesse um filho.

079 Papos de cona a rever leite

Quando ele voltou a entrar em casa, sentiu logo um fresco aroma a rosas no ar que o deixou inebriado, ela já se tinha arranjado, e estava só de camisa de dormir, por baixo do tecido fino notavam-se com clareza os grossos mamilos arrebitados, que contratavam com o seu ar ausente que o cabelo solto ajudava a esconder. Estava bonita de morrer, e não fosse o respeito por ela estar ali assim, na sala de joelhos, frente à imagem da Senhora, de mãos juntas a desfiar as contas que os seus lábios transformavam num zumbido indesminto, e tinha sido outro problema.
Por isso ele apressou-se para a casa de banho deixando para trás aqueles pensamentos pecaminosos. Que cortesia a dela, já lhe tinha deixado uma bacia de água morna e tudo, e aquele sabonete… um luxo, nunca ele tinha cheirado nada igual. Que bem lhe soube aquele banhito, ele estava todo melado por baixo de quando se tinha esporrado, as cuecas pegavam à pila e os pintelhos estavam todos peganhentos. Deixou-se levar e lavou-se da cabeça aos pés, limpou-se a uma grande tolha macia e seca. Penteou o cabelo com um atrevidissimo risco a meio e aproveitando a embalagem agarrou no frasco de água de colônia verde garrafa do marido dela e perfumou-se. Cheirava-lhe a erva fresca acabada de cortar e pétalas de rosa.
Sentia-se um príncipe, nem lhe apetecia vestir a aquela roupa suja e velha, enrolou a toalha à cintura para no quarto vestir um pijama lavado.
Quando estava a sair da casa de banho a madrinha chamou-o do quarto. A porta estava aberta e ele com vergonha de estar meio despido espreitou só e pediu um bocadinho para ir vestir o pijama, mas ela insistiu para ele entrar. Ela já estava deitada na cama e coberta, e depois dela voltar a pedir para ele ir à beira dela ele lá acedeu, e entrou no quarto dela.

Ela abriu a roupa da cama, os lençóis brancos imaculados, a contrastar com as riscas azul bebé da camisa de dormir. Estava com um ar angelical, calmo e tranquilo. Os longos cabelos quase tapavam a grande almofada. Dos olhos emanava um brilho especial. Da boca suplicante saiu uma tímida língua que lambeu um pouco o lábio superior, e fugiu assim que os dentes de cima apareceram para prender a beiça de baixo e abafar um sorriso.
Não tardou nada até um suspiro lhe ter enchido o peito, onde as grandes mamas, mesmo assim desmaiadas, uma para cada lado do seu corpo deitado, emprestavam à caixa torácica um volume de tirar a respiração.
As mãos dela apareceram como que do nada, a esfregar calmamente as coxas por cima do tecido fino da camisa de dormir, e com a maior naturalidade do mundo, agarrou nele pelo bordado da bainha e levantou-o até ao ventre. As pernas esfregavam-se uma na outra como se massajassem algo ali no meio das coxas, no negro triangulo da perdição.
Entretanto a comichão diluiu-se, e ela abriu um pouco as pernas, mostrando o emaranhado escuro dos pelos púbicos no ninho da rata, e lá no meio uma pequena e sorrateira vulva. As mãos dela não paravam quietas, era como se a sua pele do corpo estivesse em numa aflição sempre a precisar de ser esfregado, como que a aliviar um fogo que não se vê, mas consome a carne e a pele. Neste frenesim não tardaram a encontrar a orgiem do calor, e logo atingiram a zona de penetração. Ela passou os dedos pela cona, e deixou à mostra uma enorme racha bem aberta, rosada e brilhante.
Nisto, com a maior naturalidade do mundo, ela diz-lhe: “Deita-te aqui, e faz-me um filho!”

Ele ficou paralisado sem saber o que fazer, sentiu-se gelado, e envergonhado, deu dois passos para trás, queria fugir dali, mas bateu de costas na comoda.
É inacreditável, aquele gajo que ainda à pouco sonhava acordado em comer a madrinha à força, era só mais um bocadinho e tinha-a fodido contra a parede, nem que fosse preciso violar… estava agora ali frente a ela todo acagaçado, e a fugir.
Dei dois calduços no Preto, e chamei-lhe meia duzia de nomes feios de caguinchas, a borradito de merda, de filho da puta, a paneleiro, tudo o que me veio à cabeça.
«E tu? Cagalhão, se fosses tu o que fazias?» perguntou-me ele.
Já era de noite e estavamos junto à cabine da luz, tinhamos estado a preparar a surpresa para o Ti Coisinho. Eu sentei-me no muro e ele ficou de pé à minha frente, a olhar-me com um ar desafiador, eu saquei de um cigarro era o ultimo do maço. Nisto ele insistiu comigo, dei mais uma passa no cigarro, passei-o a ele, e eu dei-lhe a resposta mais obvia.
Ela já estava pronta era só deixar cair a tolha, montá-la, espetar a piça tesa pela racha fresca acima, bombar até me esporrar todo, e deixar a queles papos de cona a rever leite.

078 “Deita-te aqui, e faz-me um filho!”

#spoileralert
Cenas dos Proximos Capitulos 

Ela abriu a roupa da cama, os lençóis brancos imaculados, a contrastar com as riscas azul bebé da camisa de dormir. Estava com um ar angelical, calmo e tranquilo. Os longos cabelos quase tapavam a grande almofada. Dos olhos emanava um brilho especial. Da boca suplicante saiu uma tímida língua que lambeu um pouco o lábio superior, e fugiu assim que os dentes de cima apareceram para prender a beiça de baixo e abafar um sorriso.
Não tardou nada até um suspiro lhe ter enchido o peito, onde as grandes mamas, mesmo assim desmaiadas, uma para cada lado do seu corpo deitado, emprestavam à caixa torácica um volume de tirar a respiração.
As mãos dela apareceram como que do nada, a esfregar calmamente as coxas por cima do tecido fino da camisa de dormir, e com a maior naturalidade do mundo, agarrou nele pelo bordado da bainha e levantou-o até ao ventre. As pernas esfregavam-se uma na outra como se massajassem algo ali no meio das coxas, no negro triangulo da perdição.
Entretanto a comichão diluiu-se, e ela abriu um pouco as pernas, mostrando o emaranhado escuro dos pelos púbicos no ninho da rata, e lá no meio uma pequena e sorrateira vulva. As mãos dela não paravam quietas, era como se a sua pele do corpo estivesse em numa aflição sempre a precisar de ser esfregado, como que a aliviar um fogo que não se vê, mas consome a carne e a pele. Neste frenesim não tardaram a encontrar a orgiem do calor, e logo atingiram a zona de penetração. Ela passou os dedos pela cona, e deixou à mostra uma enorme racha bem aberta, rosada e brilhante.
Nisto, com a maior naturalidade do mundo, ela diz-lhe: “Deita-te aqui, e faz-me um filho!”

Continua, ou melhor… recomeça brevemente.

077 A gemer e a foder...

No fim de jantar comeram a meias uma laranja sentados na soleira da porta, ela descascava e dava-lhe os gomos à boca, ele só queria era que ela se descascasse toda, e já não faltava tudo. Ao fundo, atrás dos montes o pôr-do-sol abrilhantava a cena, e emprestava ao casal um ar de namoro encantado. De tão juntinhos que estavam, ele quase conseguia sentir a respiração dela que lhe elevava o peito e fazia sobressair ainda mais os peitos, sempre que ela inspirava mais fundo, ele não se poupava em rodeios e aproveitava para dar uma espreitadela ao decote, e deliciar-se com aquela paisagem acidentada.
E o braço maroto, sempre aquele bracinho maroto, assim como quem não quer a coisa, a roçar de lado nas mamas, e a mão, essa mãozinha tonta, a passar despercebida na perna...
Transforma-se o admirador na cousa admirada, porque ela estava admirada.
Como ele estava crescido.
Como ele estava bonito.
Como ele parecia um homem feito.
Passou o tempo todo a gaba-lo, e ele todo contente, lá ia passado o rabo do olho que agora descia mais um pouco até à racha... da bata, que se abria e mostrava um bom bocado de coxa nua, quase, quase até à racha... da cona. A sua mente ia divagando entre os piropos da madrinha e os pensamentos que lhe assaltavam a cabeça, aquele corpo quente ali mesmo ao lado, aquela mulher era todo fogo, e ele começava a arder de tesão, a imaginar aquele pedaço de mau caminho ali juntinho, bem pertinho, tapado só pelo tecido fino da bata.
Aqueles peitos sem soutien, com dois enormes bicos a transparecer, e aquelas coxas grossas, a pele branca a palpitar, mesmo à espera de serem agarradas, com uma mão, seguradas com duas mãos, apalpadas, do joelho para cima, de fora para dentro, de baixo para cima, bem para cima, entre as pernas, até ao entre pernas, até descobrir o segredo.
Bem ali no centro das atenções, no meio das pernas, onde toda a mulher se encontra, onde todo o homem se perde, estavam as duvidas que lhe assaltavam a mente…
Será que está de cuecas.
Será que anda com o pito a arejar.
Será que tem uma grossa pintelheira.
será que tem umas beicinhas delicadas.

Ele parecia estar alucinado, tínhamos perdido completamente a noção do tempo, estávamos no sótão do palheiro da vizinha, e já nem sequer interessava aquilo que nos tinha levado até ali, o que queríamos fazer estava (quase) feito. Aquela ideia “romântica” de nos armarmos em cagões, como o ladrão que volta ao local do crime, nós estávamos ali para nos vingarmos do Ti Coisinho (o tratorista) e da minha vizinha, que armada em prostituta que lhe andava a pagar com o corpo.
Mas, voltando ao cerne desta questão, o que agora interessa é o resto da historia, e o Preto falava, perdido a imaginar, ou encontrado a desabafar.
Caralho! Assim não vamos a lado nenhum. Chamei eu à atenção, afinal o que eu queria saber era se ele tinha feito alguma coisa com ela ou não, se a tinha montado. Mas ele não estava pelos ajustes, se eu queria saber o tal segredo, tinha de saber esperar, e saber escutar.

E, pelos vistos, também lhe aconteceu igual naquele fim de tarde, ela deu por ele de cabeça perdida, ele estava longe, ou melhor perto de mais. Chamou-o à atenção, só que não foi com caralhadas, que ela não é uma filha da puta qualquer. Foi assim com coisas que só os que só os amantes entendem,
Uma lapadinha.
Uns miminhos.
Uma palavra mais doce.
Uns risinhos idiotas.

Nisto, ela disse que se ia arranjar... como? assim, com o sol ainda a despedir-se, num vermelho de fogo ardente, ia assim já para a cama?, tão cedo?, deitar-se com as galinhas? Pois, porque é preciso aproveitar enquanto a noite ainda é uma criança. Então, deu-lhe um beijinho na testa e foi-se.
Ela levantou-se, e ele viu. Sim, ele viu, jura, pelos olhos que a terra há de comer. Viu, um bocadinho da mata negra, uns pelinhos pretos, uns pintelhos, algures entre a barriga da coxa e o triangulo da perdição.
Ele ficou no mesmo sitio, virou-se um pouco, e ficou a vê-la caminhar casa dentro, a admirar-lhe a traseira. Pés descalços, músculos soltos, e aquelas coxas grossas (um sonho), a sustentar aquele rabo, duas nádegas perfeitas, a bambolear acima e abaixo ao sabor dos paçinhos de princesa.
Agora, tudo ardia. Agora, tudo era força. Agora, era a valer, agarrar aquele corpo, apalpar aquele cu todo, aquele grande cagueiro, sentir o que é bom. Encher as mãos com aqueles peitos, sentir os mamilos tremer nas pontas dos dedos. Descer a mão por entre a roupa, sentir a pele macia do ventre e procurar o tesouro. Não! Não a deixar reagir. Não! Não, a deixar escapar, encostá-la à parede, levantar-lhe a bata, passar a mão entre as pernas, sentir a cona a rever. Ela não quer, mas não há volta a trás. Agora é tarde de mais, sua provocadora! Uma mão a agarrá-la pelos cabelos, a forçá-la a vergar-se um pouco, assim a empinar o cu. A outra mão a agarrar na piça, tesa que nem um virote, e espetá-la, assim de uma vez só, pela cona acima, sem dó nem piedade. 
A gemer e a foder...
Nos breves instantes em que ele comeu a madrinha com os olhos, ali assim, ainda sentado no mesmo sito, a sonhar acordado o afilhadinho querido, sentiu-se molhado. Não precisava que lhe trocassem a fralda, o nosso menino das alianças está crescido. Pela primeira vez na vida, sentiu-se esvaziar, sem precisar da habitual assistência manual, sem esgalhar o pessegueiro, com a piça guardada dentro da roupa. 
De repente, ficou cego..., sentiu o jato de leite que lhe brotou dos testículos, inundou o escroto,... viu estrelas..., e esporrou-se todo.

076 Cousas da Dita Dura

Isto passou-se numa celebre segunda-feira, o marido da madrinha ligou a dizer que tinha chegado bem, e deu a grande novidade, a história que abalava a capital, não se percebia bem se a cadeira se tinha arrumado, ou se alguém mais afotio a tinha desarmado, e também não se podia dizer estas coisas assim ao telefone de qualquer maneira, mas o que se constava, e podia nem ser verdade, era que o Senhor Presidente do Conselho tinha caído da cadeira, ai coitadinho…
Mas esta mulher não era cá de coisas, com o esposo fora por duas semanas para ir acabar uma obra em Lisboa a consorte, tinha com sorte, conseguido ficar com o seu querido afilhado em casa para lhe fazer companhia, e foi este que foi levar aquela novidade ao Senhor Abade. Mas só a ele, a mais ninguém, e tinha de ser ao ouvido como um segredo de confissão, porque essas coisas não se podem dizer a qualquer um e assim de qualquer maneira, porque eles andam aí, e as paredes têm ouvidos, cruzes credo.
O rapaz lá foi, e quando chegou à casa paroquial não encontrou ninguém, e ninguém lhe atendeu à porta, não estava lá o Senhor Abade, nem a irmã, nem a empregada. O nosso amigo já estava para desistir quando se lembrou de ir ver se andava alguém a catar pela horta, quando estava a passar ao lado da casa, ouviu uns barulhos estranhos e ficou curioso. Pendurou-se no parapeito da janela, mas como a cortina tapava a visão teve de se ajeitar melhor, ainda conseguiu espreitar um pouco, e até podia jurar que, pelo barulho, e pelo que viu... talvez um cu e dois pares de cuecas pelas canelas (algo assim), que o padre montava numa das mulheres da casa, ou noutra qualquer porque não lhe onde faltar por ali é ditosas comadres com fome. Mas, mais não viu o nosso moço, porque escorregou, caiu, rasgou as calças e esfolou um joelho.
O recado, esse, só foi dado ao fim da tarde, estava o reverendo a sair do café e o adro da igreja já cheio de beatas, prontinhas... para assistir à missa. O Padre ficou aflito com tal noticia, esse segredo de lesa pátria, podia ter muitas interpretações e não podia andar assim por aí a ser dito, era quase tão grave como se dizer que o Padre andava metido com uma mulher.... ironias.

Nisto tive de o mandar calar durante um bocado, pareceu-me ouvir barulho na parte de baixo do Palheiro da Vizinha. Nesse entretanto fiquei a pensar naquela coisa do Senhor Padre Cura, eu a modos que já desconfiava disto, e claro que agora será uma situação para explorar melhor. O Preto aproveitou logo para desconversar, sempre a fugir com o rabo à seringa, começou a falar de politica, pois o dito Presidente e o regime já foram mas que calhar a PVIDE ainda anda por aí, historias, ditos, etc e tal.., mas a mim só me interessa ter a Dita Dura, e uma boa cona à mão, onde a espetar, e malhar até me esporrar. Dei dois calduços no gajo para ele soltar a língua… e após mais uma acalorada troca de galhardetes, ele lá continuou.

Regressou a casa da sua muito querida (e antiga ama de leite) à hora de jantar, ela andava a varrer o pátio, agarrava o cabo com mestria e dançava ao som das poucas folhas que a vassoura empurrava, mas havia ali algo mais de especial, aquele toque de cintura que faz abanar a roupa solta, e saltar o peito e as têtas, o brilho quente dos olhos e um sorriso largo, meio escondido pelo cabelo solto que lhe cobria parte do rosto rechonchudo, emprestava-lhe um ar de garina roliça, capaz de rivalizar com uma qualquer moçoila com dez anos menos.
Parou logo com as limpezas, encostou a vassoura à umbreira da porta, e ficou à espera que o moço entrasse, assim que este entrou, passou-lhe a mão pelas constas enquanto o encaminhava para a mesa e lhe indicava o banco do costume, nesse entretanto ficaram ali parados um pouco enquanto ele lhe contava o segredo do Padreco, o recado da ditadura claro, que as outras Cousas da Dita Dura não são conversas que se tenham com uma respeitada senhora casada. Entretanto ela regressa à mesa e entrega uma malga de sopa ao nosso amigo, que quase se engasgou de imediato com a côdea que já estava a roer, porque assim que ela se debruçou quase lhe caiam as mamas soltas pela esgalha da bata fora, aqueles dois enormes melões, ficaram ali assim ao penduro, encostados um ao outro, no limiar do decote, de fora quase até aos mamilos. Ela apercebendo-se da aflição do seu querido Menino das Alianças, apressou-se logo a ir em seu auxilio, deu-lhe umas palmadinhas nas costas e depois para o sossegar ainda o agarrou um bocadinho pelo peito, coisa que o rapaz tanto apreciou, porque ficou com a cabeça encaixada mesmo no meio daquelas assombrosas têtas.
Entretanto ela voltou para o fogão, as curvas do corpo a rebolar na mesma medida em que debaixo da mesa a pila grande ia crescendo, ficando maior na medida do tesão, do preto que, confessa, naquela hora só lhe apetecia, levantar-se e puxar pela ponta do laço da fita da bata, e ver que segredos escondia aquele corpo da sua querida madrinha.

075 Meia Fodinha.

Uma broma, só podia, aquele Preto estava a brincar comigo, eu estava incrédulo. Que ele me dissesse que andou por lá a espreitar a madrinha e a bater umas pivias à custa disso, até dou de barato, que a tenha apanhado (desprevenida) com as têtas ao léu na casa de banho, até admito que possa ter sido, agora quanto ao resto… até me custou a digerir.
Parou tudo.
Estou com o meu amigo, no palheiro da vizinha, a aprontar mais uma, e em grande.
Esqueço tudo, e ouço-o cada vez com mais atenção, faço perguntas, satisfaço a minha curiosidade, e ao mesmo tempo tento tirar a limpo, e ele disse que não me escondeu nada.
Agora rebobinando, e ordenando as ideias do gajo, é assim:
Pelo que a madrinha lhe contou porque ele não se recorda (claro), quando ele nasceu a mãe por infelicidade não o conseguiu amamentar, arranjou então como ama de leite uma amiga da família, que embora fosse nova, dava leite como se fosse uma vaca. O bebé não estranhou e
a miúda cuidou dele nos primeiros anos de vida. Enquanto os pais dele estavam no campo ela ficava a cuidar da casa e a tratar do menino.
Está então explicado como é que ele já lhe tinha visto as mamas.
Ela dava-lhe de mamar, então ele já lhe tinha mamado nas têtas, e até as as apalpou, muito bem e muitas vezes, mas isso nem é considerado apalpar, porque quando sé é bébé não há intenção e ainda reina a Inocência. A história parecia simples se não fosse o resto.
Então é assim, como ela era uma rapariga casta para evitar confusões e semvergonhices, ela cuidava dele sempre sozinha, mesmo quando estava alguém em casa ela fechava a porta do quarto para ficar à vontade. Tratou sempre do afilhado como se de um filho se tratasse, foi e ainda é como uma segunda mãe para ele, a mãe até costuma dizer que a madrinha é mais que mãe dele, e que lhe está eternamente grata por tudo.
Tratando-se uma rapariga solteira e ainda sem namorado, ela confessa que se sentiu logo atraída pelo facto de… poder tratar dele, porque lhe causava muita curiosidade, e que aproveitava sempre para lhe mexer quando lhe trocava a fralda. Sempre que lhe dava de mamar ensinava-o a meter as mãozinhas no seio e a chupar bem no biquinho. E no fim, por vezes (à noite na cama), sentia-se tão quente e excitada nesses momentos que até tinha de meter a mão pela saia acima para esfregar o grelo, e consolar a pita.
Um belo dia o menino ficou com febre, foi uma doença para ela que foi com ele ao médico que até a tratou como se ela fosse a verdadeira mãe do menino.
Quando chegou a casa com ele deu-lhe banho e entes de o vestir teve de lhe pôr um supositório,...

Espero que o caro leitor não fique indignado com esta paragem na narrativa, poque agora é que a porca torce o rabo, não é por falta de vontade de lhe contar o resto e aqui relatar algumas das aventuras que o preto me narrou acerca da sua infância com a sua madrinha, mas… O certo é que não posso.
Esta parte da história pertence ao Preto, e por isso, depois de nestes últimos dias termos “debatido” a questão, tenho de me render e respeitar a vontade dele só publicar o que ele me autoriza.

Assim sendo resta-me dizer que meia duzia de anos depois destes factos ele foi menino das alianças no casamento da madrinha, e que ela já estava casada há mais de uma década e ainda sem filhos, quando a história reatar…

074 Aroma a Cona Madura

Impressionante, nem nos mais estropiados sonhos alguma vez iria imaginar aquilo.
Estive com o preto no palheiro da vizinha… Sim! Lá mesmo e porque não, o ladrão volta sempre ao local do crime, e se eu cometi furto ao roubar a roupa ao velho, o que o chulo armado em proxeneta fez também pode ser considerado lenocínio.
Mas deixemos de parte as discussões que eu tive com o meu colega e passemos ao cerne da questão, o palheiro era o local ideal para o que tinhamos a fazer, eu e as minhas maquinações e claro tudo aquilo que ele tinha para me contar… Simplesmente fantástico.
A história dele reza assim,
Há alguns anos atrás o padrinho do preto foi acabar uma obra para Lisboa e só vinha a casa de quinze em quinze dias ao fim de semana, assim e durante algum tempo, ele esteve a fazer companhia à madrinha para ela não ficar sozinha em casa. Nunca ninguém lhe deu uma cabal explicação para aquilo, mas estaria algures entre os ciumes do marido e o medo que ele tinha que ela lhe pusesse os cornos.
Ainda agora a mulher não é nada de se deitar fora, ou melhor era de deitar (na cama) e foder, e o preto não resistiu a deitar o olho às coxas, chegar-se às mamas (para lhe sentir o volume), e claro a expressão máxima do punheteiro profissional, espreitar pelo buraco da fechadura quando ela ia mudar de roupa para deitar. Era de esporrar e babar-se por mais.
Um autentico regabofe, uma noite viu pela frincha da porta da casa de banho, ela a levantar a camisa de dormir, a baixar as cuecas até às canelas e a mijar de alto, com o esguicho forte a jorrar da mata negra entre as pernas, e perdeu a conta a quantas bateu pela noite fora, cuecas, calças de pijama e lençóis cheiinhos de manchas. Acordou na manhã seguinte com ela a dar-lhe um beijo de bom dia e a dizer que só tinha vindo ver se ele estava bem e que ainda era cedo e podia ficar na cama mais um bocado enquanto ela ia acomodar o gado, tudo bem e nada melhor do que acordar assim a olhar decote adentro para aquele peito sem soutien e ver aquelas têtas ao dependuro com um dos mamilos quase de fora e a pedir para ser chupado.
Ele esporrou-se todo mal alisou o pau, e foi logo de seguida à casa de banho para fazer o xixi da manhã. Quando voltava do quarto de banho, viu em cima da cama dela (ainda por fazer) a camisa de dormir, entrou, agarrou na camisa e cheirou-a aquele cheiro a mulher madura enibriou-o, e deixou-lhe a pila de pé no mesmo instante. Baixou os truçes e as calças de pijama, e esfregou a camisa entre as pernas, era macia como uma rosa, suave como veludo e estava quente como um forninho.
Nisto viu em cima da cama algo que o deixou ainda mais perdido, umas cuecas, umas cuecas, umas cuecas de mulher brancas e com umas florzinhas vermelhas desbotadas, umas cuecas usadas abertas e com o selinho para cima. Agarrou nelas e sentiu-as humidas. Sinal evidente de muito grelo coçado, restos da noite de uma mulher carente que sozinha na cama se consola como pode.
Ele agarrou nelas, cheirou-as e sentiu o aroma morno a sumo de pita, era a essência de uma cona requintada, já que esta decididamente não cheirava a bacalhau. Sentiu a pila a escorrer, passou o tecido pela cabeça para juntar os dois fluidos. Num impulso, voltou a pôr as cuecas abertas com o tecido de dentro para cima, e pôs-se em cima delas, motou-as, foi como se estivesse a ir ao pito à madrinha, esfregou a piça bem lá no meio, e em menos de nada voltou a agarrar nas cuecas e veio-se bem enchendo de leitinho o selo das cuecas.
Voltou para a cama e até já sentia a pila dormente, mas só conseguia pensar nos segredos que se escondiam entre as pernas da madrinha, aquela penugem negra em forma de triangulo diziam uns, com uma peluda até ao umbigo diziam outros, e a tal racha, seria assim uma cona toda aberta e de beiças grandes como a das putas da Revista Gina ou assim uma pitinha toda lambida como uma boquinha atravessada como o das Damas no baralho de cartas do manco…
O preto despertou desta letargia com a madrinha a chamá-lo, ele nem se tinha apercebido do regresso dela, a aflição de ter o mastro em pé e se ter de levantar passou logo, porque com a aflição ela murchou logo…
Do que se passou a seguir faltam algumas memórias, porque ele não faz a menor ideia do que ela lhe pediu ou do que lhe falou e do que lhe disse, mas sabe que lhe respondeu do quarto e do corredor. Só se lembra de entrar na casa de banho e ter ficado de queixo caído, e totalmente esgazeado ao ver a madrinha, ali de pé com as mamas ao léu e com as cuecas brancas de florzinhas vermelhas desbotadas vestidas… Assim aquele molherão que veio ter com ele à porta e lhe disse:
«Não faças essa cara de bezerro desmamado, porque já as viste, e já as mamaste tantas vezes.»

Continua…