071 A Namorada Virgem, «Cuidadinho, que é a minha primeira vez a sério!»

Andei a inventar e foi no que deu, asneira, e das grandes!
Mas agora não havia nada a fazer se não fugir a sete pés, e para maior castigo tive de me esconder no covil da cadela, vi pela janela que a filha andava por ali e entrei cozinha a dentro, ela quase soltou um grito, mas eu lá improvisei, arranquei-lhe um beijo na boca, ela sabia deliciosamente a morangos silvestres, depois disse-lhe que estava com sede e coisa e tal, e os livros que ela tinha em cima da mesa deram-me o alibi ideal.
Quando a mãe entrou pela porta a dentro com aquele ar de danada, a miúda continuou a lavar a loiça e a tagarelar comigo acerca da geometria descritiva, as rectas, os pontos e as duvidas para o exame, e coisa e tal. Passados uns instantes de apreensão a fera rosnou, ui que medo, só faltou babar-se, ou não, se calhar lá por baixo da saia estava com a barba babada e com a boca da cona a escorrer langonha.
Não foi muito mau, fomos feitos cachorrinhos recambiados para o quarto estudar. Melhor ainda se não disse nada, é porque não desconfiou de nada. Quem ficou desconfiada, e não foi pouco foi a filha.
Ainda me atirei a ela com uns beijinhos e umas caricias das boas, por todo o lado, mas qual quê, ela foi logo espreitar para a janela, e ameaçou chamar pela mãe, tive de me chibar todo.
Prontos, não sei o que me passou pela cabeça, mas roubar o trator ao Ti Coisinho, foi de mestre, ele estava ali assim mesmo a pedir-las, motor a trabalhar ao ralenti, freze levantada e tudo, foi só monta-lo e andar. O que eu não contava era que ele tivesse uma buzina de pé mesmo ao lado do travão, atrapalhei-me, enfiei uma roda num rego, deixei o motor ir abaixo, e fugi dali a sete pés.
Ela riu-se que nem uma perdida com a minha maluquice, e até tive direito a umas lapadinhas de malandrice e um grande beijo de língua. Aproveitei-me logo do linguado e fui apalpando terreno, das costas aos montes dos seios, e sempre para baixo até chegar entrepernas ao mato, como não tive resistência, deixei-me cair para cima da cama com ela por baixo.
Desapertei-lhe os botões do decote soltei uma maminha e trinquei o biquinho, ela largou um gritinho e eu fiz o mesmo à outra.
O meu pau já acusava o tesão, e aquele cabacinho estava à minha espera, levantei o vestido até chegar às cuecas, por cima do tecido a minha mão alisava bem o mato e sentia a greta aberta. Voltei a beija-la na boca, ela abraçou-me com força, e chupou-me a língua tanto que até parecia que a ia comer. Foi um xoxo de tirar a respiração, e mais outro, e outro, estava-mos no meio da cama os dois, ela deitada de costas e pernas abertas e eu por cima bem no meio dela, com o meu pau dentro das calças a zurrar-se toda na xoxota dela.
Lá fora a agitação continuava, ouviam-se vozes e berros ao longe, agora já não me arrependo de nada do que fiz, nem mesmo daquilo que não disse à miúda, claro que ela não podia saber que a mãe andava feita puta a pagar com o corpo ao Ti Coisinho, e que por vingança eu além do trator, lhe tinha roubado as calças, as cucas e as galochas, que ele tinha deixado caídas na entrada do palheiro.
Aquilo era demais, ajeitei-me e saquei a piroca para fora, ela passou-lhe a mão e apontou-a ao meio das pernas, mesmo por cima das cuecas dela aquilo era uma excitação de morrer. Pedi-lhe para a deixar penetrar, ela disse-me que não, que não queria perder a já virgindade, eu ia martelando mesmo assim, e sentia a minha piça a babar-se toda, e lá fui insistindo.
Pus a mão por dentro das cuecas dela, senti os pintelhos e a greta bem oleadinha, aquela pitinha a esterar era um luxo, afastei a cueca dela para o lado e esfreguei a cabeça da piça na coninha, ela gemeu baixinho, e afastou-me, eu sai de cima dela mas fiquei ali de joelhos em cima da cama ao lado dela.
Rapidamente ela baixou as cuecas, e à pressa ainda as deixou a meio da canela de uma das pernas, voltei para o meio das pernas dela, era uma visão magnifica, aquela carinha laroca de tetinhas redondinhas a sair do decote, um par de coxas bem branquinhas e no meio o triangulho negro da perdição, um palmo mais acima o meu pau apontava para o tecto e aquela coninha rosada pronta a estrear ali à espera.
Baixei-me suavemente para cima dela, e com jogo de cintura fui procurando o caminho da felicidade, em menos de nada, estava à porta dela. Ternamente a minha cabecinha pediu licença, e senti quando lhe afastei os lábios da vagina um pouquinho, ela gemeu e soltou um gritinho. Sentia medo, e pediu para tirar, eu recuei, mas voltei a insistir devagarinho, e fiquei ali um bocadinho a esfregar a cabeça da piça naquelas beiças gostosas.
Ela estava romântica bem romântica e nós estávamos os dois ali enrolados em beijos gostosos, por baixo e por cima, a minha pila bababa-se nas beicinhas da periquita dela enquanto ela me chupava feverosamente a língua. Com a cintura dei-lhe uma estocada maior, ela guinchou, fechou as pernas, e fez cara de má. «Cuidadinho, que é a minha primeira vez a sério!», diz-me ela, foi o sinal verde para a poder foder.
Voltei a apontar ao meio das pernas, e preparei-me para lhe tirar os três, ela estava bem fechada, e apertada, gemia, soltava gritinhos, e apertava as pernas sempre que a tentava penetrar.
Era uma questão de tempo, até lhe tirar o selinho...
Era uma questão de tempo,... até um berro nos arrancar da transa, ela quase me atirou da cama a baixo, pôs-se de pé num pulo, arranjou o decote do vestido e foi à janela.
O que a puta da mãe lhe disse não sei, fiquei completamente perdido. Só me lembro de ela com um grande sorriso, me atirar com o pé as cuecas que ainda tinha penduradas na canela, e depois saiu logo pelo quarto fora a correr descalça.
A minha namorada é virgem, e eu continuo à procura da oportunidade perdia.
Esporrei-me em cima das cuecas da miúda e enquanto limpava a nhanha só pensava em vingar-me da sogra.

070 Sexo ao Vivo, no Palheiro da Vizinha

Nunca mais vou dizer que não preciso de estudar, e ponto final.
Estou todo derretidinho, em vez de ter passado a tarde agarrado ao lápis ou a lamber a ponta do dedo para virar as páginas, a mãe mandou-me sachar e passei a tarde de enchada na mão a cuspir para o pau… Portanto a partir de agora, vai haver sempre fichas, pontos, testes, exames, orais, broches e fodas que tais, não tenho de andar por aí a dar conta do canastro!
Se ainda ao menos tivesse por lá caçado alguma incauta, mas nem nada, nem uma para eu molhar o bico ou sequer lavar os olhinhos. Esteve um dia tórrido e andei por lá sozinho, a meio da tarde fui até ao ribeiro, tirei a roupa toda e dei uns mergulhos todo nu, a água estava gelada e soube pela vida, no fim, agarrei na garrafa que estava de molho a refrescar e encostei-me a uma latada.
Cortei umas rodelas de chouriça com a naifa, que morfei junto com umas côdeas de broa, e empurrei com uns goles de tintol fresquinho. Agora o sol o sol já não fazia suar, estava-se bem ali, o ribeiro corria calmo, em cima do carvalho uma pega grasnava, e ao longe o roncar pachorrento dum motor embalava a minha preguiça, deixei-me escorregar, fiquei estendido ao comprido na erva e tirei uma sesta… muito bom mesmo.
Quando acordei estava sequinho, e teso, olhei assustado para todos os lados mas aquilo continuava deserto, fui-me vestindo mas como continuava de pau feito, aproveitei para tirar a barriga de misérias. Agarrei no pau e bati uma boa punheta, estava mesmo a precisar, deixei uma boa esporradela de langonha branca em cima das folhas da parreira.
Quando vinha de regresso a casa dei com o trator do Ti Coisinho parado na leira de baixo da quinta dos vizinhos, mas não havia por ali ninguém, o que era curioso já que o motor estava a trabalhar. Nisto vi a minha vizinha pela horta a olhar em volta com uma andamento suspeito. Para coisas estranhas estou cá eu, e como aquela senhora já me habituou a boas surpresas, escondi as minha tralhas atrás de uma sebe e parti à aventura.
Mas o que mais me intrigava era por onde andava o tratorista, não havia muito por onde procurar e isso era o que me intrigava, a casa da quinta ficava para o outro lado e ali perto não havia muito onde ir, o que ainda era mais esquisito era que o camelo nunca saía de cima do trator, nem quando vai à tasca, basta dar duas buzinadelas para lhe virem logo trazer uma fresquinha. Até já ouvi dizer que uma vez foi às meninas e que a aviou em cima do volante.
Podia o pobre coitado também ter sido acometido de uma vontade súbita de arrear o calhau, ou mudar a água às azeitonas, mas onde há fumo há fogo.
Fui cheirando com cuidado, devagar, até poder espreitar de um lado e de outro pelas frinchas, pois é só podia ser lá, no: Palheiro da Vizinha.
Lindo, muito lindo, a puta estava lá de saia arregaçada, das galochas para cima saiam umas coxas grossas à mostra coroadas por um cagueiro que é um regado, e do decote pendiam-lhe as têtas que assim soltas e ao penduro ainda pareciam bem maiores, àqueles bicos grandes só lhe faltava pingar leite para rivalizar com o ubre da vaca que mugia ao lado.
Até era de comer e chorar por mais, não estivesse ela já a gemer, apoiada nas tábuas da estrebaria a apanhar no pito por trás, bem no pito digo eu porque até podia ser no cu. O cão até parecia que não sabia foder, se calhar a barriga não deixava, e estava tão esgazeado que nem devia ver nada à frente, a cadela estava com ar de frete.
Pois então é assim que a vaca paga os serviços ao boi, com o corpo! Ela até tem uma pita gostosa, mas não sei se o pagamento compensa, e mais espantado fiquei quando vi a piça ao velhote, ou melhor pila porque aquela coisinha só devia estar a fazer cocegas nas beiças da cona.
Aqueles dois estavam a pedi-las.

Continua… claro, e como sempre, não perdem pela demora!

069 Não há nada para o cão!

Quase uma semana a seco, o stress dos últimos dias é tanto, que nem sequer a consigo por de pé para uma punheta… até estou com medo do leite começar a encaroçar dentro dos testículos.
Na escola não tenho sossego, mais tempo a estudar, fazer resumos, organizar sebentas, são aulas difíceis, mais atenção para preparar os testes, enfim, um corrupio enorme. Ainda procurei qualquer coisita, encostei-me a uma continua, passei a mão noutra, e até encurralei a empregada da limpeza na sala de arrumos, quando lhe pus a mão pela bata acima, o enchumaço era bem grosso, estava a jogar o Benfica, e não lhe pude ir ao pito.
A minha colega, anda tão aflita com os estudos como eu, e nem com uma promessa que a deixava copiar no teste de matemática a consegui convencer a um enrolanço no palheiro. O máximo que consegui foram uns beijinhos de língua e uns amaços pela blusa a dentro.
Mas isso qualquer garoto consegue, no final do ensaio do grupo coral atrás do coreto, beijo de novela, mão na cuequinha e soutien desapertado é o que não falta… o que eu quero é ação da grande, enterrar a piça numa boa rata e não a tirar sem me esporar todo.
Os affaires domésticos vão de mal a pior, a minha mãe está aflita e assustada e até já foi a uma novena, porque a alcoviteira deu uma carga de porrada na filha e levou a coitada para casa.
Isto aconteceu no domingo a noite mal ela se apercebeu da filha ali assim a dormir, naqueles andamentos, de pernas escachadas e a escorrer esporra pela cona fora, nem perguntou nada, saca do chinelo, e a infiel quando acordou já apanhava no lombo forte e feio. Bom, e quem se fodeu fui eu que me meti no meio das duas e ainda apanhei umas quantas chineladas bem fortes, e foi o que valeu à filha da puta da infiel que assim conseguiu fugir, e foi aos berros e gritos fechar-se a sete chaves no quarto.
Mas tenho de dizer que ali a culpa é da puta da mãe, que não tinha nada que ter aparecido ali assim, e tirado o gostinho à minha piroca, mas também pagou bem por isso, porque para que ela não chegasse à da filha eu agarrei-a e caímos os dois no chão.
E que fofinho foi… ela por baixo e eu por cima, com a cabeça bem no meio daqueles enormes balões, um luxo. A cabra arfou queixou-se, e eu rebolei para o lado, claro que deixei um braço em cima dela, com a mão saborear uma daquelas mamonas enquanto sentia o mamilo a ficar duro, aquilo estava tão duro e grandinho que até parecia uma pilinha dura. Fiquei com tanto tesão, que não resisti e voltei para cima dela.
No quarto da filha os berros tinham parado, e agora já só conseguia ouvir os soluços do choro dela, pelo que parecia devia de estar logo ali, sentada no chão encostada à porta.
O meu tesão estava ao rubro, e não era para menos, ela não se queixava e eu fui à procura daquilo porque tanto tinha ansiado toda a noite, comer a gorda.
Meti-lhe as mãos pela camisola acima, a sentir a pele mole da barriga até chegar ao robusto segura-seios, uma peça de luxo, rendada, e “pequena”, as copas quase só ficavam por baixo o que deixava as chupetas bem de fora. Levantei-lhe a camisola até aos sovacos, e fui apalpando os volumes, nisto ela agarrou-me pelo cachaço e levou-me a boca a uma das chuchas. Chupei com vontade as duas, foi até sentir aquele saborzinho a leite na boca.  
Aquilo parecia uma cadela com cio, a mão dela procurou pela minha cintura e só descansou quando conseguiu desapertar os botões da breguilha e me agarrou no pau, indiferente à filha que logo ali ao lado chorava bada e ranho, puxou-me pela ferramenta até me fazer guinchar.
Ui que aflição, até parecia que ela me ia arrancar aquilo tudo, mal consegui arranquei-lhe a mão e desmontei-a, não queria sair dali capado!
Fiquei de joelhos ao lado da rechonchuda, com a dor esquecida, a apreciar aqueles montes, com especial atenção para aquelas enormes têtas com um par de grandes aureolas castanhas ponteadas por aqueles vigorosos bicos tesos. Se estava excitado mais fiquei quando ela aproveitou a oportunidade para subir a saia, e baixar as cuecas, o meu pirilau apontava agora bem para o tecto e bababa-se todo.
A cobra rastejou pelo chão até à minha beira, levantou a cabeça, e abocanhou-me a serpente. Que sensação, aqueles lábios grossos chucharam algumas vezes, depois ela passou a língua a lamber a cabeçinha, e voltou a abocanhar o mastro para o chupar todinho.
A minha cabeça estava perdia, se a boca de cima era assim, então a boca de baixo continuava a ser o meu sonho. Os meus olhos estavam perdidos no mapa, algures entre as pernas dela onde uma das minhas mãos já explorava a mata e tentava alcançar a gruta, e mais a norte onde a outra mão perdia na geografia se deliciava com os altos e baixos das serras e vales das mamas.
No meio deste turbilhão de sensações fui abalroado pela vaca, que me atirou ao tapete, pôs-se de joelhos ao meu lado, baixou-me as calças e as cuecas, afagou-me o falo, e falou qualquer coisa… não entendi nada, mas percebi bem o que ela queria.
Deixei que ela me montasse, não tinha mesmo alternativa, aquilo era uma força viva da natureza, a boca dela parecia esfomeada e começou logo a comer a minha chouriça, e apressou-se a servir-me o prato principal, escancarou as pernas bem na frente da minha cara, e eu em olhei atirei-me logo de lingua ao bacalhau. Foi o meu primeiro sessenta e nove e eu nem sabia o que fazer, então imitei um beijo de lingua só que naquela boca com barba em toda a volta.
Eu estava quase, quase a esporrar-me, enquanto lambia e sorvia aquela pita toda, era só mesmo mais um bocadinho não fosse aquela maldita buzina, que ecoou pela noite fora, a gordochinha não parou, mas mal eu ouvi vir do quarto aquele gritinho de alarme murchei logo.
Ela rebolou e levantou-se num pulo, mostrando uma agilidade difícil para uma mulher daquele tamanho, subiu as cuecas e recompôs-se num instante. Quando eu me consegui pôr de pé, já mãe e filha se dirigiam para a porta, passaram por mim sem nada dizer apagaram a luz e saíram e fecharam a porta.
Recompus-me do susto, esperei que a carrinha fosse embora e sai pela janela, ainda bem que este 69 não foi um 31.

068 Flagrante de sem-vergonhice

Os meus olhinhos nem queriam acreditar naquilo que viam, ali no meio da sala a alcoviteira da mãe dela… cara de desconfiada, mãos nas ancas, exitou um instante e começou logo a disparar.
Nem um «Boa Noite!» disse à filha, apanhou-a assim de surpresa e bota disto, foi um tal malhar, por mil vezes ela preferia que estivesse ali o cabrão do emprenhador. Perdi-me no meio da discussão das duas, a olhar pasmado para o busto da proxeneta, que ubres sim senhora, aquilo mete respeito, para começar aquela camisola com uma tira de tecido fino acima das mamas a deixar transparecer o bordado do soutien, o castanho das aureolas a deixar adivinhar uns bicos de respeito, e aquele rego fundo a denunciar o volume majestoso das têtas, deixou-me sem folego.
Só acordei do meu transe quando quase apanhei uma estalada, ela percebeu que eu não estava nem ali e até comentou que o melhor até era eu nem ter ouvido nada, a pega embruxou-me completamente. Mandou a filha ir lavar-se por baixo, agarrou-me pelo colarinho e levou-me a reboque.
Que cagueiro, nem sei como aquilo tudo cabe dentro da saia, um assombro, é assim de longe é o maior que já vi, eu ia atrás dela e só me apetecia por-lhe as mãos em cima e tirar-lhe as medidas todas, umas cuecas para aquilo devem gastar pano que dava para pelo menos uma camisa.
Foi perdido no meio de todos estes volumes que me dei a entrar atrás dela no portão de minha casa, em menos de nada dei comigo a olhar para a minha mãe, branca como a cal tão espantada estava com a surpresa.
Mas a verdade seja dita que ela recompôs-se rapidamente, e em menos de nada mandaram-me dar uma volta. Ora, eu desiludido com a oportunidade perdida de molhar o bico outra vez, e com medo que a conversa azedasse enchi uma caneca de cevada, e deixei as duas sozinhas, sentadas à mesa de volta das doçuras a depenicar o bolo, a atalhar no queijo, e a molhar a palavra com vinho do porto. Aproveitei e fui pôr a escrita em dia.
Chamaram por mim já a noite ia adiantada, e estava eu entretido a pôr o sono dia, encontrei as duas bem dispostas, aquilo era tanto amor que até melava, a minha mãe pediu-me que acompanhasse a senhora a casa da filha, e se por um lado nem me apetecia nada o frete, por outro até bem que nem me importava nada de apreciar, as generosas formas da matulona.
A noite estava fresca, mas eu não ia em frescuras, dois passos atrás, mais um à frente, aquela molherona é incrível, um par de coxas daquelas derrubam muita madeira, mas levantam muitos mais paus, e aqueles faróis, iluminam e encandeiam até o mais ceguinho.
O meu pirilau seguia feliz e contente a crescer embalado ao sabor destes pensamentos, quando ela me põe um braço no ombro, e começou com falinhas mansas, então era isso…
Bom resumindo, ela estava desconfiada que a filha tinha aprontado ou estava para aprontar alguma, mas até agora ninguém se tinha descosido, eu também não, mas isso não invalidou de eu me ter aproximado dela para sentir de perto aqueles volumes que me estavam a deixar cheio de apetite. Com o meu braço por trás da costas dela esfreguei delicadamente para cima e para baixo entre a volumosa padaria e a generosa leitaria, sempre arriscando e apalpando um pouco mais ao sabor dos gemidinhos da vacona, e o que eu não dava para lhe comer a cona.
Chegamos a casa e porta estava trancada, ela ia bater, mas eu quis dar uma de espertinho e fui buscar a chave debaixo do vaso das orquídeas. Abri a porta e entrei fazendo um gesto exagerado de de cortesia para que a Dona entrasse, passei-lhe a mão pela cintura e ela soltou um risinho, a coisa estava no bom caminho, mais um passo e ela caia de quatro para mim, quando ela acendeu a luz soltou um grito abafado…
Virei-me e fiquei estasiado com o que vi, no sofá.
A santinha da filha dela estava lá deitada em camisa de dormir, numa atitude que seria de sem-vergonhisse não estivesse ela embalada nos braços de Morfeu. O mais certo era que se esse deus não fosse só de sonhos estaria tão feliz e contente como a minha piroca, que dava pulos de alegria dentro das minhas calças, ao ver o estado em que a putita estava.
Cabelo desgrenhado, rosto angelical com ar de satisfação, decote desabotoado com um seio a irromper de lá de dentro, camisa arregaçada e uma perna para cada lado, as cuecas a penderem soltas num tornozelo, e aquela pintelheira negra, rasgada por uma racha rosadinha bem esgalhada, onde se deve ter personificado a cousa amada e encarnado dentro da bichaninha a até a fazer sorrir e brotar alegria em forma de baba branca.

067 Ai a puta da bruxa!

Jantamos os três juntos muito cedo ao final da tarde, ainda a tarde estava radiosa e o sol morno, comemos os restos do almoço, a vaca estava tão tenrinha que até parecia vitela, aquelas batainhas (das novas) mesmo a desfazer-se e um arroz sequinho de comer e chorar por mais, não admira que a minha mãe tenha aberto o garrafão de verde alvarinho que nos trouxe o pai há umas semanas, estava mesmo de estalo!
A conversa estava chocha, e trazia água no bico, tivemos direito a cafézinho e até uma borrada, e no final o presentinho, no meio de uns quantos engasgos, tantos que quem as ouvisse diria que eram gagas.
Afinal e depois de puxar muito a corda, lá se descoseram e cuspiram tudo, tinham decidido ir à bruxa para ver se conseguiam fazer o desmanche, mas, há sempre um mas, seria isto só um problema delas não estivessem as putas a contar com a minha mui preciosa ajuda.
Precisam de um Homem para lhes dar mais credibilidade, não ia uma mulher assim sozinha à bruxa, ou melhor, ao bruxo, elas querem ir ao bruxo de Fafe! Houvesse um bruxo de Braga e ela por certo queriam que fosse lá, quanto mais longe melhor, assim ninguém nos conhece.
Mesmo assim já é longe que fode, e só de já ter ouvido falar nele acho que deve ser caro de caralho, mas pelos vistos dinheiro não é problema. Pudera o manso abriu os cordões à bolsa e despejou a árvore das patacas pela cabeça da puta abaixo.
Pelos vistos credibilidade não falta ao adivinho, só pela reputação benzo-me três vezes com a canhota, livra.
Seja como for havia muito tempo que a minha atenção estava dividida entre os interesses das cadelas, e o superior interesse do meu pirilau, e para terminar o meu dia em grande ainda me faltava comer um pito. A minha mãzinha e a sua querida priminha estavam com a pita satisfeita e a rever leitinho, falta-me só comer a puta da aleivosa, e vai ser com esporradela pela cona acima e tudo, ela já está prenha não emprenha outra vez. Resta só saber como vou fazer para ela abrir as pernas.
Bom e à mulher honesta não basta sê-lo, também tem de parecê-lo, e ela parece-me bem desonestinha, assim a inssinuar-se toda, e mostrar as pernas quase até às cuecas (se é que as tem vestidas), e sempre que pode a pôr o decote a pender para baixo e a deixar ver aqueles melões bem soltinhos sem pára-mamas para os prender, assim uns pitéusinhos prontos a trincar, eram assim uns chupões bem dados em cada uma daquelas chuchas, mamava tudinho até sair leite daquelas têtas.
Andava eu nestes devaneios enquanto as ia ajudando a arrumar a cozinha e ia aproveitando para roçar o meu pau teso num e noutro cuzinho. O ambiente estava escaldante, e era mesmo assim às claras, tanto que me aventurei a dar uns apalpões, que foram correspondidos com uns risinhos marotos, a minha mãe se calhar por causa de estar de soutien não se notava, mas a vaca estava com os mamilos completamente tesos, mesmo a pedir-las.
Terminada a “festarola” a minha mãe anunciou que tinha de ir moger as vacas e eu quase me vim quando ela me pediu que “fizesse um sacrifício” e acompanhasse a amiga a casa, qual menino bem comportado não me fiz rogado.
Fomos caminho fora, a trocar piropos e a rir-nos, está no papo, vou lhe comer o bacalhau todo, como marido e mulher, mais, como amantes, agora é que eu vou pôr os cornos ao manso a sério, e vai ser na cama grande dela, desta vez é que vou esgaçar a piroca a sério, vou dar-lhe tantas até lhe arrebentar a bejelga, há-de ser até largar sangue, caralho.
Chegamos a casa dela, e qual é o espanto a luz da sala estava acesa, podia ter sido só distração, mas a coninhas ficou logo cheia de medo, eu estava de papo feito e nada me metia medo, fodia tudo o que me aparecesse à frente.
Mas a medrosa estava assutada, jurava a pés juntos que tinha deixado tudo apagado.. e tinha medo que fosse o filho da puta do cabrão que a engravidou, o amante, esse, o tal cão que ninguém ainda viu, «ai que ele é muito mau!».
Nisto vimos um vulto a passar atrás das cortinas, a cadela desfaleceu eu agarrei-a, e ela soltou um guinchinho, «ai, que molhei as cuecas», afinal trazia-as vestidas, mesmo assim mijou-se toda pelas pernas abaixo.
Depois de recuperar-mos o folego, sugeri atacar-mos o gajo, nada me ia tirar o gosto de foder aquela febra toda, custe o que custar. Fui ao casebre buscar uma enchada e uma foucinha, e fomos em frente, afinal a casa é dela, carago.
Ela meteu a chave na porta devagarinho, e entramos os dois pela sala adentro de rompante…
E demos de fuças com a alcoviteira da mãe dela.
Ai a puta da bruxa!

066 «Eu juro que te ponho os cornos!»

Ora estava eu na casa de banho a lavar-me por baixo, homem que é homem quer-se asseado, pois nunca se sabe quando é que uma nova oportunidade espreita, e só a talho de foice relato que a minha muito querida mãezinha dispensou a higiene amanhou-se de qualquer maneira e deixou a rata a gomitar leitinho para as cuecas, um mimo.
Ora estava eu nesses preparos quando começo a ouvir ao longe uma rela, escape livre e coisa e tal, não me devia escapar muito, era o marido da prima, vim à porta e soltei o alarme.
Instalou-se logo a confusão e eu fui de imediato recambiado para o portão,afim de o segurar lá.
O cabrão estava com uma puta do caralho, mal se segurava de pé, não estivesse eu por ali e a V5 tinha ido parar ao meio do chão.
As cadelas ainda demoraram um bocado, mas por fim lá chegaram todas animadas, pudera, depois de se terem consulado a cheirar e a lamber o bacalhau umas das outras, num admira. Despediram-se com aqueles salamaleques intrujões que só as gajas sabem fazer, e bota disto o camelo do marido da outra atira-se para cima da mota, mas qual quê, não foi lá nem com ajuda. Se um cabrão daqueles não estava em condições para escachar as pernas e montar a rela, de certeza que não ia estar em condições para á noite montar a cabra da mulher quando ela lhe escachasse as pernas.
O beberolas ouviu poucas e boas, eu borrava a minha cara de merda se ouvisse só um terço daquilo, foi do caralho ao ar, era filho desta, daquela, e da outra, cornudo, manso, «havias era de ser enrabado com uma deste tamanho», e espetou-lhe com um valente murro nas trombas. Por fim a vaca arregaçou a saia, e montou a rela, bonito foi ver aquelas lindas cuecas de cetim preto ainda molhadas, ali mesmo no meio dos papos da bichana, com uma risca tipo racha meladinha de nhanha da boa, a minha claro!.
O boi lá entrou na motorizada por trás, agarrou-se à vaca da mulher pelas têtas, quase parecia um macho, nós ajuda-mo-lo a meter os pés no estribo. Ela enfiou o penico na cabeça, ergueu a perna e deu ao kicks, o motor nem nada, ergueu outra vez a perna e atirou-se para cima do pedal, uma e outra vez, e fez-lo com tal desembaraço que as cucas foram subindo e já se viam os pintelhos da mata.
Enquanto isso a cadela estava tola e não parava de ladrar, vociferar qualquer coisa do gênero:
«A próxima vez que me aprontes uma destas, eu juro que te ponho os cornos, passo o domingo todo a dar o pito de manhã à noite, aí é que vais ver o que é bom prá tosse, há-de ser ao Senhor Abade, ao sacristão, ao filho da puta que te vendeu o vinho, ao cabrão que bebeu contigo. Cum caralho hei-de foder tanto tanto até a cona ficar toda esgaçada e com esporra a escorrer das beiças da passareca até aos tornozelos, e quando chegar a casa ainda te obrigo a passar-me o corredor a pano. No fim ainda te vou ao cu com o cabo da vassoura e a seco, e nem penses que te vou untar o rabiote com manteiga como da ultima vez, que é para aprenderes…»
Finalmente o motor roncou e lá se foram eles aos ésses e érres rua fora, ai, ai!

065 «Pára de brincar às casinhas, e consola-me, mas é...»

A confusão geral instalou-se na sala, as três pitas discutiam agora alto e bom som, pareciam galinhas a cacarejar e a esbracejar as asas, tratavam-se bem umas às outras, aquilo era puta acima cabra abaixo, empurraram-se, agarraram-se, afastaram-se, até que a cadela da prima espetou um puto dum estalo nas trombas da puta da infiel, que até lhe ficaram os dedos marcados.
Mas afinal porquê?
Era ou não era a minha mãezinha competente para avaliar o estado da outra, ou estava só a aproveitar-se dela?
O estalo teve pelo menos o dom de acabar com aquela excitadissima discussão,  a minha  mãe fugiu para a cozinha, eu fui para o quarto, e elas ficaram ali as duas no meio da sala a olhar uma para a outra.
Ora, à falta de melhor ocupação, e até porque estava de pila mole, fiquei à cuca a ver o que se passava, e depois de trocados uns segredos tudo acalmou, as mãos trocaram umas caricias na cara uma da outra, ao que a grávida diz à outra: um tímido,: «tu queres-me , não queres?!»
E em menos de nada já estavam ambas abraçadinhas, e bem enroladas num beijo de língua de tirar o folego a qualquer actor de novela brasileira.
A cena por ali não durou muito, as duas fufas foram refugiar-se logo no quarto dos meus pais,   e eu não perdi aquela oportunidade, até porque experiência no assunto não me faltava, pus-me logo a empiscar o olho e  a espreitar pelo buraco da fechadura, a puta ainda à bocado tinha estado a apanhar no pito e não lhe chegava, foi logo agarrar-se às têtas da cunhada a chupar naqueles biberões, e enquanto o fazia, pôs logo os dela de fora.
Foi o que bastou para eu ficar de novo de pau feito, aquela puta estava imparável, e já tinha metido a mão entre as pernas da grávida enquanto que esta lhe comia os melões, estavam ambas as putas das lésbicas  c’uma fome do caralho.
Nisto a prima da minha mãe atirou com a cunhada para a cama e sem esperar, levantou-lhe a saia, abriu-lhe as pernas e espetou a cabeça mesmo lá no meio, só me lembro de ouvir a outra berrar alto e bom som: «no grelo», quando me sinto atirado para o chão.
A minha mãe chegou lá e não esteve com meias medidas, atirou-me ao tapete para poder ir apreciar a cena pelo buraco da fechadura, empinou-se toda, maneou a cabeça uma e outa vez, começou ela também a soltar uns grunhidos leves, e com uma mão foi procurando entre pernas.
Mas a ela estava de saia travada e não conseguia, eu aproveitei logo para lhe dar uma mãozinha, desapertei-lhe o fecho e baixei a saia até aos joelhos, claro que me paguei bem, apalpei-lhe o papo de cona por cima das cuecas, passei as mãos naquele rabo e tomei-lhe a firmeza das coxas. Como não encontrei oposição passei ao ataque mais acima, e senti-lhe a pulsação acelerada directamente no coração quando lhe apalpei as mamas.
O meu pau quase saltava fora das calças, e estava dificil de controlar o tesão, por isso comecei a roça-lo mesmo assim no rego do cu da mãezinha, e ela não se queixava, continuava ali nos gemidinhos com uma mão a apoiar-se na parede a outra enfiada no meio das pernas e com a cabeça colada à porta, a espreitar pelo buraco da fechadura.
Eu é que devia estar lá a espreitar o lugar era meu, ou melhor o que eu queria mesmo era ter estado, lá dentro no meio das duas fufas a consolar-me à grande e à portuguesa.
Estava eu perdido no meio destes pensamentos quando sou surpreendido pela minha mãe que se levanta e me diz nu sussurro, «Pára de brincar às casinhas, e consola-me, mas é...», nisto baixou as cuecas, baixou-se de novo para poder espreitar as duas safistas, e empinou o cu.
Em menos de nada apanhou com a minha piroca toda de uma vez pela cona acima, por certo muito melhor do que ser lambida por outra xana qualquer, foi uma delicia ela estava toda húmida, o meu pau ia e vinha e eu sentia aquela gruta encharcada completamente a rever.
Nisto ela apoiou-se com as duas mãos na parede, uma de cada lado da porta e encitou-me a dar-lhe no pito com mais força.
Eu estava completamente tolo mas ainda me lembrava do ultimo tapa que tinha apanhado da minha mãe por me ter esporrado dentro da cona, e nem pensei duas vezes, saquei-a fora.
Nisto ela dá um guincho e grita bem alto «VEM-TE DENTRO, seu filho da puta!».
Foi só voltar a espetar, e esvaziei logo o leitinho todo no fundo daquela pachacha boa.

064 ACTA DA 2ª REUNIÃO DA ASSEMBLEIA GERAL DAS TRÊS PUTAS

Como escrever a ata de uma reunião?
Primeiro, devemos escrever ACTA ou ATA, como ainda estamos no século XX escrevemos acta, quando virarmos para o século XXI havemos de ter uma escrita mais direta e escrevemos directo ATA, até tem menos letras.
Segundo, devemos desatar tudo e reportamos o que lá se disse, anotar o que não se disse, ficar com ideias para a próxima, e já agora não esquecer o que lá se passou.
Terceiro, é preciso ter ordem na sala, e por isso no divã sentaram-se a par as duas putas mor, a cadela infiel, e a cunhada que não deixa de ser uma grande vacória que encobre ao manso do irmão a esposa puta que lhe anda a pôr os cornos e emprenhou dum cabrão qualquer. Numa posição superior, nas cadeiras altas ficamos eu e a minha querida mãezinha, um de cada lado da mesa, e com uma visão de cima para baixo, tal como manda o manual, assim somos nós que podemos lançar um olhar mais intimatório e usar da voz mais grossa.

Declaro assim aberta a segunda ASSEMBLEIA GERAL DAS TRÊS PUTAS:

A mãezinha, juiz presidente desta contenda toma da palavra e pede à ré (puta infiel), que demonstre a evolução da gravidez, a advogada de defesa (cunhada da ré), insurge-se contra esse pedido, argumentando que se trata de algo muito intimo, o procurador do ministério publico (eu), contra argumenta, que estamos ali reunidos para resolver um problema causado pela puta da ré e que esta tem o dever de colaborar para podermos encontrar a melhor saída.
A ré concorda, mas arma-se em inocente, diz que não sabe bem, que para ela anda tudo bem, à excepção de lhe terem faltado as regras…
A juiza interrompe a santinha e diz-lhe que tem de colaborar mais… a puta da ré volta a enrrolar-se toda, mas a minha mãe é do caralho, manda-a foder e pergunta-lhe directamente, se ela sentiu alguma alteração no corpo nos últimos tempos, os sintomas normais de gravidez.
Perante a apatia das duas cadelas, ela especificou: mamas a crescer, com bicos mais grossos e duros, beiças da cona inchadas, grelo maior, alteração da cor da caverna para maduro tinto?
A ré não fazia ideia, nem sequer tinha reparado, o procurador pediu à ré que esclarecesse a questão, e esta acabou por dizer que só vendo, a advogada de defesa não se opôs e foram as duas para a casa de banho averiguar.
Voltaram pouco tempo depois, reconhecendo que não eram competentes o suficiente para verificar os sintomas, a ré pediu então à juiza que fosse ela a fazer a analise, levantou a camisola e mostrou as têtas, eram grandes como sempre foram, levantou a saia baixou e as cuecas, a minha mãesinha pediu que ela se sentasse de pernas escachadas no divã, mas não se conseguia avaliar nada, a cona era cabeluda e grande e as beiças estavam fechadas. Não se chegou a conclusão nenhuma, mas estavam todas de acordo que era preciso saber mais. Posição essa apoiada pelo procurador do ministério publico, que se apressou a defender que se devia ir até ao fundo da questão.
A Meritíssima Doutora Juiz do Tribunal do Juízo Putanheiro da Real Comarca das Aleivosas, levantou-se e ordenou à ré que se despisse, ordem essa que foi cumprida sem hesitação e de imediato para, gaudio e excitação do Magistrado do Ministério Pudico.
Sentada no seu trono a Meritíssima Juiza solicitou à Meretrizissima se aproximasse, já que assim ficava em melhor posição com a cara à altura do peito. Examinou-lhe primeiramente as têtas por apalpação, e por ainda não se mostrar satisfeita, chupou-as demoradamente e com avidez, uma e outra até repetir, até fazer um chupãozinho em cada uma das mamas.
O Digníssimo Procurador fez menção de intervir mas foi severamente advertido pela Juiz Presidente, de que se não se mantivesse sentadinho, sossegadinho e com as mãos em cima da mesa, para evitar possíveis tentações de se aliviar, seria de imediato expulso da sala.
A digníssima doutora juíza pediu então à distintíssima advogada de defesa que tivesse a bondade de desocupar o sofá divã para que a ré se pudesse escarrapachar toda lá para continuar o exame. O que ambas cumpriram sem hesitação.
O Procurador (eu) estava completamente perdido, ou melhor fodido, com as mão em cima da mesa, e a piça tão dura que deixava as cuecas molhadas e quase arrebentava com as calças. O espetáculo tinha mudado agora para o divã onde estava a puta da ré com as têtas de fora, de saia levantada, sem cuecas, e com a penca toda à vista. A juíza ajoelhou-se, passou as mãos pelas coxas da ré, e foi apalpando por ali acima até chegar à pintelheira e às bordas do pito.
Com dois dedos esfregou as beiças e abriu-as um bocadinho, e enfiou lá os dedos. Chegou lá a cara cheirou o bacalhau, e passou a língua no grelo. A ré gemeu alto e bom som.
A advogada de defesa insurgiu-se contra o facto de a juíza estar a ultrapassar os limites da sua jurisdição, a ré mandou-a calar, e o procurador aproveitou a confusão para passar a mão entre as pernas e aliviar-se um pouco. A juíza enfiou a língua pela rata da ré a dentro e esta gritou de prazer, a advogada atirou-se à juíza, e o Procurador para defender a querida mãezinha, agarrou na puta da prima pelas mamas, o que a fez acalmar logo.
Com a confusão instalada a juíza deu por suspensa a sessão...

063 Que pito! Regá-lo, é um regá-lo.

Até pareciam que iam para a festa as três, todas bem arranjadinhas, e então a prima estava, mesmo um tesão, os botões da bluza quase a rebentar e a deixar ver o soutien, e aquela saia por cima do joelho, bem justinha a deixar notar aquelas coxas espetaculares, mesmo a pedir-las. E nem de propósito, ela ainda não sabia do estendal no cruzeiro, e eu ofereci-me logo para lhe ir mostrar. E claro que lhe contei todos os detalhes que interessavam saber, o mais apimentado possível.
Quando vinha-mos de volta a casa, fiz questão de fazer um desvio para lhe mostrar umas novidades, e nem foi preciso muito para a levar até ao palheiro da vizinha, mal lá entramos ela espetou-me um beijo na boca que quase me arrancava a língua, agarrei-lhe as coxas e fui por aí a cima sempre a apalpar terreno. Passei a mão por dentro e senti-lhe a pele quente e macia, desprendi os colchetes do soutien e soltei-lhe as mamas.
Atirei-me às têtas da vaca, aqueles botões pareciam que saltavam, pus a mão pelo pára-mamas dentro, e deliciei-me com a generosidade daqueles melões, mas a kenga queira mais, agarrou-me pela cabeça e eu mamei uma e outra aquelas chupetas grossas até sair leite.
Entretanto as minhas mãos iam tratando do resto, levantei-lhe a saia, e passei a mão entre as pernas, uma delicia. Cuecas de cetim com pintelhos a saírem pela renda fora, esfreguei-a bem até lhe sentir os contornos da greta, a toira torcia-se toda.
Puxei-lhe as cuecas para baixo e passei-lhe a mão pela racha, aquilo era fogo a arder, ela já arfava como uma cadela.
De repente, soltou-se e virou-me o pacote, empinhou-se e agarrou-se às tábuas do palheiro, com as cuecas pelos joelhos escachou-se o mais que pôde. Eu passei-lhe a mão entre as pernas a sentir aqueles papos de cona a saírem de entre as coxas e enfiei um dedo pela pita acima, abri a barguilha e saquei da piroca.
Arregaçei a moka e ela já se babava toda, esfreguei-lhe a cabeça no meio daquelas beiças rechounchudas, ela deu-me uma palmada e pediu que lha espetasse.
Que fome tinha aquela pita, perguntei-lhe há quanto tempo não apanhava no pito, depois de insistir ela lá se descoseu, que o filho da puta, só a come de vez em quando, ela abanava-se toda, e nota-se aquele pitinho está quase novo, um regá-lo, e melhor ainda quando ela se veio toda e com aquela boca me chupou a piça inteirinha pelo pito adentro, e eu nada mais pude fazer que não fosse regá-lo, esporrei-me até não poder mais enquanto ela gritava, tanto que até assustou as vacas e os bois no curral.
Quando saí de dentro dela, ela arfava completamente, puxou as cuecas pretas para cima, enquanto a pita pingava leitinho para cima delas, e diz-me ela: “Se aquele cabrão me volta a chegar a casa bêbado, logo à noite vou-lhe esfregar estas cuecas na cara, para ele ver o que é bom.”
Regressamos a casa, já bem arranjadinhos, mas não nos livramos das bocas por termos demorado, “Fomos ver as novidades na horta”, desculpei-me eu, mas a cara da puta não enganava ninguém, estava com aquele sorriso consulado, e até quando se sentou no divã ficou de pernas abertas e foi lá com a mão ageitar as cuecas, devia escorrer tanto que estava toda ensopada. Por sorte as outras não lhe ligaram a ponta dum corno.
Mas em poucos instantes o ar das cadelas mudou, assumiram uma postura mais séria, e depois de uns minutos a discutir umas com as outras, concluindo o obvio, que afinal eu já estava por dentro do tal segredo, acabaram por concordar que eu podia até quanto mais num fosse para pôr ordem no bordel e participar de mais uma:
REUNIÃO DA ASSEMBLEIA GERAL DAS TRÊS PUTAS 

062 Levanta a saia e ri-se, ai a puta!

Entrei em casa, vindo diretamente dos currais, como se não houvesse nada melhor na vida do que acomodar o gado de manhã cedo. A mãezinha já estava a tapar o forno de lenha com barro, bem hoje vamos ter rancho melhorado, um assadinho…
Tomei banho e até fui com ela à missa, o que um gajo num faz quando quer saber das novidades, e começou logo pela homilia, o Senhor Abade disse que fazer sem-vergonhisses é pecado, e fazer filhos à criada também… Senhor Padre. Nos avisos finais o Padreco disse que esta semana ia excecionalmente estar na igreja uma hora antes da missa da tarde para todos aqueles que quisessem irem “vestir a alma” na confissão, que bonito.
No adro era o falatório total, ninguém sabia bem o que aconteceu, a minha mãe chegou-se à beira da Ti Coisinha que ali estava fresca que nem uma alface, mas vermelha que nem um tomate, a desenvergonhada, mas por ali só se falava do estendal no cruzeiro, mas havia muitos cochichos aqui e ali.
Enquanto regressamos a casa a mãezinha muito curiosa, aquela rata não lhe escapava nada, e sabia, porque sabia, aquele sétimo sentido feminino, o dedo mindinho que adivinhava que havia mais alguma coisa, mas eu continuei ali firme e hirto, sem me descoser.
Quando chegamos a casa, eu tinha uma surpresa, a vaca da cunhada da prima estava lá em casa, e já se comia, cheirava bem, a perfume francês, bendito o cornudo que a encheu de mimos, e eu já estava a ficar com fome, não admira, com aquela carne ali toda à mostra, aquelas têtas soltas quase saltavam pela camisola fora, e ela senta-se à minha frente levanta a saia e ri-se, ai a puta!
Que boa que estava a vitela assada, e regada com americano tinto de Paiva, daquele que pinta a caneca as beiças e a toalha, de estalo, e a companhia do melhor, estavam ambas as duas mais que quentes, não pararam o tempo todo de divagar sobre, o estendal de cuecas esporradas, o que elas já sabiam…
O que elas não sabiam, mandaram-me ao café central saber, deram-me dinheiro para o café e umas borradas de aguardente, e lá fui eu saber das novidades.
Ao certo ninguém sabia o que se tinha passado, mas até nem andavam longe, afinal era só pensar um bocadinho, e as conversas andavam aí à volta: Passeio à Quinta do Arraial Minhoto, Bebedeiras até mais não, dar umas Quecas… “Estão com um pifo tão grande que agora que deram por ela vão-se fechar em casa durante uma semana.” dizia um, “e para a próxima vamos todos, isso sim!”, dizia outro depois de despejar para aí a quarta cerveja.
Regressei a casa a pensar naquele bacanal, fizesse aquela gente ideia da chafordisse que foi, a mulher de um a comer a piroca do outro, a apanhar no bujão, a fazer broxes, será que aqueles ditos machos estão prontos para isso, aposto que metade daquela gente não vai ao pito sequer uma vez por semana.
Cheguei a casa, neste dia cheio de surpresas, e as meninas estavam a acabar de tirar do forno um bolo, ena!, hoje foi mesmo dia de festa, e para melhorar o ambiente não estavam sozinhas. A puta da prima da minha mãe, a cunhada da vaca, tinha-se vindo juntar ao grupo.
NOTA: E aqui está algo que ainda não me entrou na mona, porque é que aquela puta defende a cunhada, sim, essa infiel que traiu o irmão dela, e que meteu na cama outro homem que pôs prenha, e agora são as três melhores amigas a encobrirem-se umas às outras, sorte a minha, que já as cobri a todas.
Continuando, a prima tinha vindo com o marido que tinha ido para o café, bem me parecia que tinha visto o boi do marido dela a jugar malhas no adro da igreja, coisas de macho!
São opções, passar a tarde de domingo a chupar um maço de tabaco, deitar conversa fora, atirar umas malhas, emborcar umas quantas bujecas, uns copos de vinho e umas aguardentes. Chegar à noite a casa e não dar outro uso à piça que não seja despejar o que bebeu durante a tarde, deitar-se na cama tão fodido que nem dá pela fome de piça da mulher, que enfia os dedos pela cona acima para aquecer a noite. É assim que um homem mostra que tem os colhões no sitio, solta a lingua em frente aos amigos, e diz que a piça dele come as gajas todas da terra, mas nem sequer passa a pano o corredor da puta que lhe bota o comer na mesa.
Ou a minha opção, ir para casinha e dar de caras com três toiras, um bolo cheiroso, meia bola de queijo e uma garrafa de Porto, fiquei logo cheio de fome, e com a piça tesa dar sinais de vida.