095 Grande foda, ou quase.


Finalmente chegamos a Saint Peter de La Buraca, como oficialmente anunciou o taxista, para mais uma vez tentar quebrar o gelo, ele que até tinha passado a viagem a contar anedotas, tentando de balde animar as coroas, mas foi tudo em vão, só eu e ele é que nos riamos, até parecia que elas as duas iam a caminho do próprio funeral.
De buraco aquela terra tem pouco, é tudo só montes, e muito decrépitos, depois de dar umas voltas e de termos passado mais que uma vez pela mina, o chofer parou o carro num caminho escuro ali perto, e disse que agora tínhamos de esperar ali pela nossa vez. Eu não estava a perceber, e elas também não, a minha mãe abriu então a boca a primeira vez desde o inicio da viagem, ela pensava que era chegar ali e ir direto à bruxa. Foi então que ele explicou como tudo funcionava, havia mais pessoas a precisar dos serviços da dita senhora, e a espera poderia durar muitas horas “qui ça até a noite e a madrugada toda!”, e que para não dar muito nas vistas os carros de praça aguardavam naquele caminho. Foi então que ele ligou outra vez os faróis, fez piscar os máximos, e nós vimos mais ao longe outro carro à espera.
Eventualmente naquele caminho haviam alguns outros taxis, mas havia ainda de contar com pessoas que saiam daquele esquema e iam ter diretas a casa da feiticeira, contudo todos iam ter de esperar pela sua vez. A minha mãe rata velha, apressou-se logo a tentar dar a volta à situação. Em menos de nada tinha saído do carro e estava sentada no banco da frente ao lado do motorista. A luz que vinha do tecto era pouco, mas deu logo para ver que o busto dela estava quase ao léu, as mamas dela estavam quase, quase a saltar fora, numa das têtas até dava para distinguir as bordas (que ali assim pareciam castanhas) de uma das aureolas. O cabrão comeu-a logo com os olhos, só não meteu a mão, porque a vaca, com um gesto a imitar o gentil lha agarrou, e com voz meiga lhe foi pedindo se por ventura não haveria forma de apressar tudo aquilo.
Ele já ia a responder pela segunda vez que não, quando sem contarmos fomos encadeados por umas luzes muito fortes, a pita estremeceu toda e agarrou-me a mão, até eu fiquei acagaçado. A viatura que nos encandeava foi vindo devagarinho, até que parou quase ao nosso lado, eram os cucos. O taxista, saiu do carro, atirou o cigarro para a valeta e dirijiu-se ao jipe da da guarda.
Eu encavalitei-me na Pita para poder ver melhor, e ouvi quando um dos agentes lhe perguntou, se agora ele também trazia, putas e chulos à bruxa, o que era uma clara alusão à figura de kenga que a minha mãe estava a fazer na montra do carro. Fiquei cego, senti-me mal, num misto de raiva, frustração, e impotência. Quando percebi a realidade, a bófia ali, e nós ali naquela rua deserta, e naquelas andanças, a primeira ideia que me veio à cabeça foi que íamos todos presos. Grande foda em São Pedro da Cova, estávamos todos fodidos.  
Naquele instante apetecia-me ter fugido dali de qualquer maneira, voltar embora para a minha rica terrinha a pé se necessário fosse. Passou-me tudo pela cabeça, dede a primeira vez em que montei a aleivosa, até ao facto de estarmos ali porque ela meteu os cornos ao corno marido, e ficou prenha não se sabe bem de quem… Contudo acordei da minha fúria, para me rever noutra, a autoridade já se tinha ido embora. Tinham vindo ali… bem como dizer isto… cobrar, ou melhor, o cabrão do taxista deu-lhe, untou-lhes as mãos com quinhentos paus, ai o meu rico D. João II que ainda estalava. Pelos vistos era assim que funcionava.
Ai se o corno que anda lá pela França a comer o pão que o diabo amassou, soubesse como é que a cadela da esposa anda por aí a desbaratar os francos...
Aquilo era demais para mim, saí para apanhar ar e encostei-me ao carro a acender um cigarro, quando puxei o fumo, tive de me conter para não tossir. Tinha pegado num Gauloises. O taxista com mais faro que um cão velho veio logo atrás cravar-me “um desses”, teve azar o filho da puta, levou com um daqueles espanhois, uma zurrapa a saber a alcatrão, que se fodeu. Aquilo dá uma moca do caralho.  Nisto ele virou-se para mim e disse-me para ir com ele esperar para a tasca. “Comer umas sandes de presunto e beber uns verdinhos.” Eu disse que sim, mas gerou-se logo um sobressalto com as galdérias. As cadelas estavam atentas, e não queriam ficar ali sozinhas. E com razão, eu não podia deixar as duas cabras a pastar sozinhas, de noite, no meio de um monte qualquer, ainda por cima na terra da Bruxa.
Mal o chulo do motorista se afastou, a minha mãe apressou-se a sair do carro. Estava empachadinha para mijar, e mal se abaixou, ouvi logo o xixi a jorrar, eu estava a dois passos dela e não estivesse tão escuro, de onde eu estava poderia até estar a ver bem mais que o reflexo luzente da torrente de mijo que lhe saía de entre as pernas. A aleivosa também estava aflita, tanto que quando foi a sair do carro, se queixou, que com o cagaço de ali ter estado a policia tinha molhado as cuecas, ou até mais, penso eu. No fim de ter servido o corpo a vaca não foi em embaraços, e bem vi quando ela tirou as cuecas, usou-as para limpar o pito, e no fim atirou-as para o meio do mato.
Quando mija um português, mijam dois ou três, e por isso também eu fui dar algum trabalho à minha piça.

094 Reconhecidissimos Serviços Sexuais da Casa Amarela

Ele há cada puta mais maluca, e eu feito tolinho, só penso com a cabeça da gaita. E fodo tudo, ou melhor tudo, tudo não, porque no meio desta trapalhada toda, continua a minha namorada há esperinha que eu lhe salte à espinha e lhe tire o cabacinho, arrisco-me a um dia destes chegar lá e ela já ter entregado a virgindade a outro, ou que um cabrão qualquer lhe tenha tirado os três às três pancadas. Só de pensar até me arrepia os pelos da gaita. Mas outros valores se alevantam e por isso tenho de acompanhar a família nas suas necessidades.

Ora a pita, da puta da cunhada da prima da minha mãe, regressou finalmente do cativeiro, os pais lá soltaram a cabritinha, e no mesmo dia quiseram ir ao bruxo fazer o desmanche. Quando cheguei da escola mal me deram tempo de almoçar, obrigaram-me a vestir à pressa um fato completo com camisa, colete e jaqueta, e partimos os três à pressa para a paragem. Até parecia que estávamos a fugir de alguem. Fomos num autocarro até à vila, e lá depois apanhamos outro para a central, e aí apanhamos ainda outro. Sempre sem dizer palavra.

Chegamos a meio da tarde a Espinho, o dia estava bonito e cheirava a maresia, afinal é quase verão. Eu e a pita ficamos no parque à sombra enquanto a minha mãe foi pedir umas informações. Tudo muito misterioso, a pita de chinelas, quase toda vestida de preto, e de xaile pela cabeça quase parecia uma peixeira, a somar a este ar sinistro, não dizia uma palavra. Parecia que o gato lhe tinha comido a língua.

Quando a mãezinha regressou, disse que tínhamos de esperar, e eu pedi para irmos até à beira mar. Caminhamos algum tempo pela marginal junto à praia, e não fossem os motivos que nos traziam ali, e o ar de enterro das duas cadelas até podia ter sido um passeio agradável. Quando saímos dali tínhamos de ir em direção à estação dos comboios na rua 8, até pode ser facil para muito boa gente orientar-se naquelas ruas todas perpendiculares, mas para uns campónios como nós, demorou um bocado, ou melhor, até ajudou a passar o tempo, e a quebrar o gelo, até a pita já começou a dar um ar da sua graça.

Até já me tinha passado pela cabeça, mas nunca pensei que acontecesse, numa das ruas e à porta de uma Casa Amarela, estavam duas meninas, pouco recomendáveis, a botar fumo. Quando estávamos a passar por elas, botaram-se a nós, uma atacou as mulheres e a outra fez-se a mim. A minha mãe e a pita foram chingadas do piorio, era preciso conhecer o dicionario de palavrões da frente para trás e de trás para frente para recitar tanto e tão bem em tão pouco tempo. A outra, foi uma querida, abriu o grande casaco que trazia vestido, e por baixo nada. Estava nuinha, tal qual veio ao mundo. Ficou assim algum tempo a tentar convencer-me com palavras meigas a entrar com ela enquanto mostrava o material, duas grandes têtas, com aureolas e bicos a condizer, um ventre dilatado e no meio das volumosas coxas, uns papos de cona generosos com os pintelhos muito bem aparadinhos.

Aquilo ajudou a desfazer a tensão, e assim fomos mais animados, com elas a falar mal do bordel, das mulheres da vida, porque dizer outros nomes é feio, a maldizer de quem recorre aos seus serviços, mal sabendo que muitos homens da região, e muito provavelmente até os maridos delas recorrem com bastante assiduidade aos reconhecidissimos serviços sexuais da Casa Amarela, as Putas da Maria Alice de Espinho, para fazerem com as rameiras aquilo que as suas castas mulheres não lhes dão em casa, mas que provavelmente nem se importam de experimentar com um vizinho qualquer, ou até com o carteiro. Mas andemos porque se não, nem à estação cheguemos.

Entramos numa pastelaria fina ao lado da estação e a minha mãe encomendou um lanche a condizer, bolos e galões para todos, porque ela estava uma mãos largas. Antes de sairmos foram as duas para a casa de banho, que é mesmo coisa de mulheres, irem juntas fazer um chichi. Quando regressaram, a pita já trazia a cabeça destapada e o xaile vinha nos ombros.

Eu já estava todo contente a pensar que me ia estrear a andar de comboio, quando e mãezinha me diz que tem de ir falar com o senhor do taxi. Nisto deixou escorregar para os braços o xaile até deixar à mostra os ombros nus, e ficou à vista o decote bem aberto com o grande volume dos peitos bem à mostra, e as mamas bem subidas quase a saltar fora. Tivesse andado assim umas ruas antes, e as meretrizes não tinham gozado com com ela.

Ficamos a observar ao longe, enquanto ela fazia perguntas primeiro a um taxista e depois a outro. Deteve-se mais tempo na conversa com o segundo, e ia-se insinuando, chegou mesmo a alçar a perna para cima da roda do carro de praça, deixando descaradamente à mostra um bom bocado de coxa grossa. O que despertou bastantes olhares curiosos de quem passava. Nisto o chófer foi para a junto do poste com a caixa verde e preta com o telefone, e com o auscultador na mão ia falando, enquanto a vádia o ia rondado, perante o olhar atento de uns quantos mirones, e motoristas de carros de aluguer, de olhos em bico, e por certo, piça em riste.

Demoraram ali bastante tempo e deu ideia de que ele fez diversas chamadas. Quando a senhorinha regressou, já trazia o xaile a cobrir as vergonhas, e com a cara de caso que trazia bem podia passar por ser mais uma beata a caminho da missa das sete.

«Não podemos ir ao bruxo de Fafe, ele já está com marcações para muito tempo. Como estamos com urgência, o senhor conseguiu para hoje na bruxa de São Pedro da Cova. Diz quem sabe que tem muita fama, e que é muito bem recomendada para estas situações de desmanche… São cinco contos, e tive de pagar adiantado, mas, só para o taxi! Quanto é que ela leva? Não sei, mas o que se quer é que dê certo. Ele agora vai jantar, e saímos daqui a uma hora e meia.»

093 Ai a porcalhota, à puta que a pariu!

Três dias, três dias inteirinhos sem molhar o bico, tenho os colhões tão duros que até tenho medo que esteja a encaroçar, já nem à mão consigo esvaziar o leite. Este fim de semana foi uma merda, tinha tudo para ser muito bom mas não.

Na sexta-feira ainda me diverti a valer com a continua, tive direito a tudo, uma foda e tanto, pena é que ela tenha aquela cona tao escachada, pudera, depois de tudo o que ela me contou acerca do que passa em casa, não admira. Com tudo isto atrasei-me e quando cheguei a casa da minha namorada, era tarde, a mãe dela (a puta da sogra), só estorva, e já por lá  andava a rondar, e os nossos planos foram por agua a baixo. Nem um beijinho. Mea culpa que me atrasei.

Em casa andava tudo melado, aquilo até parecia que eram dois pombinhos em núpcias, passaram o fim de semana no truca truca, aquilo foi malhar até achar petróleo, e aqui o galego é que se fodeu, foi trabalhar ate não poder mais, regar a horta, porque os tomates estão a ficar viçosos, apanhar erva, acomodar o gado, etc e tal. Só pararam no Domingo de manha para ir à missa e de tarde para tratar da situação da cunhada da prima da minha mãe, foram a casa dos pais dela “ver o que se passava”, a aleivosa deve regressar esta semana. Espero que ao menos venha com fome, que eu quero ver se lhe dou chouriça pelas pernas acima.

Na sexta à noite queria ir ao cinema, mas o velhote topou, e cortou-me as bases, “com que então querias ir ver um filme de malhanço”, e tive de ficar em casa todo fodido a ouvir a cama deles a ranger por todo o lado e a minha mãe a gemer alto e bom som, até perdi a conta às fodas que deram. Aproveitei para dormir.

Sábado de manha fui cedinho e cheio de vontade à caça à cona, mas puta que pariu, nada de nada. Primeira paragem, o tanque, estava cheio de galinhas com o pito aos saltos, c’um caralho, aquilo parecia a convenção anal das vaginas, uma autentica feira. Fui miscando até que encontrei aquilo que procurava. A Boazona. Fui-me chegando à beira dela, para lhe oferecer ajuda, mas ela não me deu bola. Pudera, estava lá a continua, e já tinha bombado tudo acerca da minha vizinha. A puta estava nas sete quintas dela, era a rainha do tanque.

Enquanto ali estava à espera que a boazona me desse bola, fui aproveitando para lavar as vistinhas. Elas riam, mandavam bitaites, baixavam, e enquanto esfregavam as cuecas e as meias, as têtas quase lhe saltavam pelo decote fora, eu estava principalmente interessado num par delas com umas aureolas bem castanhinhas e uns bicos de meter raiva a qualquer chucha. E bem valeu a minha atenção porque quando ela foi por a corar a camisa de dormir, agaichou-se de pernas escachadas e deixou bem à vista, logo abaixo de uma farta pintelheira negra, um par de beiças cumpridas e caídas, as primeiras que vi assim. Para meu maior gaudio, a cadela quando se ia a levantar, distraida com a risota das camaradas lavadeiras, perdeu o equilíbrio e não caiu para trás por pouco, escachando-se ainda mais e abrindo bem a greta, ornamentada por aqueles grandes lábios em forma de borboleta.

Grande tusa me deu, mas durou pouco, não tardou nada, e já ia eu atrás da boazona, dei-lhe algum avanço para não dar nas vistas, e fui por um atalho apanhá-la no carreiro que dá para casa dela. Para resumir a minha má sorte e infortúnio destino, só tenho a dizer que apesar do corno do marido dela não estar em casa, o meu esforço não deu em nada, íamos muito animados, pensava eu, mas mal entramos na cozinha e eu lhe apalpei o pulso fiquei logo desiludido. A fome era tal que depois de trocarmos uns quantos piropos, meti-lhe a mão pela bata acima,e dei com um inchaço bem maior e mais duro do que estava à espera de encontrar naqueles tenros papos de cona. Apalpei melhor, e ela diz-me com uma ternura descarada, “não há nada para o cão…, está a jogar o Benfica”. Um homem não pode confiar num ser que sangra quase uma semana por mês e não morre, chiça!

Desanimado em sem rumo, sentei-me nos degraus das alminhas, tive de me rir, quando vi chegar à minha beira, a rainha do tanque, vinha feliz a continua, e não se calou enquanto não desbobinou toda a roupa suja que tinha lavado. Estava no seu estado de graça maior, ofereci-me para a ajudar a levar o carrego de roupa até casa, e assim que pude fui-lhe dando algumas alfinetadas, e fiz-me ao piso. Ela correspondeu aos meus galanteios com umas risadinhas histéricas, pela primeira vez no dia senti o pau a crescer e o tesão a vir, e pela conversa dela podia ser até já ali, no meio do mato, atrás dum pinheiro. Senti a pressão da verga nas calças e a ponta da gaita a ficar molhada. A tarada estava mais que excitada e não se calava. Diz-me ela, que se sentia melhor que nunca, que depois de ter fodido comigo, mal chegou a casa não se conteve e teve pedir piça ao cunhado, quando se deitou deu o pito ao manso do marido como é da praxe, e levantou-se a meio da noite para mijar deu de caras com o sogro e apanhou outra vez, no cubículo da retrete de pé e por trás. Ainda cedo, estava a fazer o café quando chegou o padeiro, e a deixou a escorrer leite. Ainda se sentia a escorrer pelas pernas abaixo.

Ai a porcalhota, à puta que a pariu!

Que se foda lá o tesão, o melhor era mesmo esquecer e enfiar a pichota nem que fosse num tijolo para me consolar. Fodido, voltei a casa, montei a bicicleta e fui jogar à bola para espairecer.

092 Agora Vivo Livre Sem as sombras do Director.

«Eu não era nenhuma menina de coro, por aquela altura já tinha feito das minhas, “poucas e boas”, ali na mata atrás do pavilhão, como vocês ainda fazem agora, já haviam concursos de punhetas, e eu não falhava um, uma mão em cada piroca, e era um mimo a esgalhar pilas e faze-las espirrar leite. Havia sempre prémio, no final eu ficava com o que ganhava, ou iamos para trás de um pinheiro, e se fosse dos bonitos, dos que eu gostava, eu até deixava apalpar tudo, se não, só tinha direito a ver as mamas e um bocadinho.

    Agora, chega-te é para lá, deixa-me esticar no sofá e deitar a cabeça no teu colo… assim, podes aproveitar e ir gozando do teu prémio, enquanto eu acabo a minha confissão.

Mas de que valia eu brincar de vadia no recreio, quando estava ali fechada no gabinete do Director, e depois de ter apanhado um arraial de porrada, tinha-me apalpado toda, e estava todo teso, eu não era burra e ele queria me foder. Assim que pude, esgalhei-me, e tentei fugir, mais ou menos daqui onde estamos, ali para a porta, com as cuecas pelo meio das pernas, corri, deitei a mão à maçaneta, mas a porta estava trancada. O filho da puta tinha muitas manhas, e eu sentia-me cada vez mais encurralada. Ainda fiquei feita tolinha a olhar para a porta durante algum tempo, e até pensei que me tivesse ignorado.

Quando me virei o Senhor Professor estava sentado ali à secretária, e chamou-me a apontar com o dedo, eu fui caminhando a medo, e quando cheguei perto, levantou-se, e eu engoli em seco. O cabrão tinha a barguilha aberta e caralho de fora. Uma verga grande e tão grossa que ainda agora me causa aflição na garganta, quando a vejo… mas é tão bom quando se enterra, mas naquele dia eu ainda não via a coisa assim.

As pernas termiam-me e eu estava a começar a sentir-me mal, eu não queria mas os meus olhos escorriam num pranto, foi a unica vez na puta da vida que provei as lágrimas salgadas do meu desalento. Eu tinha sonhado sempre em entregar a minha virgindade num acto de amor ao moço mais giro do mundo, não queria que aquele porco me rebentasse toda. Num acto de coragem desmedida atirei-me a ele. Ainda o apanhei de surpresa, mas a minha mão só lhe passou de raspão. Agarrou-me e virou-me, logo de seguida apanhei uma reguada no rabo, até vi estrelas, e comecei a gritar. O camelo mandou-me calar, e voltei a apanhar com a palmatória ainda com mais força, duas, três, quatro, cinco, seis vezes, ou mais, sempre com mais força.

Engoli os gritos, baixei-me, e fiz-lhe sinal para que parasse. Rendi-me. Já não haviam lágrimas, eu estava estarrecida, tinha morrido a esperança. O porco agarrou-me pelo cabelo, e levantou-me. Estava vermelho de raiva. Eu sentia os meus olhos inchados, mas os dele estavam vermelhos injectados de sangue. Desviei para baixo e dei de caras com a cabeça da piça, parecia ainda maior.

O boi mandou-me tirar a camisola, nem ofereci resistência. Ainda estremeci quando as mãos dele me começaram a apalpar as mamas, e ele se encostou a mim, com o mastro todo teso encostado à minha barriga. Fechei os olhos e deixei-me estar, até que fui empurrada, caí, e senti o cu dorido aterrar na espuma do sofá. Isto estava mais largo, este sofá abre e fica como um divã, transforma-se numa cama. O cabrão está cheio de truques. Pôs-se em cima de mim, tentou dar-me um beijo na boca, mas foi só de raspão, que eu virei a cara para o lado. Não se dando por contente, fez-me um chupão no pescoço. Eu bem queria que ele parasse, mas tinha medo que me voltasse a bater. De seguida atacou-me as têtas, apalpava uma e chupava a outra, tanto que eu cheguei a ter medo de largar leite. Quando parou eu tinha os mamilos repuxados, dormentes, e tão grandes que até me metia confusão.

Mas, nem tive tempo para pensar nisso porque a língua foi descendo em direcção ao umbigo, e sempre até parar na cintura da saia. Aí parou um pouco para me tirar as cuecas que estavam quase nos ternozelos, levantou a saia, e abriu-me as pernas. Nem valia a pena tentar fazer força. Eu estava à sua mercê. Enfiou a cabeça entre as minhas coxas, e foi directo com a lingua fazer-me festas na grilinha.

    “És a estriar?” preguntou cabrão. Eu acenei com a cabeça e ele subiu para cima de mim. Senti o pirilau a fazer pressão na minha pitinha, e movido pela mão apontar em direcção à gruta, depois foi horrível, de uma vez só, empurrou com força, e eu senti-me toda a rasgar enquanto o magalho se enterrava racha adentro. Não sei se doeu muito ou pouco, eu já estava toda dorida e queria era que aquilo acabasse depressa. O filho da puta, martelava-me o pito e eu sentia-me a abrir toda, até que deu uma estocada com mais força, eu senti um aperto na garganta com aquela piça grande e grossa a abrir-me ainda mais e a tocar bem, bem lá no fundo, e desfaleci quando o ouvi soltar um grunhido, o volume do pau aumentou ainda mais dentro da minha cona apertadinha esguichou o leite por ela acima.

    Quando saiu de dentro de mim, eu levantei-me limpei o sangue e o sêmen que escorriam pelas minhas pernas abaixo, às minhas cuecas, atirei com elas para o caixote do lixo, peguei na chave abri a porta e fui-me embora.

    Algum tempo depois comeu-me outra vez aqui na escola, e outra vez em casa dele, e houveram outras vezes, até que o agarrei, e fiquei com o cabrãozola na mão.
Agora Vivo Livre Sem as Sombras do Senhor Director.

       Chega de conversa, anda mas é foder-me que eu já não aguento mais!»

091 As mais obscuras sombras do Senhor Director

«Eu tinha mais ou menos a tua idade quando tudo isto aconteceu, já não era propriamente uma menina, nem assim tão inocente como isso, já tinha deitado bastante corpo e as minhas formas faziam inveja a muitas galdérias. Um bocado assim como ainda agora, era cobiçada por miúdos e graúdos. Os moços gostavam de andar a trás de mim para me cortejar, e eu ficava toda babada quando passava à porta do café a abanar-me toda e aquilo era só homens a babar-se e cuspir piropos.

Mas ali assim deitada de bruços no colo do Senhor Director com as cuecas arregaçadas até ao meio das pernas sentia-me indefesa. O cabrão tinha acabado de me espancar, o rabo ardia-me e sentia a cara vermelha de dor e inchada de tanto chorar. Quando ele me meteu as mãos em cima das nádegas ainda dormentes, eu abafei um grito de dor, e contorci-me toda, o ele deve ter dado por isso mas não ligou.

    O cão foi apalpando uma e outra, as bochechas do cu, e também as coxas por fora e entre as pernas, “é só uma massagem para te sentires melhor, filha”, tinha cá uma lábia esse filho da puta, em começou-me a abrir o rego do cu, eu de costas não via, mas bem sei que o que ele queria era espreitar para a minha pitinha. Eu bem apertava o rabiote mas era escusado, não valia de nada e ele já se inclinava sobre mim, e eu já lhe conseguia sentir o bafo acelerado a fazer-me uma impressão do caralho no olho do cu. A cada instante que passava a respiração dele ficava mais forte, e eu ficava apertada entre as pernas e o peito dele, o medo inicial já tinha passado e agora não sei bem o que sentia, mas, queria lutar, se conseguisse.

    Comecei a sentir algo a esfregar o meu rabinho, era áspero, até parecia esfregão palha de aço, ou seria apenas da minha pele estar irritada, mas aquilo estava a incomodar-me, foi a primeira vez que pedi “páre!”, e esbracejei, e esperneei, mas não valeu de nada, ele agarrou-me e prendeu-me o unico braço solto, eu era uma marionete nas mãos dele. E continuei a sentir aquela coisa, era a barba dele a raspar na pele do meu rabo. Quando parou de me esfregar a cara no traseiro, começou a dar uns beijinos e depois… a passar a língua. “cheiras tão bem”, dizia ele, eu estava tão confusa que nem sabia o que pensar.

    Ele andou às voltas a lamber de um lado e do outro, saltando de bochecha em bochecha, até se decidir ficar pelo meio, eu só me lembro de estar ali a ganir baixinho enquanto sentia a língua dele ia escorrendo até ao buraco, o boi devia estar a babar-se todo, a saliva dele chegou lá primeiro, eu sentia-me toda humida, no rego, no olho e até na xaninha. E a lingua andava ali acima e abaixo, acompanhada de uns beijinhos e de uma mão dele que agora já andava à procura do meu peito, para me apalpar a mama de lado, e de mão cheia. Nisto a língua escorregou, escorregou e só parou no olho.
   
    O Director começava assim a revelar as sua mais que obscuras cinquenta sombras. Se as paredes deste gabinete falassem, pintavam de vermelho muitas páginas negras da história desta escola, envergonhando da mais simplória empregada, passando por muitas continuas, professoras e até alguns professores, que se deixaram manietar e caíram nos terríveis jogos sexuais deste monstro. Quando os alunos falam do castigo, não fazem a menor ideia do que se passa aqui, embora um ou outro acabe por vir cá cair, e até lhe possa acontecer qualquer coisa, nenhum terá a ideia de que esta sala se tornou n’ O quarto vermelho da dor.
   
    O barrasco sabia bem o que fazia, eu esperneei, gemi, torci-me toda, mas ele tinha-me ali manietada, eu estava indefesa e à sua mercê, mesmo assim quase que me conseguia levantar dali, mas o porco não desistiu, e voltou a colocar-me à força no colo. Quando fiquei de novo debruçada, senti na minha barriga aquela coisa, parecia um pau espetado, e era, era a piça dele já toda tesa. Eu sentia que estava fodida, não queria desistir de lutar, mas sentia medo. Se ele pegasse outra vez na palmatória para me bater eu fazia tudo o que ele quisesse.

    O fulano voltou à carga em cima do rabiosque, estava cismado com aquilo, e voltou a insistir “como cheiras bem”, e nem sei como tive coragem para lhe responder “lavo-me sempre bem por baixo, não sou como aquelas putas mal cheirosas que o senhor está habituado a comer”, ai puta o que disseste! Ele ferrou-me uma e outra as bochechas do cu, apertou-as bem com as mãos disse-me baixinho ao ouvido, “és uma insolente, e eu gosto delas assim!”.

    Uma das mãos dele escorregou para o meio das minhas pernas e começou a afagar-me os pintelhos, a cabeça dele continuava colada à minha, e eu sentia-lhe a respiração apressada no bafo que a boca dele despejava no meu ouvido. Ele foi puxando pelos pêlos, apalpando os papos de cona, coçou-me o grelo e deslisou o dedo pela greta. A outra mão tinha ido à procura das minhas mamas, e encontrado, não era difícil num peito sem sotien. Agarrou pelo mamilo apertou-o, puxou um bocadinho, e afagou-me o seio todo. Eu sentia-me a tremer no meio das pernas, estava toda a escorrer, e o cachorro deve ter percebido isso, e demorou-se por ali com o dedo a passear pelo meio das beiças da rata.»

   

090 A Sala Vermelha da Dor

A velha emporrou-me quase à força para o gabinete do director da escola, a sala estava vazia, mas mesmo assim não fiquei aliviado, ela foi directa à secretária dele, abriu uma gaveta, e começou a remexer lá dentro. Debaixo de uns cadernos ou livros, tirou uma palmatória, e continuou a remexer, eu estava aterrorizado, até já me doía o rabo só de pensar em apanhar umas reguadas.

Por fim ela deu uma exclamação de alivio, tirou uma chave da gaveta, passou por mim, de andar roliço, e com as curvas todas a abanar do busto ao rabo, estampado na cara um enorme sorriso nos lábios a encher o rosto rechonchudo e redondo. Foi até à porta e usou a chave que tinha encontrado para trancar a porta. “Ele não vem hoje, agora estamos à vontade.” Eu quase desfaleci e sentei-me no sofá para recuperar, contudo não sabia se me podia sentir aliviado e apalpar-lhe o cu, ou enterrar-me pelo estofo a dentro.
Era uma tortura, aquela sala vermelha metia-me confusão, era chamada: a sala do castigo.

Ela voltou a pegar na régua, e o meu coração voltou a tremer, ela ia guarda-la na gaveta mas deve ter sentido a minha inquietação e sentou-se ao meu lado a dar palmadinhas com a régua na mão. A cada caricia da férula na mão dela, eu dava um pulinho por dentro. Ela perguntou-me se eu não gostava do que ela estava a fazer. Era uma pergunta retorica, ela já sabia a resposta, aquilo incomodava-me muito, eu só apanhei duas ou três vezes, mas tinha ficado sempre com a mão a arder e dorida por muito tempo. A fedelha reconheceu que já tinha apanhado muitas, muitas vezes, deu uma risadinha, fez menção de me acertar com ela na mão que estava fechada e que automaticamente se retraiu, mas deu de leve na minha perna, e chegou-se a mim a rir-se. Eu fiquei mais à vontade, mas mesmo assim não percebia o que estavamos ali a fazer.

Entretanto levantou-se e ficou de frente para mim, com o rabo encostado à secretária do mestre, e foi desabotoando um por um os botões da farda, a bata que trazia abotoada até ao pescoço e que terminava logo abaixo do joelho. Não era uma vestimenta sexy, mas deixava antever que a fulana ainda estava ali para as curvas.

Nisto ela ia falando, e confessou que encontrar a palmatória ali guardada na gaveta lhe trouxe à lembrança as memórias de miúda quando muitas vezes ali esteve, no castigo. Disse que a primeira vez que ali tinha estado tinha sido por ter chamado um nome feio a uma filhinha de papá de nariz empinado. Na altura o director já era o actual, deu-lhe numa e noutra mão só uma vez. De cada vez perguntou se estava arrependida, ela já se sentia bem senhora do seu nariz e disse que não, ele passou-lhe um sermão àcerca da boa educação e dos bons modos e no fim voltou a perguntar-lhe se ela tinha entendio, e se mudava de ideias, mas ela casmurra, voltou a dizer que não.

Eu estava a engolir em seco com aquilo, e até me sentia a suar, mas até nem estava assim tanto calor, mas que aquela rameira era quente era, já tinha desapertado os botões da bata quase todos até à cintura, e para meu espanto, não usava nada por baixo. Quer dizer, estava só de soutien, e que pára mamas! Robusto, bem robusto para segurar aqueles grandes melões, branco, rendado, a deixar transparecer o castanho gostoso das aureolas e deixava adivinhar uns grossos mamilos. A minha atenção estava agora toda nela e naquela pele branca e de aspecto macio ali à minha frente, mesmo à mão de semear. Eu estava entusiasmado com o que estava à mostra, mas queria mais, o meu tesão estava de volta.

Ela esqueceu os botões e voltou a pegar na régua agora prestava atenção ao relevo dos buracos feitos na tábua, o dedo dela percorria as nervuras da madeira gasta e os rebordos da punidora. A vaca parecia ausente e com os olhos perdidos algures, e assim ficou durante algum tempo, como que a juntar ideias. Nisto suspirou e aquele peito inchado ficou ainda mais majestoso, e  voltou a falar. Disse que o objectivo de me ter levado até ali não era aquele, que queria era saber a historia da puta da nossa vizinha bêbeda toda, e que me ia dar um premio por isso. Mas quando encontrou a régua no fundo da gaveta foram regressando à memória todas as sevicias pelas quais o aquele Senhor a havia feito passar. “principalmente aquela primeira vez”, e que nunca tinha tido coragem para desabafar com ninguém. As lagrimas vieram-lhe aos olhos.

Eu já não lhe olhava para a cara, a régua estava outra vez pousada e ela continuou a desabotoar-se, estava de cuecas, eram brancas e rendadas faziam conjunto com o sutiã, e revelavam uma farta pintelheira negra, mais abaixo bem encaixados entre as pernas, dois salientes papos de cona, com o tecido da calcinha entalado na greta. Quando a bata se abriu completamente de par em par aquelas coxas revelaram tudo aquilo que a minha mão já tinha tinha apalpado. O meu corpo fervia de vontade e tesão por aquele corpo majestoso.

Quando acabou, fungou e voltou a falar, disse que o professor ficou furioso com a irreverência dela e pregou, injuriou-a, chamou-lhe muitos nomes feios, até ficar vermelho de raiva, mas não a vergou. Nisto, saltou da cadeira agarrou-lhe por por um braço até lhe cravar as unhas na carne, sentou-se naquele mesmo sofá, e atirou-a de brucos para cima do colo dele. E a carga de porrada continuou, começou a molestá-la no cu. De cada vez que ele lhe acertava com a tira de madeira ela estremecia de dor. A cada vergastada a dor era maior, ela chorava copiosamente. Bateu-lhe com a madeira no rabo até a palmatória lhe saltar da mão e ir embater ruidosamente na parede da sala.

Os pais souberam do que se passou mas só até aqui, e mesmo depois de verem a pobre filha coberta de nodoas negras, e terem chorado mais que ela para a curar, nunca apresentaram queixa, uma família pobre é assim tem vergonha, de ser humilde. Contudo, a miúda nunca lhes contou a historia toda, nem a eles nem a ninguém, estava destinada a acompanhá-la para a cova porque nem nos ouvidos do padre na confissão ela confiou.

Até hoje! Em que ela me revelou, as Cinquenta Sombras do Director, e as suas desventuras dominadoras na Sala Vermelha da Dor.

Depois de ter perdido a régua o cabrão, continuou ele continuou a bater, dando-lhe acoites na bunda com a mão, mas foram poucos, porque logo, perdeu a vontade, e levantou-lhe a saia de prégas. De seguida ela só sentiu a mão dele a esfregar-lhe as náguedas e as coxas. Era uma sensação de alivio, toda aquela zona fervilhava e deveria estar completamente vermelha. Até chegou a pensar que fosse compaixão do homem que tanto lhe bateu, mas essa ideia de arrependimento durou pouco.
 A ilusão acabou assim que ele lhe começou a baixar as cuecas.

089 Cabra do caralho fodeu-me bem fodido.

       Estive bastante tempo na biblioteca da escola, mas não tive tempo para escrever mais nenhuma anedota, porque me apareceu por lá uma continua, roliça, de coxa grossa e busto avantajado, mas muito bem tapado, a meter conversa, e pela primeira vez eu (quase) preferi a conversa. Pois, então tinham-lhe dito que havia um espantalho só de calças e sem corpo, pendurado na cabina da luz. Que surpresa a minha, disse eu enquanto apalpava o terreno com uma mão a afagar a coxa dela, com a minha mão a descer até ao joelho.
       Ela estava muito bem informada, que as calças que usaram para fazer o meio boneco eram do Ti Coisinho, eu não me descosi, podiam ser… disse eu, enquanto a minha mão ia fazendo o trajeto contrario do joelho para cintura, mas agora já junto à pele… a meio caminho ela estancou-me a mão.
Somos quase vizinhos, ela é casada, mas constasse que mija fora do penico, o marido é um frouxo, e ela anda a dar o pito ao cunhado e ao sogro, pelo menos é o que se diz por aí, seja como for não era isso que estava em causa. Ela soube da cena que aconteceu na quinta da nossa vizinha, ou pelo menos do que veio a lume. E continuou a puxar por mim, se as cuecas e os botins que apareciam no espantalho também não seriam dele, podiam ser.. disse eu, enquanto a minha mão deslizava mais um pouco pela pele macia.
Mas foi pouco, porque ela passou-me um raspanete, não por causa da minha mão lhe estar a apalpar as pernas, mas porque eu sabia com certeza o que se tinha passado no palheiro da vizinha, porque é que o velho tinha ficado tanto tempo lá à espera que o viessem buscar, e porque é que houve tanta aflição e mistério por lá, e porque é que as roupas apareceram agora a e ainda por cima a com um volume tipo pau de piça nas cuecas… tantos porquês.
Eu não me queria excitar muito porque ainda tenho uma virgem para tirar o cabacinho hoje, mas aquela fulana estava a pedir-las, a minha mão estava perto muito perto do objectivo, ali parada no meio daquela coxona até dava a impressão de que o meu dedo mendinho esticado já roçava nas cuecas dela. Eu continuava a insistir que só sabia o se sabia.
Por via das duvidas retirei a mão, ela cruzou as pernas, e eu que estive tão perto. Pensei que o assunto estava assim: Encerrado, mas a mula era fina e não desarmou. Chegou-se a mim a coxa grossa dela a roçar na minha, acima e abaixo, virou-se e pôs as têtas encaixadas no meu braço. O decote da bata era fechado, mas eu não conseguia ficar indiferente àqueles volumes, dentro da roupa a minha piça crescia e latejava. Ela deve ter sentido a influencia que exercia agora em mim, e perguntou-me ao ouvido, assim cheia de falinhas mansas, e cheias de segundos sentidos, se eu estava certo que não havia nada mais que lhe quisesse contar, talvez até algo que toda a gente já soubesse e que ela até nem ia dizer nada a ninguém, por exemplo algo que o fantoche de calças e pau teso a sair das cuecas queria por assim dizer representar.
Nisto ela abriu as pernas devagarinho, e pôs uma mão em cima da minha perna muito perto do volume do meu tesão. Ela tinha-me na mão. Eu não ia resistir. Mas, se ela queria ser a rainha do tanque, e lavar a roupa suja toda com as novidades mais escaldantes teria de pagar por isso. Então fui-lhe contando devagarinho, “diz-se, mas… não sei se é verdade…”, enquanto a minha mão voltava às coxas dela, e escorregava pela pele sedosa e quente acima, “que ela andava a pagar de lavrar os campos de uma forma estranha…”, as coxas dela fecharam-se de repente e com força, e a minha mão ficou lá entalada. Fiz-me envergonhado, baixei a minha cabeça quase até aos seios dela, e disse com a voz a tentar imitar um embaraço fingido, “diz-se que ela lhe pagava com o corpo”.
Ela pegou na minha outra mão e pôs-la em cima de uma das mamas, e disse-me para eu lhe contar tudo direitinho que não ia dizer nada a ninguém, nisto abriu as pernas e escorregou um pouco na cadeira. Era uma delicia, uma mão a apalpar-lhe aquele busto fabuloso, a outra tirava as medidas a uns papos de cona quentes e bem almofadados. A mão dela escorregou pelas minhas calças acima até agarrar no volume da milha cobra, por baixo da roupa eu sentia-me a babar todo.
Caí na esparrela e contei-lhe a parte da foda no palheiro da vizinha, como se tivesse ouvido dizer.
Quando terminei, os olhos dela brilhavam e a boca exibia um sorriso triunfal, sem seguir sem dizer nada, agarrou-me por uma mão, levantou-se num salto, e eu tive de ir atrás, íamos a caminho da sala do director.
            Cabra do caralho fodeu-me bem fodido.

088 As ranhetas de uma vagina constipada

A prof de português deu gazeta, dizem que está doente, deve ter-se constipado, não admira, andar ali sempre com o pito a arejar com aquelas cuecas abertas deve dar para apanhar uma boa constipação por baixo, se bem que as velhas também andam sempre sem cuecas com a pita a ventilar e não se consta que constipem. O pior mesmo é no fim da foda, as que usam cuecas, ou que não usam das rachadas para facilitar o acto sexual, no fim do dito podem sempre puxa-las para cima e conterem ali os fluidos que lhe escorrem da vagina. As outras ficam todas ranhosas com a esporra e das duas uma ou usam um lenço para assoar a boceta, ou ficam a escorrer ranheta pelas pernas abaixo. De resto nem é mau que deixem escorrer a langonha toda, aquele creme deve ser bem bom para hidratar a pele, algumas cotas até o usam para passar no calcanhar rachado, outras há que preferem como o leitinho sempre e só pela garganta abaixo.
Mas, o que conta é que a professora se baldou e o resto é conversa. Que se foda a setora, que se fodam os sonetos e as quadras (mas só por hoje...), vou mas é aproveitar este bocadinho sossegado na biblioteca da escola para pôr em dia a minha antologia de anedotas picantes: 

   - Qual é a primeira coisa que um marinheiro faz quando chega a casa?
   - Vai ao pito à mulher.
   - … e a segunda? 
   - Pousa as malas.
   Há Homem do Caralho!

    Já que estamos a falar de marinheiros deixem contar esta:


    O marinheiro chegou a casa depois de ter estado três meses no mar, vem com os colhões cheios e com vontade de os despejar o mais depressa possível, entra no quarto atira-se para a cama, dá uma, aquela cona estava uma delicia, dá duas, nem se lembrava daquela rata ser tão boa, dá três, aquela racha estava ainda melhor do que se recordava, foi até não poder mais. No fim da terceira foda foi à cosinha, quando lá chegou deu de caras com a mulher, agarra nela, senta-a na esquina da mesa, arregaça-lhe as pernas, espeta-lhe a piça na greta, e tirou as duvidas, no fim da foda pergunta à esposa
   - Quem é que está no nosso quarto?
   - Ò seu caralho, é a minha mãe....?! Ela veio para cá fazer-me companhia enquanto tu andavas fora a navegar pelo mar… e a comer putas de bordel em bordel..., uma mulher sente-se sozinha, era bem pior se fosse um homem, já me basta tu chegares a casa com o cu todo roto de tanto seres enrabado e cheio de vícios de tantas pilas mamares.
    Nisto, ele espeta um xoxo na mulher, ficam os dois a rir alto e bom som, põe-na ao ombro, e vai-lhe dando uns acoites no rabo enquanto a carrega para o quarto, deita-a na cama. E volta a montar a sogra.

    Entre os casais abundam histórias de enganos, como estas:

    O marido chega ao hospital para fazer a primeira visita à esposa e ao seu filho recém nascido, quando chega à beira do berço fica admirado,... ele branco, caucasiano, e ela, uma albina quase ariana, e o bébé nasceu… negro, pretinho da silva. Admirado pergunta à mulher, como é possivel?
   - Ora, queridinho tu não queres fazer sempre sexo com a luz apagada, ele assim nasceu escurinho…

    Estavam marido e mulher no truca truca, como sempre de luz apagada, no escurinho, quando a mulher se lembra de acender a luz e levantar a roupa da cama, e se depara com o marido de pilita murcha, a enfirar-lhe um cabo pela racha acima. Muito exaltada a esposa pede explicações ao companheiro, ao que ele responde. 
   - Eu explico-te o pau pela cona acima, quando tu me explicares dos nossos dois filhos.

087 Diabinha, Danadinha, Boaznona

Acordei cedo hoje, tenho de confessar que estava excitado por ver a reação das pessoas à brincadeira que fizemos com a roupa do Ti Coisinho, contudo o tiro saiu-me pela colatra, a minha mãesinha madou-me acomodar o gado, depois de uma noite daquelas não lhe podia negar nada, a velha bem precisava de ficar a descansar para recuperar das fodas que apanhou. Por fim e tive de correr bem para não perder a camioneta para a escola, ainda tive de dar dois berros para o motorista esperar por mim. 

    Contudo foi um esforço bem recompensado, a minha menina estava à minha espera, e até tinha guardado um lugar para mim. Estava linda, com o cabelo apanhado e um vestido leve e florido, de corte apertado que lhe fazia realçar o volume das mamas, e assim sentada deixava à mostra os dois joelhos bem brancos. Quando me sentei ao lado dela, fui logo recompensado por um leve beijo na boca, ou melhor foi uma surpresas para mim, eu ia dar-lhe um beijinho na bochecha como de costume, e ela virou a cara, agarrou a minha mão, e deu-me dois pequenos beijos bem intencionais nos lábios, foi uma delicia. 

    Ela encostou a cara dela à minha, eu sentia-me no céu, o autocarro deu um solavanco num buraco, e ela bateu com o nariz no meu queixo, ficamos os dois a rir-nos. Iamos-mos trocando algumas palavras doces, até parecia-mos dois namorados… quando me apercebi que no banco de trás estavam a falar no meio espantalho de pau teso, alguém tinha reparado, e não era para menos..., nisto ela apertou-me a mão duas ou três vezes. Quando lhe olhei nos olhos reparei que tinha perdido alguma coisa, ela encostou a boca ao meu ouvido desculpou-me (desculpou-me ela a mim!), e disse que me queria dizer algo. Os nossos ombros e braços estavam juntinhos, ela não me largava a mão e dava ideia que estava a tremer. 

Ao meu ouvido ela foi dizendo que precisamos de nos encontrar mais vezes, que gostou de ter estado comigo na cama, e que esta noite até teve de dormir sem cuecas. Eu olhei-lhe nos olhos e recebi em troca mais um beijinho, desta vez na bochecha, a miúda parecia muito nervosa, a mão que tinha livre ia esfregando levemente uma coxa e outra, enquanto me dizia que se tinha masturbado duas ou três vezes durante a noite, e levou a mão livre até ao meio das pernas, passando bem por cima da ratinha. Incrédulo com a conversa dela nem consegui dizer nada, olhei para os lados mas ela falava baixinho e havia muito riso na carreira, ninguém estava a ouvir. 

A danadinha continuou, como se tivesse percebido que eu estava com dificuldades em acreditar, disse-me que primeiro tinha só esfregado a ervilha, o clitóris, e que lhe tinha dado tanto prazer que teve de repetir. A mão dela agarrou a minha com mais força e torceu-a. Eu já estava doidinho de tesão só de pensar nela a acariciar o grelo, quanto mais quando ela continuou a contar-me que também passou a mão pelas beicinhas e até tentou enfiar um dedo no pipi. Bem a rapariga não disse pipi, e eu também não entendi o que ela disse, mas que deve ter coçado a aquela xaninha toda deve… pegou na bainha do vestido e sacudiu-o, para refrescar a bichana. 

Estavamos os dois a arder, ela arfava no meu ouvido e eu sentia a minha piça completamente tesa, e já a molhar as cuecas. Eu não resisti e passei o meu braço pela frente dela, estavamos agora quase virados um para o outro, passei a mão pela cintura leda, de lado pelas costelas acima até roçar o braço nas têtas dela, e fui presenteado com uma serie de beijinhos da orelha até ao cantinho da boca. Senti isso como um incentivo e fiz a minha mão descer, e deslizar coxa abaixo até ao joelho dela. 

    As pernas dela abanavam levemente de nervosismo, de impaciência, de excitação, de tudo junto…sem sequer olhar para o lado, meti a mão pelas pernas dela acima, foi um repente que quase não deu para sentir a pele macia das coxas, porque fui direitinho à pita, esbarrei nas cuecas macias, e a minha mão foi amortecida pela almofada da mata. A pensar naquela pintelheira, deixei a mão escorregar até à racha, senti-lhe os papinhos e o calor que dali saia. A diabinha estava completamente a arder. 

Mas isto só durou um instante, porque logo logo, ela arrumou a minha mão e cruzou as pernas. O machimbombo parou, chegamos à escola, a brincadeira acabou. 

    Saímos juntos e fomos caminhando, braço dado a trocar risinhos, antes de nos separarmos ela agarrou-me em ambas as mãos e na frente de todos os colegas deu-me um beijo na boca, enterrou a língua completamente pelos meus lábios a dentro, e eu chupei, caiu um tanto ou quanto atabalhoado mas foi muito bom. Tivemos direito a uns quantos assobios, ela é muito bonita, e tem um corpo muito bem feito, é mesmo boazona. Eu sou um cabrão cheio de sorte.

    Antes de nos separar-mos, ela disse-me ao ouvido que antes das aulas ainda tinha de ir à casa de banho porque se sentia roda humida e a escorrer. Despediu-se com um sorriso de orelha a orelha, mas não sem antes me deixar um aviso, que eu logo tinha de esperar por ela, para irmos acabar aquilo que começamos. A minha namorada pediu-me para eu lhe tirar o selinho.

086 Esgalhar a cona toda

No mesmo instante tudo mudou outra vez, eu estava para voltar ao meu quarto e ao calor da minha cama quando me apercebo que ele a voltou a desmontar. Nem um minuto tinha estado em cima dela. Enfiou a cabeça no meio das pernas dela… eu gelei completamente, a minha pila murchou, e mingou tão depressa que até me ficaram a doer os tomates… a minha mãe tapava a cara com as mãos, e pelo que parecia tinha abandonado o corpo… estava a preparar-se para o pior, uma carga de porrada, logo para começar.
O meu pai estava de joelhos e com o rabo empinado, a pica, agora manchada de branco, com a minha esporra… pois, continuava bem tesa, e mesmo na quela posição não pendia para baixo. Ele esteve algum tempo com cabeça enfiada no meio das coxas dela e dali nada mais se via. A velha entretanto tirou as mãos da cara, e passou-as pela cabeça dele, parecia tão ternurenta que eu fiquei confuso. Seria possível que ele lhe estivesse a fazer um minete, mesmo com a rata toda melada? Era! E quando tirou a cabeça do meio das pernas dela, voltou a montá-la, e deu-lhe um longo beijo na boca, muito correspondido.
O cabrão saltava em cima dela ferozmente, quase parecia enlouquecido, no pescoço saltava à vista aquela veia grossa, e os músculos dos braços ganhavam volume, nunca como até agora dia aquela tatuagem que ele trouxe do ultramar no braço fez tanto sentido, «AMOR DE MÃE». Ele escorria suor, era uma máquina de fazer sexo impressionante, num ritmo frenético fletia as costas que arqueavam para fazer mover a cintura e a piça dentro da pita.
Aquilo devia dar à minha minha mãe um gozo do caralho, ela agarrava-o, fincava-lhe as unhas na pele das costas, e contorcia-se toda debaixo dele. As pernas dela estavam agora por cima das dele, e parecia estar a fazer tanta força como ele.
A cama abanava toda, rangia, e estalava, o velho colchão de molas, estava a dar o que tinha, e eu estava a ver quando é que aquilo tudo partia e vinha abaixo.
Entretanto eles rodaram, e ela pôs-se por cima, sentou-se em cima da barriga dele, tirou a camisa de dormir e atirou-a, para o para o chão na direcção da janela. Teria aquilo sido uma provocação, será que ela sabia que eu estava ali a espreitar à janela, ou seria apenas casualidade, como as cuecas que estavam esquecidas no chão ao lado da camisa, mesmo com aquele selo amarelado em formato de racha à mostra.
    Nem tive tempo de pensar nisso, porque a velhota levantou o rabo, pôs uma mão entre as pernas, agarrou pela piroca do velhote, e deixou-se cair em cinda dela. Aquilo não devia ser um piçalho, aquilo era uma mola, porque mal a espetou pela cona acima, o corpo da patroa não parou de subir e descer a um ritmo frenético. Todo o corpo balouçava, a cabeça abanava, o cabelo saltava, mas o que mais me chamava à atenção eram aquelas têtas, pinchavam tanto que até parece se iam despegar do peito.
    Pus a mão dentro das calças de pijama, o meu pau estava duro e melado, eu já tinha perdido o frio, agora queria ver até ao fim.
    E não foi preciso esperar muito mais, porque, ele agarrou-se a ela com uma tal força que ela caiu de costas com a cabeça para os pés da cama, e voltou a montá-la desesperadamente.
    Socou forte uma vez, outra, e outra, de forma pausada mas ritmadamente, como se quisesse esgalhar ainda mais a racha, ou cavar bem fundo aquela gruta. Nisto deu a estocada final, ficou parado com a rola bem entalada no fundo da chana. Soltou um berro descomedido que se há-se ter ouvido muito longe, e deixou-se cair em cima dela. Eu... estava outra vez todo esporrado.
    Quando acordei para a realidade, já deitadinho na minha cama, ouvi a cacofunia de todos os cães do lugar que agora uivavam, latiam, e ganiam. Talvez ele tenha tido a virtude de com isto ter acordado um ou outro casal cá da terra, que assim pode aproveitar e a meio da noite dar mais uma foda, e voltar adormir feliz.
Quanto aos pombinhos cá de casa, já os tinha visto foder mas nunca assim, eu ainda tenho muito que aprender.